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Psicólogo especialista em tratamento de dependentes químicos, Nelson Luiz Raspes disponibiliza inúmeros artigos sobre drogadição no site da Direcional Condomínios, com o intuito de municiar síndicos e familiares de informações que os auxiliem a enfrentar potenciais conflitos decorrentes do consumo de drogas nesses ambientes coletivos. E abaixo, em entrevista exclusiva à Direcional, Nelson volta a abordar o assunto com novos elementos. Confira.

“Muitos pais não têm percebido o que consomem seus filhos. E o início da dependência química é cada vez mais precoce, hoje entre 11 e 12 anos. O álcool é uma droga psicotrópica e funciona como porta de entrada para o consumo das demais. Entre os jovens e adolescentes adictos (dependentes químicos), há registros de consumo de álcool gel, de álcool de produtos de limpeza, de álcool puro diluído em um pouco de água etc.”

Falar de crianças hiperativas ou soltas demais nas áreas comuns dos condomínios nos remete a reflexões profundas sobre as diversas mudanças que a sociedade apresenta na atualidade.

Meus amigos, venho neste artigo descrever o que vem acontecendo com a juventude atual, nossos filhos, filhos de amigos; os pais não fazem a mínima ideia do que e com quem muitos adolescentes estão utilizando e quem são suas companhias.

Os condomínios se tornaram um dos principais espaços sociais de convívio dos adolescentes, por isso abordaremos a questão da ansiedade, sentimento tão em alta nos dias atuais, aliada à depressão. Antigamente finalizava-se esta etapa da vida aos 18, 19 anos de idade, e hoje, encerra-se por volta dos 24 ou 25 anos. Ansiedade e depressão são temas altamente explorados em todo o mundo, não havendo distinção de classes socioeconômicas e culturais, e vale dizer, não há mais idade em que se possa acometer a população dos males do século atual.

Continuando nossa série de artigos sobre alcoolismo, abordaremos agora uma série de fatores relacionados ao consumo de álcool no Brasil. Lembraremos e reforçaremos alguns pontos já citados nos artigos anteriores.

O texto a seguir é a continuação do material apresentado no artigo anterior referente aos efeitos do álcool no organismo humano.

Vale lembrar que o material apresentado está diretamente relacionado aos estudos executados pelo SENAD (Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas), em conjunto com a UNIFESP (Universidade Federal do Estado de São Paulo) e o SUPERA (Sistema para Detecção do Uso Abusivo e Dependência de Substâncias Psicoativas).

Continuando a série de artigos sobre Dependência Química que visam a orientar os síndicos, onde procuramos mostrar a importância de que eles abordem o assunto com os pais e demais condôminos, torna-se necessário agora apresentar-lhes as causas e consequências da utilização dessas substâncias pelos dependentes, desde as mais usadas, até as menos usadas.

Até o presente momento, nos artigos anteriores foram apresentadas aos internautas algumas noções sobre a dependência química: definição, causas, consequências e, principalmente, os malefícios.

A mobilização contra um problema sério que atinge as famílias, mas que também afeta uma coletividade como os condomínios, precisa estar orientada por parâmetros sólidos, de maneira a subsidiar positivamente os responsáveis, por exemplo, nas ações para trabalhar a dependência química. Em sequência aos artigos que temos publicados sobre a questão, falaremos a seguir sobre as fases e sintomas de recaída.

A ABSTINÊNCIA TOTAL é necessária para recuperação da DEPENDÊNCIA QUÍMICA. Promessas para diminuir o consumo de entorpecentes não podem ser mantidas. Qualquer uso, mínimo que seja, manterá a adicção ativa.

Para desenvolvermos estratégias eficientes de tratamento dos dependentes químicos, casos que surgem com frequência tanto nas áreas privativas quanto externas dos condomínios, é necessário conhecermos a natureza da Dependência Química.

“É de suma importância realizar um trabalho de treinamento especializado junto aos seguranças do condomínio, transmitindo a esses profissionais noções e conhecimentos práticos e teóricos sobre dependência química.”