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Os novos edifícios possuem manuais de manutenção para suas instalações, tanto das áreas comuns quanto unidades privativas, algo que é comum nos automóveis, por exemplo. Já os prédios mais antigos foram entregues sem um “receituário” das ações e periodicidade de sua manutenção.

A cultura da segurança ainda é pouco presente quando ocorrem serviços e obras em residências e condomínios, ela não se apresenta junto aos moradores nem aos síndicos, apesar das inúmeras normas estabelecidas no âmbito do Ministério do Trabalho e Emprego, bem como da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

O uso de materiais compostos por agregados materiais é muito comum nas edificações de São Paulo, Capital, não apenas em prédios comerciais quanto residenciais.

A maioria dos prédios não possui número suficiente de vagas para a quantidade de veículos que pertencem aos condôminos, assim, tem sido comum alugar o espaço de outro morador, contratar estacionamento externo ou simplesmente deixá-los “dormir” na rua.

Os automóveis já há muito tempo trazem o manual do usuário, com informações sobre o uso e a necessidade das manutenções periódicas. Também na área construtiva existe esse tipo de manual para a conservação das edificações.

Ao síndico ou gestor condominial que dispõe de mão de obra própria para executar pequenos reparos em pisos cerâmicos, disponibilizamos a seguir um passo a passo dos procedimentos que deverão ser orientados ao manutencista.

Há muitas dúvidas entre os síndicos ao se contratar e executar modificações pedidas por um condômino em relação à acessibilidade.

Os prédios projetados há mais tempo e até a maioria entre os novos residenciais apresentam guaritas projetadas só para um ou, no máximo, dois porteiros.

Entre os condomínios, o problema maior de acessibilidade encontra-se nos prédios mais antigos, onde não se previu tal necessidade, dificultando sobremaneira as adequações. Explica-se: o que em sua origem (no projeto) tornaria a adequação mais fácil e barata, pode ser complicado e caro a reversão da situação. No entanto, isso é necessário.

Há mais de trinta anos, em um exemplar do extinto jornal Shopping News, semanário que circulava em São Paulo, Capital, li uma reportagem sobre o crescimento do envelhecimento da população do Brasil. E diferentemente dos países europeus, não tínhamos quase nada na época, principalmente na área de normas técnicas. Só havia algo, incompleto ou falho, para pessoas portadoras de deficiência.

O vidro é um dos mais antigos materiais de construção utilizados pelo homem. Foi usada em Pompéia pelos antigos romanos. Na era contemporânea, os vidros laminados, classificados como de segurança, são os mais conhecidos. Eles possuem duas ou mais camadas unidas fortemente por PVB (polivinil butiral), comumente usadas nos vidros frontais dos autos. A camada de PVB também auxilia a redução dos sons.

O aproveitamento de água da chuva tem sido cada vez mais uma opção para os condomínios, devido à crise hídrica e pelo benefício altamente sustentável que o sistema oferece. A água da chuva pode ser utilizada para inúmeras finalidades, porém, todas não potáveis. Ou seja, não é possível beber, tomar banho, lavar louças ou roupas com essa água, uma vez que ela vem de um contato direto com o telhado, jardins e pisos.

Como fala o dito popular, “só quando a água chega lá, aprende-se a nadar”. Em nosso caso, é a falta dela que nos tem forçado a buscar um uso mais racional do precioso líquido.

O aproveitamento de água da chuva tem sido cada vez mais uma opção para economizar água em condomínios. Devido à crise hídrica houve um aumento na procura por este sistema, pelo benefício altamente sustentável que o mesmo oferece.

Já existem no Brasil alguns edifícios construídos com eficiência energética, mas também os prédios mais antigos e consolidados poderão contar com esse recurso através de processos de retrofit de suas instalações ou mesmo de facelift. Este termo costuma ser empregado em intervenções que visam a conferir uma melhoria na fachada das edificações, de forma que elas ajudem o prédio a compensar as temperaturas (a reter ou liberar calor e/ou frio de acordo com a situação).  Também inclui mudança das janelas, que podem ter tamanhos e vidros adequados para exercer a mesma finalidade, isto é, para reter ou refletir o calor e até o som. Assim, considera-se que a eficiência energética pressupõe soluções que diminuam a dependência da energia (para aquecer ou resfriar, por exemplo).

Os edifícios mais modernos trazem varandas ampliadas e churrasqueiras, e, com o envidraçamento, acabam incorporando o espaço à área interna dos apartamentos. Já nos prédios mais antigos, que dispõem de sacadas, os proprietários tendem a também promover o fechamento do ambiente, procurando ampliar a área útil de seu imóvel. O engenheiro civil Roberto Boscarriol Jr. analisa a seguir a maneira correta de conduzir a anexação.

Agora é obrigatório. De acordo com a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), síndicos e condôminos deverão seguir parâmetros contidos na NBR 16.280, norma de Reforma em edificações (Sistema de gestão de reformas – requisitos), em vigor desde 18 de abril deste ano. Ela vem a disciplinar o mercado e serviços em obras no Brasil.

Com a edição da NBR 16.280/2014, entra em cena a figura do hobby-corner, que diz respeito ao conjunto de documentos técnicos e legais que as edificações devem montar, contendo todo seu histórico, de maneira a subsidiar as obras e os processos de reformas.

O recebimento de uma moradia e também das áreas comuns de um condomínio devem ser feitas de preferência por com um profissional (engenheiro civil ou arquiteto) que tenha experiência para tanto. O momento da entrega é uma situação que tem sido bastante negligenciada no Brasil, em alguns casos, feita nos estandes de vendas.

Com ampla experiência em construção e reforma das edificações, o engenheiro civil Roberto Boscarriol Jr., colaborador da Direcional Condomínios, desenvolveu uma espécie de guia aos síndicos sobre como empregar mão de obra e realizar a gestão dos contratos. Confira:

No artigo anterior, abordamos as patologias mais comuns dos sistemas hidráulicos das edificações. Agora, chegou a vez de tratarmos de outro sério problema que aflige os síndicos, a impermeabilização.

A patologia mais sentida pelos condôminos é a dos Sistemas Prediais Hidráulicos (SPH). Segundo pesquisa do Sindicato de Habitação do Rio de Janeiro, feita em cinquenta e dois edifícios de oito construtoras, as maiores queixas e reclamações extraídas dos ocupantes sobre as patologias mais comuns nesses edifícios são sobre a parte hidráulica (o que comprova a grande frequência das infiltrações nos edifícios), trincas nas paredes, problemas de esquadrias, impermeabilizações etc.

Podem-se classificar como infraestrutura os elementos que transferem as cargas da edificação para o solo, incluindo-se ainda nestes casos os taludes e muros de arrimo.

Na vida, logo ao nascermos, já necessitamos de "manutenção", através de vacinas, remédio etc.

Pétreo só Deus, nem as pedras escapam das mudanças.

Assim como no nosso caso, também os Edifícios necessitam de manutenção constante, desde sua entrega inicial, que em princípio fica com a Construtora/Incorporadora (prazo de garantia).

Podemos, entre os diversos tipos de patologias dos edifícios, falar das trincas (nome genérico) nos mesmos.

Entre outros, podemos destacar os seguintes aspectos: psicológico, o de possível comprometimento da estrutura e o de vazamentos.

Um prédio é uma coisa 'viva', que foi projetado e construído para ser utilizado por muito tempo, com conforto e segurança para todos.

A única coisa que ele - o prédio - precisa, é de atenção e certos cuidados que são necessários para se manter suas qualidades originais, sem perdas financeiras fora do esperado. É a sempre falada "manutenção", termo genérico que usamos quando falamos da pintura da fachada, do motor dos elevadores, passando pelas plantas do jardim, infiltrações na garagem, vazamentos na piscina, fios, tomadas e lâmpadas, chegando ao piso encerado e brilhante do hall de entrada.