Coberturas & Toldos

Os condomínios estão aderindo em peso ao policarbonato e vidro no fechamento e proteção de áreas comuns, a exemplo de acessos, churrasqueiras e espaços gourmet, além do envidraçamento das varandas.

O uso do policarbonato nas coberturas e fechamentos de área conquistou os condomínios pela leveza e durabilidade, mas procedimentos e materiais impróprios em sua limpeza acabam comprometendo uma vida útil inicialmente programada para 15 anos. Em geral, os fabricantes dão garantia de dez anos para esses produtos. No entanto, Fabio Brito, que atua há mais de duas décadas com o policarbonato, alerta que a manutenção inadequada poderá produzir riscos irreversíveis. “Os mais superficiais até conseguimos eliminar, com o polimento”, diz. Mas os condomínios continuam pecando no quesito asseio. “Alguns usam até vassoura de piaçava.”

Condomínio Edifício Elisabetta Cappellano

Autora de grande processo de renovação do Condomínio Elisabetta Cappellano, prédio residencial de 30 anos situado na Vila Olímpia, zona Sul de São Paulo, a síndica Rosângela Rodrigues da Costa recorreu às coberturas de policarbonato para integrar os ambientes e proteger mais as áreas de circulação. Além de usar o material para substituir um toldo antigo verde, que ligava o portão de pedestres ao hall social, “e mais parecia o de uma pizzaria”, Rosângela instalou a estrutura no contorno do edifício, agregando novos espaços, enriquecidos com vasos e floreiras.

Escolha de materiais modernos e funcionais não dispensa o condomínio de providenciar limpeza periódica e correta dessas estruturas.

Versatilidade e boa relação custo e benefício fazem de toldos e coberturas importantes aliados em projetos novos, reformas ou obras de benfeitoria em condomínios. Suas aplicações são diversas: na entrada do edifício, no salão de festas e churrasqueira, playground, janelas e portas, passagem entre blocos, corredor de acesso entre portaria e hall social, área de piscina, pérgolas, estacionamento, entre outros locais que necessitam de fechamento para proteção contra sol, chuva e vento.

O uso das coberturas dos edifícios costuma render muita polêmica entre os condôminos. A problemática envolve duas situações possíveis: quando a cobertura é parte de um apartamento e pertence ao proprietário do imóvel, e quando integra a área comum do condomínio. Nas duas situações, a discussão é: o que pode e o que não pode ser feito na área?

Beleza e funcionalidade: um toque especial à proteção das áreas abertas Nos últimos anos, o desenvolvimento tecnológico tem proporcionado matérias-primas mais leves, econômicas, elegantes e inovadoras para a construção civil. Na proteção das áreas livres, os condomínios residenciais e comerciais estão utilizando lonas e policarbonato. Considerados leves e maleáveis, estes materiais permitem soluções exclusivas às edificações. As estruturas em geral são fabricadas em alumínio ou aço carbono, e podem ser montadas em forma de túneis com coberturas arredondadas e em diversas cores, ou em placas retráteis (que abrem e fecham).

Saiba como encomendar uma boa cobertura de policarbonato para o condomínio.

Maurício Jovino é síndico do Residencial Guignard, em Guaianazes. Em 2003, os porteiros começaram a reclamar que o sol incidia diretamente na guarita, o que incomodava os profissionais e danificava equipamentos. Jovino resolveu o problema de uma forma simples: instalou toldos de lona no local. “Além do conforto, o resultado ficou muito bonito. Também é útil em dias de chuva, porque as visitas não se molham”, conta.