Quinta, 24 Novembro 2016 00:00

Síndico mata morador e se suicida dentro de prédio, em Caldas Novas (GO)

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Síndico mata morador e se suicida dentro de prédio, em Caldas Novas (GO)

O síndico de um condomínio residencial matou a tiros um morador e se matou em seguida, na manhã de 17/11, em Caldas Novas, na região sul de Goiás. Segundo a Polícia Militar, Luiz Carlos Pimentel, de 68 anos, atirou contra o empresário Leonardo da Costa Machado, de 34 anos, durante uma discussão. De acordo com a PM, Leonardo era ex-síndico do prédio e já tinha tido várias discussões com o atual gestor do condomínio.

O comandante do 26º Batalhão da Polícia Militar, o major Wellington Monteiro Guimarães, disse ao G1 que o empresário chegou a ser socorrido e levado para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas morreu ao chegar ao local. Segundo o policial, o síndico se matou no momento em que a corporação chegou ao condomínio.

"Nossas equipes foram acionadas para atender uma ocorrência em que o síndico e o morador se desentenderam. Segundo os moradores do local, o síndico foi tirar satisfação do homem com relação a algum problema no condomínio. Chegando lá, nos deparamos com o empresário baleado no abdômen e no pescoço. Com a chegada da PM, o autor foi até uma casa de máquinas e se matou", afirmou.

O crime aconteceu no fim da manhã no Edifício San Rafael, no Setor Olegário Pinto, região central de Caldas Novas. De acordo com a Polícia Militar, Leonardo e Luiz Carlos estavam no subsolo do condomínio no momento do crime. Leonardo foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas morreu após chegar na UPA.

De acordo com o major, o empresário e o síndico já tinham tido outros conflitos. "A vítima foi alvejada por quatro disparos, um no pescoço e três no abdômen. Segundo levantamentos feitos por nossas equipes, a vítima e o autor já tinham uma rixa antiga. Leonardo tinha sido síndico antes de Luiz Carlos assumir a gestão do condomínio", afirmou.

Segundo a PM, o local do crime foi isolado e o corpo do idoso passou por da perícia da Polícia Técnico-Científica e foi levado ao Instituto Médico Legal (IML), antes do sepultamento.