Sinalização

Espaços mal dimensionados ou pouco aproveitados, com problemas de infiltração, iluminação inadequada, além de pisos e pinturas desgastadas, transformam as garagens dos condomínios em vitrine negativa desses empreendimentos.

Os momentos de reforma e modernização dos condomínios representam ótima oportunidade para adaptar as áreas comuns às normas de acessibilidade. No entanto, como promover ampla acessibilidade em prédios feitos há cerca de quarenta anos, por exemplo, muitos sem elevadores, com apartamentos em subsolo e três andares acima do térreo, além de escadas em caracol? “Simplesmente as pessoas se mudam quando começam a envelhecer”, comenta a síndica Cybele Belschansky, do Condomínio Edifício Residencial Jupiá, construção de quatro décadas e 36 unidades localizada em Santa Terezinha, na zona Norte de São Paulo.

O síndico profisional Daniel Alexandre Rubin não descuida da sinalização dos dois edifícios comerciais do qual é gestor, cada um com uma população fixa de cerca de 800 pessoas e flutuante em torno de duas mil por dia. “É preciso clareza na sinalização, se colocar no lugar do usuário que não reside nem trabalha no prédio. A sinalização deve ser instalada em locais de fácil visualização, para que ninguém se perca pelo condomínio”, afirma. Além de facilitar o trabalho dos funcionários no atendimento aos visitantes, a sinalização deve atender a questões de acessibilidade. “Recomendo a contratação de empresas especializadas, que conhecem a legislação e podem orientar os síndicos. São necessárias, por exemplo, a sinalização visual indicando os andares, braile no início e final dos corrimãos, entre outras adequações”, aponta.

Placas garantem informação e segurança 

Mais do que embelezar o condomínio, a sinalização confere segurança aos usuários dos edifícios, seja identificando equipamentos de combate a incêndio e rotas de fuga, seja esclarecendo a respeito de legislações importantes, como as referentes ao uso de elevadores.