Direito Trabalhista
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Foi aberta nesta terça-feira, dia 21/05, na zona Sul de São Paulo, a principal Feira Internacional de Segurança da América Latina, a Exposec 2019. A Direcional Condomínios participa já há vários anos do evento com estande próprio, para receber síndicos, instaladores, fabricantes e profissionais da área. A equipe da revista está em um espaço localizado na Rua 200, Estande 247.

Programa é da Secretaria Municipal de Cultura e ocorrerá nos dias 17 e 18 de agosto de 2019.

A Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), criada pela Portaria 397/2002, do Ministério do Trabalho, é o parâmetro ideal para o síndico definir funções e tarefas da equipe de apoio no condomínio, seja própria ou terceirizada.

A contratação de serviços especializados, através da terceirização total ou parcial, tornou-se irreversível nos condomínios, especialmente depois das mudanças no campo do trabalho ocorridas em 2017.

Cerca de 80% das edificações em São Paulo, notadamente as residenciais, dispõem de um sistema de abastecimento de água potável baseado em bombas de recalque sob comando elétrico, responsáveis por manter os níveis adequados nos reservatórios superiores. E, de acordo com a altura do prédio, o sistema precisa ainda do suporte de bombas de pressurização para garantir água nas torneiras das unidades superiores; e de válvulas redutoras de pressão para os andares inferiores.

A seguir, um empresário que atua há pelo menos 20 anos no setor pintura de fachadas responde a algumas dúvidas levantadas pela Direcional Condomínios em relação aos procedimentos que poderão assegurar a qualidade do serviço. Confira!

O Condomínio Edifício Fernão Dias se prepara para duas obras que irão mudar seu conceito no entorno: O retrofit da frente do prédio, com substituição do gradil por muro de vidro, além do reposicionamento da eclusa e guarita; e a pintura da fachada.

A estudante de engenharia civil Larissa Spezani Resende, de 20 anos, foi atingida por placas de mármore que descolaram de varanda de um prédio residencial no Leblon, zona Sul do Rio de Janeiro, no dia 6 de março (quarta-feira de cinzas).

O engenheiro civil Marcus Vinícius Fernandes Grossi aponta, em artigo publicado no site da Direcional Condomínios, que a “manutenibilidade” das edificações é um conceito previsto em norma técnica (a ABNT NBR 15.575-1/2013) e diz muito sobre as facilidades e/ou dificuldades que o síndico encontra para assegurar os serviços e obras necessárias ao condomínio. A “manutenibilidade” tem a ver com:

Já é bem trabalhoso ao síndico garantir serviços e obras de manutenção no condomínio, tarefa que fica ainda mais complicada com a ausência de projetos, plantas e demais documentos.

A “evolução tecnológica” e a “mudança de hábitos dos moradores” abriram espaço para o crescimento das empresas de portaria virtual ou à distância (PAD), afirma o advogado e administrador de condomínios Marcio Bagnato.

Junto com Conseg Portal do Morumbi, eles estão promovendo a integração de suas imagens ao City Câmeras e à polícia. Estão instalando ainda totens com câmeras nos principais acessos.

A portaria virtual e demais modelos de controle de acesso passam por constante inovação. É a inteligência tecnológica à serviço da segurança, através da integração entre equipamentos, internet, softwares, imagens e dados do fluxo de pedestres e veículos.

O risco de incêndio pela sobrecarga da rede elétrica tem levado condomínios a contratarem estudos de carga instalada versus demanda para avaliar o uso do ar condicionado nas unidades. Demais equipamentos de consumo elevado devem ser contemplados, como os aquecedores.

Entre os dias 21 a 23 de maio, na São Paulo Expo, 800 expositores irão apresentar soluções de proteção patrimonial, incluindo sistemas para edificações. São esperados 45 mil visitantes.

Um grupo de advogados especialistas em questões condominiais irá promover na primeira semana do próximo mês de junho, entre os dias 3 e 6, em São Paulo, Capital, o Curso Avançado de Administração Condominial.

Com nova norma, entenda as diferenças entre Inspeção Predial Geral, Inspeção Predial Especializada e Perícia. A primeira esquadrinha a "saúde da edificação", observando, inclusive, os impactos de problemas no uso e na má operação dos sistemas prediais.

Dentre os revestimentos mais comuns das quadras em condomínios, como o piso asfáltico (sem juntas de dilatação) ou de concreto, as placas modulares de polipropileno [plástico duro] começam a ganhar espaço.

Instalações precárias, malconservadas, com riscos de curto-circuito, ou mesmo a sobrecarga na rede elétrica pelo uso incompatível dos equipamentos eletroeletrônicos, estão na origem de boa parte dos incêndios em edifícios no País, ocorrências cada vez mais comuns.

Dados da Abracopel apontam que 536 incêndios ocorreram em edificações brasileiras no ano passado, 80% deles dentro dos imóveis (com 59 mortes).

A manifestação de umidade ou vazamentos em lajes, vigas, colunas e paredes (cortinas) de garagens demanda estudo técnico prévio, para diagnóstico das causas, antes da contratação de uma obra.

A síndica Cristiane Bittencourt, do Condomínio Ilha Guadeloupe, na zona Oeste de São Paulo, precisou fechar preventivamente o acesso à piscina às vésperas do último verão. Azulejos começaram a se soltar em boa parte da extensão das paredes do tanque, gerando riscos de cortes nos usuários.

As imagens destacam a área trabalhada com manta asfáltica e acabamento em ladrilho hidráulico no condomínio da zona Oeste de São Paulo. A obra se encontra paralisada há cerca de dois anos; problemas de infiltrações na garagem continuam.

Boa parte dos condomínios tem recorrido à contratação de profissionais de engenharia para acompanhar a recuperação dos sistemas de impermeabilização do prédio, incluindo a realização de inspeção das áreas afetadas para um diagnóstico mais preciso dos problemas; o levantamento do escopo dos serviços necessários e das soluções mais indicadas conforme sua disponibilidade orçamentária; e a contratação e monitoramento da execução dos trabalhos.

A norma da ABNT de inspeção predial poderá ser lançada em breve no Brasil, depois de longo processo de discussão e consultas públicas. A inspeção é um tipo de vistoria e representa um dos inúmeros recursos técnicos que a engenharia oferece para que se possa avaliar a qualidade da manutenção e a segurança das estruturas.

Polêmica em seu lançamento, a ABNT NBR 16.280 está se consolidando, afirmam especialistas. A norma estabelece diretrizes para reformas nas áreas comuns e unidades, visando à segurança das edificações. Mas ainda há pontos

Celebrando os 22 anos da revista Direcional Condomínios e o Dia Internacional da Mulher

Gestores pedem mudança em decreto da Prefeitura que dificulta uso da TPC. Leia mais sobre esse instrumento em “Restauro de prédios tombados: como obter recursos através da Transferência do Potencial Construtivo”?

O síndico William Ali Chaim, gestor e morador de um condomínio no Jabaquara, zona Sul de São Paulo (SP), divulgou um comunicado aos moradores (imagem abaixo) com orientações sobre o que fazer em casos de violência contra a mulher e as crianças.

Aconteceu na quinta-feira, dia 14/03, em São Paulo, encontro com síndicos e síndicas promovido pela revista Direcional Condomínios. O objetivo é realizar uma dupla celebração: pelos 22 anos completados pela publicação em 2019 e pelo Dia Internacional da Mulher, comemorado no último 08/03. O tema geral do evento foi o "Impacto da Tecnologia na Gestão dos Condomínios".

A garagem tem sido a principal porta de entrada de muitos moradores em suas casas nos condomínios verticais.

O retrofit elétrico do Condomínio Grenoble, prédio construído em princípios dos anos 70 na região dos Jardins, em São Paulo, já estava no planejamento do síndico Luiz Roberto de Araújo, que nos últimos sete anos tem realizado inúmeras melhorias na edificação (como a modernização completa dos dois elevadores sociais, além da academia e brinquedoteca, entre outros).

O engenheiro eletricista Edson Martinho tem se dedicado, nos últimos anos, a realizar no País campanhas em favor da segurança das instalações elétricas e de prevenção de acidentes.

A modernização do Condomínio Edifício Iraúna, residencial entregue no final dos anos 60 em Higienópolis, São Paulo, deverá chegar neste ano ao conjunto das instalações elétricas do prédio.

Os sistemas de impermeabilização nas estruturas e instalações prediais têm o objetivo de assegurar a sua estanqueidade contra a ação da água, da umidade e do vapor. E cada setor da edificação possui características construtivas próprias, que demandam técnicas e soluções distintas.

Quando o síndico começa a ver manchas d’água nas lajes, pilares, vigas e paredes/cortinas das garagens, de imediato ele pensa no impacto que isso poderá ter sobre o orçamento do prédio, já que esses sinais remetem a intervenções que costumam ser complexas.

Em entrevista à revista Direcional Condomínios, o advogado e consultor Cristiano De Souza Oliveira repassa os pontos mais críticos na transição do mandato de síndico. Cristiano preside a Comissão de Direito Condominial da 38ª Subseção da OAB-SP e participa do Grupo de Excelência de Administração Condominial (GEAC do CRA-SP).

O síndico Bruno Ricardo da Silva é um exemplo de como paciência, abertura e firmeza ajudam a desmobilizar potenciais fontes de conflito no condomínio.

É possível conquistar a pacificação do condomínio por mais turbulentos que sejam os relacionamentos interpessoais, afirmam síndicos e especialistas entrevistados para esta reportagem.

Aplicar multa a um condômino é o pior cenário possível para um gestor, pelo potencial conflitivo que isto pode alimentar no ambiente coletivo. Porém, não se pode abrir mão do recurso quando estão em jogo os interesses dos demais moradores.

Encontro está sendo oferecido pela ABES-SP (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental) e acontecerá no dia 4/04/2019, durante todo o dia.

"O Síndico deve ter facilidade em dialogar, conquistar o respeito e estabelecer parcerias não só com o conselho, mas com todos os moradores. (...) Obviamente, quando o condômino não cooperar, há de ser tomada uma atitude mais enérgica, por isso, é fundamental haver registro, principalmente em caso de infração."

Moradores do Condomínio Liberte Morumbi, na zona Sul da Capital Paulista (SP), realizaram na manhã deste domingo (23/02/2019) ato ecumênico em frente às suas duas torres. O empreendimento de 106 apartamentos foi desocupado na última terça-feira, dia 19/02, à tarde, depois que a Defesa Civil e os Bombeiros identificaram risco de colapso em função de rachaduras. Não puderem sequer pegar documentos, material de escola dos filhos, roupas etc. Apenas animais de estimação foram resgatados.

Construído em princípios dos anos 70 na Zona Oeste de São Paulo, o condomínio em que vive o síndico João Bosco dos Santos foi entregue com algumas novidades para a época, como o número de pavimentos (25 andares, então incomum) e a instalação de um gerador para abastecer a rede elétrica das áreas comuns em caso de queda de energia.

A necessidade de regularizar o uso de ar condicionado pelos moradores do Condomínio Edifício Cardeal, localizado no Itaim Bibi, zona Sul de São Paulo, ajudou a síndica Luciana de Souza Campos a convencê-los a aprovar o retrofit elétrico da edificação, executado em 2018.

O verao superaquecido vivido neste começo do ano em São Paulo (SP), outrora conhecida como “terra da garoa”, colocou na pauta de preocupações dos síndicos o gap que boa parte das edificações residenciais apresenta para atender à demanda pelo uso de ar condicionado nos apartamentos: Suas instalações não estão dimensionadas para comportar essa necessidade de carga.

Duas principais soluções são apresentadas aos síndicos quando eles precisam resolver problemas recorrentes de infiltração nos subsolos dos edifícios, especialmente os vazamentos que se manifestam nas lajes, vigas e pilares.

A síndica profissional e psicóloga Jailma A. Brito destaca que é “de extrema importância estabelecer uma parceria com o zelador”, principalmente pelas responsabilidades que os síndicos assumem em nome do condomínio. Entretanto, é papel deste gestor “provocar a proatividade no zelador, fazer com que ele apresente demandas”. "É um mau sinal o zelador que não traga demandas", aponta.

Um dos protagonistas das grandes mudanças observadas no perfil dos condomínios, os zeladores se reinventam na função. A Direcional destaca nesta reportagem dois profissionais considerados proativos pelas respectivas síndicas, prestando a eles e a toda categoria uma homenagem pelo seu dia, comemorado em 11 de fevereiro.

Apesar da crise econômica vivida pelo País nos anos recentes, há síndicos e administradoras que têm passado ao largo do controle pari passu da inadimplência, analisa a advogada Suse Paula Duarte Cruz Kleiber.

O condomínio é como uma empresa, precisa planejar de acordo com as necessidades das áreas comuns e de manutenção, que mudam conforme a idade do prédio. Por isso, “é um erro” fazer uma previsão orçamentária baseada apenas na do exercício anterior, acrescida da inflação, analisa a síndica profissional Kelly Remonti, administradora de empresas especializada em finanças e controladoria.

Com controle dos custos, fim aos desperdícios, revisão de contratos e gestão da inadimplência, síndicos podem fazer o dinheiro “render mais” em benefício da valorização do prédio e de um rateio mais justo aos condôminos.

Obrigações legais com prazos (como a recarga anual dos extintores de incêndio); necessidade de zelar pela manutenção para efeitos de garantia do prédio junto à construtora (conforme manual e normas técnicas); desgastes decorrentes do uso e/ou do ciclo de vida útil das instalações; comprometimento com a segurança, bemestar e patrimônio dos condôminos: Essas são as principais razões pelas quais o síndico deve trabalhar com um planejamento anual de manutenção, afirma Carlos Alberto dos Santos, consultor e gestor de riscos operacionais em condomínios.

Entrevista com o síndico profissional Nilton Savieto

Neste ano, o evento irá celebrar os 22 anos da revista, abordando o “Impacto da Tecnologia na Gestão dos Condomínios”. Serão apresentados temas como autoatendimento ao condômino, eSocial, contratos digitais, aplicativos de locação temporária, o uso das redes sociais, proteção de dados e imagens do condomínio na internet e tecnologia para redução do consumo d’água. Inscreva-se e garanta sua participação. As vagas são limitadas.

A tecnologia e o avanço dos materiais têm dado aos condomínios a possibilidade de inovarem na hora de contratar coberturas para suas áreas comuns.

Projetos residenciais novos, verticalizados, lançados nos anos recentes em São Paulo para um público mais jovem e de renda alta, estão nascendo já com a previsão de salas para a prática de pilates, independentes dos espaços fitness.

Síndica, enfermeira-chefe do centro cirúrgico de um grande hospital de São Paulo, Christiane Riginik Castanheira também é profissional da área de Educação Física e, por isso, não poderia deixar de implantar o espaço fitness no Condomínio Edifício Villa Nueva, onde mora e que administra há cerca de três anos.

Um dos carros-chefes do segmento de tratamento de pisos é a recuperação de halls e escadarias de granilite das edificações, acompanhado de pedras naturais (como miracema), mármore e granito (polidos ou brutos).

O cronograma de implantação do eSocial para pequenos empregadores, entre eles os condomínios, prevê a inserção de dados de Saúde, Segurança do Trabalho e Riscos Ergonômicos (SST) até o dia 1º de janeiro de 2020.

Fontes: João Carlos Tobias, Tatiane Rangel e Marcimilia Santana dos Santos

Ao ignorar normas de segurança e saúde no trabalho, o condomínio se torna vulnerável a acidentes e prejuízos. O gestor deve contratar um mapeamento das situações de risco antes de adotar medidas de prevenção.

O apelo a hábitos mais sustentáveis por parte da população retorna ao noticiário; o volume de água do Sistema Cantareira voltou a baixar a níveis próximos da crise de 2014-2015.

A síndica Maria da Conceição Campello de Souza Galli contratou um Manual de Medição Individualizada, contendo diagnóstico e estudos de viabilidade para o Condomínio Edifício Mont Blanc, um prédio de 32 unidades e 22 anos localizado na Vista Monte Alegre, zona Sul de São Paulo.

Nos últimos meses de 2018, o Cantareira, um dos principais reservatórios de água de São Paulo, voltou a entrar em alerta. Para ajudar a prevenir uma crise hídrica como a de 2014 e 2015, é preciso soar o alarme da economia junto aos condôminos. Além do risco de torneiras secas, o consumo alto dificulta o fechamento mensal das contas.

Latidos intermitentes, sujeira e reclamações de vizinhos compõem o cardápio usual de problemas que os síndicos devem resolver dentro do quesito “animais”.

Síndicos introduzem espaços de apoio aos animais de estimação dos condôminos, mas destacam a importância do atendimento às normas no uso desses ambientes, de forma a evitar conflitos com os demais moradores.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) publicou, em 19 de setembro de 2018, a NBR 10.339/2018, trazendo requisitos de segurança na operação, uso e manutenção das piscinas. Ela unifica em uma só as normas anteriores do setor.

O assunto piscina exige uma multiplicidade de tarefas no condomínio, como manutenção de bomba e filtros, tratamento da água e cuidados com acessórios.

O síndico profissional Luiz Leitão da Cunha tem cuidado da modernização do Condomínio Fernão Dias, prédio construído também em princípios dos anos 70 com 67 unidades na região da Av. Paulista, em São Paulo.

O Edifício Grenoble, bem conservado, foi entregue em 1974 no Jardim Paulista, região valorizada da Capital Paulista. E, sem querer estacionar no passado e visando acompanhar o desenvolvimento do entorno, seus condôminos têm investido em inúmeros projetos de modernização das instalações.

Independente do modelo de portaria e controle de acesso dos prédios, é inevitável que eles promovam a atualização tecnológica, bem como a manutenção de seus equipamentos.

A área da segurança patrimonial das edificações demanda investimentos sem trégua por parte de síndicos e condôminos.

Condomínios registram maior participação de seus proprietários na gestão da arrecadação, das obras e dos espaços comuns, através do conselho ou de comissões temáticas. “É mais trabalhoso, mas inevitável”, diz presidente da Aabic.

O 3º Encontro dos Síndicos da Direcional Condomínios, realizado no dia 6 de outubro de 2018 no Espaço Hakka (Rua São Joaquim, 460 – Liberdade – SP/SP), iniciou às 8h30 com uma recepção com café, teve intervalo com coffee-break e sorteio de prêmios. Foi encerrado às 13h30 com a entrega de uma lembrancinha da revista a todos os presentes.

A Direcional Condomínios reuniu especialistas, síndicos e gestores prediais no último dia 6 de outubro, em São Paulo, Capital, com o objetivo de falar das implicações envolvidas na manutenção e segurança das edificações.

Uma das funções do síndico é fazer “o gerenciamento dos conflitos”, afirma o advogado Cristiano De Souza Oliveira, que atua como conciliador e mediador privado, faz mestrado em Resolução de Conflitos e Mediação e é membro do Conselho de Estudos de Resolução de Conflitos Empresariais e do Conselho do Setor de Serviços, da Associação Comercial de São Paulo (Distrital Centro).

Os síndicos dispõem de recursos variados para a gestão de conflitos no condomínio, entre eles a mediação. Mas podem trabalhar preventivamente, revendo posturas pessoais e buscando o apoio do conselho para se posicionar mediante controvérsias ou casos deliberados de oposição ao seu mandato.

Nesta segunda-feira, dia 29/10/2018, a Direcional Condomínios voltou a reunir os dirigentes e as equipes das empresas anunciantes da revista para nova rodada do Treinamento em Vendas e Fechamento de Negócios. O encontro aconteceu no auditório da Abralimp, no bairro de Santa Cecília, em São Paulo (Capital).

A recomendação presente nas normas técnicas para que os espaços de recreação das crianças sejam adequados às respectivas faixas etárias ganhou um sentido “radical” no Condomínio Portal Domínio Marajoara, na zona Sul de São Paulo.

A denominação ‘‘4.0’’ se refere à quarta revolução industrial, que alia tecnologia de automação e de informação (troca de dados), tendo com suporte a internet de banda larga. É a era da chamada IoT (Internet das Coisas / Internet of Things), parte do DNA dos condomínios contemporâneos, notadamente no controle de acesso.

Região de São Paulo que tem registrado aumento na criminalidade em 2018, os Jardins foram palco em setembro passado de uma reunião ainda incomum entre funcionários dos condomínios locais e oficiais da Polícia Militar do Estado. Organizado pelo síndico Luiz Roberto de Araújo, do Edifício Grenoble, o encontro teve o objetivo de orientá-los em relação ao Programa Vizinhança Solidária, recém-implantado no entorno da Alameda Sarutaiá, no Jardim Paulista.

Especialista diz que síndico deve cobrar ensaios técnicos de fornecedor.

A contratação de empresas de manutenção de elevadores “é de extrema importância, porque eles transportam vidas”, destacou a advogada Renata Resegue no encerramento do seminário promovido pelo Seciesp.

O Seciesp (Sindicato das Empresas de Fabricação, Instalação, Modernização, Conservação e Manutenção de Elevadores no Estado de São Paulo) realizou no final de agosto passado (dia 30/08), em São Paulo (Capital), seu primeiro encontro com síndicos.

Evento aconteceu na manhã deste sábado, dia 06 de outubro, no Espaço Hakka, no bairro da Liberdade, sob o tema "O Síndico e a gestão segura do condomínio". O evento contou com o patrocínio da Creditcon, Elevartel, Júpiter, Prevente Engenharia e Vertical Pinturas. As palestras foram ministradas pelo Eng. Civil Marcus Vinícius Fernandes Grossi, o Advogado Cristiano De Souza Oliveira, a Psicóloga Adriana Ugoski Bandeira e a Administradora e Profa. Rosely Schwartz.

Vizinho a um shopping, a uma estação do metrô e localizado em frente a uma unidade do Sesc, o Conjunto Residencial Moradas do Campo Limpo está caminhando para a sua quarta década de vida com o propósito de acompanhar o recente desenvolvimento urbano da região. Por isso, o condomínio entregue no final de 1981 tem apostado no retrofit das suas instalações.

A imagem de um rato acionando o alarme de incêndio de um prédio em Washington, nos Estados Unidos, agitou as redes sociais em setembro passado. O edifício foi evacuado e os bombeiros chamados antes que se descobrisse a origem do incidente. Afora os riscos de doenças, está aí um exemplo inusitado dos transtornos causados pelas pragas e vetores nas edificações. Surpresas com entupimentos também tiram o sossego dos gestores e podem ser evitadas com prevenção.

A advogada e síndica Gláucia La Regina se prepara para receber moradores estrangeiros no Condomínio Edifício Giordana, na região do metrô Vila Madalena, zona Oeste de São Paulo.

A psicopedagoga e terapeuta de família Luciana Szafran afirma que “valores como autonomia, respeito e responsabilidade, entre outros, não são inatos”, mas “apreendidos”.

Investir em espaços e atividades para pacificar a garotada vem ganhando prioridade nos condomínios maiores.

A Direcional Condomínios traz aqui a entrevista com a terapeuta de família e psicopedagoga Luciana Szafran, que complementa a reportagem de capa da edição de outubro de 2018 – "Crianças & Jovens no condomínio: Integração pela paz".

Durante o ENCOAD 2018, a Profa. Rosely Schwartz apresentará um balanço das mudanças no perfil da gestão dos condomínios. O encontro está programado para às 19h30 do dia 27/09/2018, em SP (Capital).

O advogado Cristiano De Souza Oliveira e o Instituto Proordem, de Santo André (SP), iniciarão curso dia 09/10 (terça-feira), em Santo André (SP).

A chamada Internet das Coisas – IoT, derivado do inglês Internet of Things, já está presente no sistema de proteção dos condomínios, afirma Marcelo Okuma, consultor em desenvolvimento de softwares para o segmento.

Pesquisa divulgada no final de julho passado pelo Instituto Sou da Paz, em parceria com o jornal O Estado de São Paulo, mapeou um ranking nos bairros da Capital Paulista relacionado ao Índice de Exposição a Crimes Violentos, apurado sobre o registro de latrocínios, homicídios, roubos, roubos a veículos, entre outros, nos Distritos Policiais de cada região.

A região do Parque da Mooca registrou, no último dia 16 de agosto, tentativa frustrada de invasão de um condomínio por três bandidos, dois dos quais foram baleados em confronto com a polícia (um deles veio a óbito em seguida) e um terceiro acabou preso.

De acordo com uma cartilha produzida pelo Ibape- SP (Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo), os “ambientes destinados à recreação infantil e juvenil podem (ou não) serem divididos e dimensionados em função da faixa etária”.

O síndico e arquiteto Marcus Vinícius Abrantes tem observado que a mudança de hábitos e a renovação da faixa etária dos condôminos está introduzindo a necessidade por novos ambientes nos prédios residenciais, entre eles playground e brinquedoteca.

Engenheiro elétrico e pós-graduado em Tecnologia de Sistemas Digitais, Edilson Rosin atua há mais de 30 anos com o mercado de elevadores, notadamente com modernização.

Modernizados ou não, os elevadores devem operar em atendimento às normas técnicas, especialmente a 207/1999 (Norma internacional do Mercosul contendo requisitos de segurança para construção e instalação).

Mesmo que o condomínio tenha que esperar um tempo até que possa modernizar os elevadores, ele pode antecipar algumas medidas de segurança. E, depois da modernização, precisa ficar atento à manutenção.

Na hora de estabelecer contrato com uma empresa de assessoria esportiva, o condomínio deve exigir que todo o seu quadro funcional tenha vínculo empregatício com o prestador de serviços, orienta Marcelo Martinelli, um dos dirigentes da Abaecon (Associação Brasileira de Assessoria Esportiva em Condomínios).

Os condomínios encorparam sua infraestrutura e ganharam conotação de ambiente social e de clube de lazer mesclado à moradia. Precisam agora justificar e ocupar bem esses novos espaços, recorrendo ao apoio de serviços como as assessorias esportivas.

O tema do evento foi "Responsabilidades dos síndicos, administradores e empresas de manutenção de elevadores. Mercado, legislação e normas" e reuniu gestores, dirigentes, empresários e técnicos do setor, diretores do Segur (Prefeitura de São Paulo) e a vereadora Edir Sales.

Moradores de dois condomínios na cidade de São Paulo foram surpreendidos no começo de agosto passado com a necessidade repentina de desocupação de seus imóveis, depois que um dos prédios sofreu desabamento de uma passarela e parcialmente de um talude.

Diante do rigor da legislação brasileira, o cuidado com as árvores do condomínio pede atenção extra do síndico. Como é possível a ele, em geral leigo no assunto, saber quando um espécime está com a saúde comprometida e/ ou corre risco de queda parcial e total?

A revista Direcional Condomínios está participando da Expoprag 2018, maior encontro da América Latina do mercado de controle de vetores e pragas urbanas.

Problemas ocorrem diante riscos de queda de árvores localizadas em terrenos vizinhos ou áreas públicas.

Uma prova de corrida e caminhada entre moradores de condomínios aconteceu na manhã deste domingo, dia 26 de agosto de 2018, com largada às 7h30, no Parque Cândido Portinari, ao lado do Villa Lobos, na zona Oeste de São Paulo (SP).

Na quarta-feira, dia 22/08/2018, a revista Direcional Condomínios recebeu empresários e representantes de suas equipes para a primeira rodada do Treinamento em Vendas e Fechamento de Negócios.

Curso aconteceu na manhã da quarta-feira, dia 22 de agosto de 2018, em São Paulo (SP), em benefício das equipes das empresas anunciantes.

Especialistas da área falarão sobre novas tendência na gestão dos condomínios em encontro que acontecerá no próximo dia 23 de agosto.

Mesmo antes de completar um ano da expedição do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) para o Condomínio Ipiranga Star, ocorrida em outubro de 2017, a síndica profissional Ana Josefa Severino já está de olho nos próximos investimentos que terão que ser feitos no sistema de prevenção e combate ao fogo do residencial.

O condomínio Pátio das Artes, entregue em 2005 no Alto da Lapa, zona Oeste de São Paulo, marcou presença na região com seu projeto contemporâneo e elementos como o alumínio e vidro no guarda-corpo das varandas.

O presidente do Seciesp (Sindicato das Empresas de Elevadores do Estado de São Paulo), Marcelo Braga, e o diretor Fábio Aranha explicam os principais aspectos que envolvem a modernização dos elevadores, em entrevista à Direcional Condomínios.

Reportagem destaca casos de três condomínios que decidiram pela modernização dos elevadores após graves incidentes.

O advogado Thiago Giacon acredita que “95% dos problemas com barulho possam ser resolvidos com uma boa conversa”, mas que “sempre há aqueles que precisam de medidas mais firmes”. Ele se refere a excessos oriundos de “festas com música alta, latidos de cachorro, reformas, crianças correndo, liquidificadores ligados em plena madrugada” etc. Para esses casos, as recomendações aos gestores são:

O incômodo provocado pelo barulho do “vizinho” deixou de ser um problema meramente disciplinar, notadamente nas construções entregues nos últimos anos. Situação cada vez mais comum, gestores e moradores sofrem com os transtornos decorrentes do padrão acústico dos sistemas construtivos.

Edifício de apartamentos localizado na região de Higienópolis, São Paulo (SP), passa por amplo processo de modernização e/ou revitalização de suas instalações e tem agora Sistema de Gestão de Reformas nas unidades.

A Direcional visitou seis condomínios, de idades variadas, que decidiram apostar na modernização das instalações e, ao mesmo tempo, rever espaços e usos, promovendo seu retrofit.

Psicóloga que faz atendimento clínico e, ao mesmo tempo, acumula 20 anos de experiência na administração de condomínios, a síndica profissional Jailma A. Brito coordena o contrato de trabalho de cerca de 100 funcionários terceirizados, além de uma equipe orgânica com gerente predial, supervisor de manutenção e assistente administrativo.

O condomínio Cristall Parque da Aclimação, empreendimento de 2011 localizado no bairro de mesmo nome, zona Centro-Sul de São Paulo, resolveu aplicar uma organizada política de recursos humanos para seu quadro de colaboradores.

A engenheira civil Carolina Scheffer Longato Faro apresenta, em entrevista à Direcional Condomínios, os critérios técnicos que devem ser considerados em um projeto de revitalização ou retrofit dos gradis, portões e guarda-corpos nas edificações. A especialista fala ainda sobre a nova "Lei dos Portões", em vigor na cidade de São Paulo.

A designer de interiores e arquiteta Valquíria Giroto, que também tem experiência como síndica, foi a responsável pelo desenvolvimento do projeto de retrofit do hall social das duas torres que compõem o Condomínio Residencial Mofarrej.

“O síndico vai ser um bom líder quando tiver olhos sempre prontos para observar não só o que está errado, mas também o que foi feito da forma correta, sabendo elogiar na hora certa, conversar, apontar, solicitar, ser gentil e firme. São tipos de postura que fazem grande diferença para quem lidera.”

Depois de realizar com sucesso 4 encontros do Curso de Qualidade no Atendimento, a Direcional irá promover agora o Treinamento em Vendas para as equipes das empresas anunciantes. As inscrições estão abertas e são gratuitas.

Síndicos orgânicos ou externos, além de gestores de condomínio, corretores de imóveis, advogados e conselheiros, entre outros, terão um workshop exclusivamente preparado para desenvolver o tema da comunicação no ambiente condominial.

O advogado Cristiano De Souza Oliveira, especialista na área de condomínios e de mediação de conflitos, fará palestra sobre a presença de animais em condomínios no próximo dia 9 de agosto de 2018, a partir das 19hs, em São Paulo (Capital).

O evento acontecerá na Subseção da OAB-SP do bairro do Ipiranga, zona Sudoeste da Capital Paulista. As inscrições são gratuitas, mas os organizadores solicitam aos interessados a doação de um quilo de alimento não perecível, a ser entregue na recepção da entidade, no dia do evento. As vagas são limitadas.

Mais informações abaixo, em Serviço.

O advogado Cristiano De Souza Oliveira é consultor jurídico condominial, Secretário-Geral da Associação dos Advogados do Grande ABC, membro da Comissão de Direito Condominial da OAB-SP e presidente da Comissão de Direito Administrativo da OAB de Santo André. É Conciliador e Mediador Privado, palestrante no setor condominial, Mestrando em Resolução de Conflitos e Mediação, autor do livro "Sou Síndico, E agora? Reflexões sobre o Código Civil e a Vida Condominial em 11 lições", editado pelo Grupo Direcional. Faz parte de Grupo de Excelência de Estudos Condominiais (GEAC) do Conselho Regional de Administração de SP. É Conselheiro da Associação Comercial de SP - Distrital Centro. Na entidade, atua ainda como membro do Conselho de Estudos de Resolução de Conflitos Empresariais e do Conselho do Setor de Serviços. É colunista de sites e revistas especializadas.

Serviço

Palestra: Animais em Condomínio

Data: 09/08/2018 (quinta-feira)
Horário: A partir das 19hs
Local: Casa da Advocacia e da Cidadania do Ipiranga – Rua dos Patriotas, 701
Informações e Inscrições: Tel. (11) 2069-8120 / 8022; email O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

A cidade de São Paulo tem sido palco neste ano de 2018 de tragédias ou graves acidentes relacionados a incêndios nas edificações verticais, a exemplo do Edifício Wilton Paes de Almeida, no Largo do Paiçandu, que desabou dentro de um contexto que envolveu o abandono completo da manutenção, ocupação irregular e vulnerabilidades criadas pela própria concepção do prédio.

As obrigações do prédio com o sistema hidráulico não cessam depois de sua modernização. Para o gestor de riscos Carlos Alberto dos Santos, é importante promover vistorias periódicas dos equipamentos, conforme um breve roteiro que ele apresenta a seguir:

Os valores elevados das contas de água ao final do mês costumam ser associados a vazamentos pontuais e/ou ao desperdício no consumo pelos usuários, um prejuízo certo para o caixa do condomínio.

A legislação do município de São Paulo determina que os edifícios renovem a pintura ou façam a manutenção da fachada no máximo a cada cinco anos, assim como norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), destaca o arquiteto e perito judicial Daniel Cyrino Pereira.

A manutenção periódica e baseada em normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) assegura o bom desempenho das fachadas dos prédios, protege seus sistemas construtivos e o patrimônio dos condôminos.

“Retrofit” na fachada é um processo que está no horizonte de um condomínio administrado pela síndica profissional Mariza Carvalho Alves de Mello, no bairro do Paraíso, em São Paulo.

Dez anos após ser entregue pela construtora, o Condomínio Jardins de Higienópolis, um residencial de duas torres e 210 unidades localizado no bairro de Santa Cecília, centro de São Paulo, está reinventando o sistema da fachada.

Ao modernizar ou promover reparos no sistema de gás das edificações, os síndicos precisam contar com a colaboração dos moradores durante a suspensão do abastecimento. O jeito é organizar a logística da obra com antecedência, pois essa manutenção não comporta adiamento ou paliativos.

Os advogados Michel Rosenthal Wagner e Alessandra Negrão Elias Martins realizaram no último mês de maio, na Subseção de Pinheiros da OAB-SP, palestras sobre conflitos relacionados ao consumo de drogas em condomínios.

O consumo precoce de álcool e a influência dos próprios familiares e amigos representam uma das principais aberturas ao uso das drogas ilícitas na comunidade, escolas e, por extensão, nos condomínios, afirma o psicólogo Nelson Luiz Raspes, especializado no atendimento a dependentes químicos.

O diálogo é o principal e melhor caminho para lidar com problemas relacionados ao uso de drogas, sexo nas áreas comuns e festas do barulho, mas nem sempre funciona. A maioria envolve adolescentes e os gestores reclamam da falta de apoio dos pais. Nesta reportagem, eles relatam como têm agido nesses casos. E os especialistas deixam orientações.

A individualização da cobrança da água consumida pelas unidades dos condomínios verticais encontra dois sistemas no mercado brasileiro: a autogestão e a gestão pela concessionária pública.

A 1ª ABAECON RUN terá o apoio da Direcional Condomínios e pretende mobilizar os empreendimentos para levarem o maior número de participantes aos Parques Cândido Portinari e Villa Lobos, na zona Oeste da Capital Paulista.

Tema: O SÍNDICO E A GESTÃO SEGURA DO CONDOMÍNIO
Orientação e Alertas sobre os Riscos nas Edificações; Gestão de Conflitos; Liderança, Autoridade & Credibilidade

Gerente de negócios de uma empresa de tecnologia e gestão da medição do consumo de água, gás e energia, Marco Aurélio Teixeira apresenta, a seguir, em entrevista à revista Direcional Condomínios, uma síntese dos processos relativos à individualização da água.

O evento ocorrerá no próximo dia 28/06/2018, a partir das 18h30, na sede do CRA-SP. Organizado pelo GEAC (Grupo de Excelência em Administração de Condomínios), a palestra será gratuita.

Em entrevista à Direcional Condomínios, a síndica profissional Tania Goldkorn explica porque tem estimulado a implantação de hortas nos condomínios que administra. Fala ainda da maneira como faz a manutenção do espaço e gerencia a colheita, que beneficia moradores e funcionários. Tania atua como profissional desde 2013 em São Paulo e hoje atua em oito condomínios.

Evento acontecerá no próximo dia 19/06, a partir das 19h, na Seccional Pinheiros da OAB-SP.

Ano passado, a síndica profissional Mariza Carvalho Alves de Mello iniciou um processo de vistoria e troca dos equipamentos hidráulicos das 26 unidades do Condomínio Uirapuru, prédio construído em 1970, na região do Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

Síndico profissional há mais de 20 anos, com 20 condomínios em carteira e consultoria em outros 70, Aldo Busuletti aponta que houve altos e baixos no histórico da terceirização no segmento.

Ex-recepcionista em um shopping center, Ana Claudia A. Paiva se depara hoje com o vaivém do controle de acesso de um condomínio de três anos de implantação, com 96 unidades de três dormitórios e equipamentos completos de lazer, na zona Sul de São Paulo. Há pouco mais de seis meses ela foi contratada como porteira pela empresa de terceirização, seu primeiro trabalho na área.

Um empreendimento misto implantado há cerca de seis anos na região do Portal do Morumbi, zona Sul de São Paulo, com torre de escritórios, um centro de compras e um condomínio-clube, além de uma área de proteção ambiental, é um claro exemplar de como a terceirização de serviços pode funcionar como ferramenta estratégica de gestão.

Mesmo que não seja obrigatória, “a proteção vertical ou impermeabilização de fachada aumenta a resistência das superfícies contra a penetração de agentes agressivos, aumentando a vida útil da estrutura”, afirma o engenheiro civil José Miguel Farinha Morgado, diretor-executivo do Instituto Brasileiro de Impermeabilização (IBI).

Os moradores de um residencial localizado na praia José Menino, em Santos, litoral de São Paulo, levaram um susto na manhã do dia 5 de maio, um sábado, quando revestimentos cerâmicos do alto da fachada desprenderam e caíram sobre veículos.

Ao converter atrasos e débitos das contribuições ordinárias e extraordinárias do condomínio em títulos executivos extrajudiciais, o novo Código de Processo Civil deu força aos síndicos para combater a inadimplência. Os gestores, porém, têm preferido dialogar antes de recorrerem à Justiça.

Em entrevista concedida à revista Direcional Condomínios, o síndico profissional Waldemar Tubor, que atua desde 2002 na gestão desses empreendimentos, destaca abaixo o impacto dos atrasos e dívidas dos condôminos sobre a execução orçamentária e a manutenção dos prédios, entre outros.

Para enfrentar o cenário do aumento do número de ações que cobram dívidas de condomínio, síndicos apostam em estratégias capazes de reduzir os passivos ou até zerar a inadimplência.

A Lei Federal 13.105/2015, que introduziu o novo Código de Processo Civil (CPC), com vigência desde março de 2016, possibilita acelerar os trâmites judiciais de cobrança dos boletos em atraso (considerados títulos executivos). Nesta entrevista, o síndico profissional Waldemar Tubor fala da experiência do uso da medida nos condomínios que administra.

Para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente (comemorado em 5/06), a Direcional Condomínios registra experiências de síndicos focados em diminuir o consumo de água e energia, reciclar os resíduos sólidos e até cultivar hortas em vasos e jardins dos prédios.

Em nota divulgada em abril passado, o CRA-SP (Conselho Regional de Administração) defendeu que a atividade de sindicância por profissional externo ao condomínio seja regulamentada mediante as inúmeras responsabilidades legais que recaem sobre o exercício da função.

A maior feira de segurança da América Latina, a 21ª Exposec, foi aberta hoje (22/05) em SP, Capital. A Direcional Condomínios está acompanhando todas as novidades do setor, a partir de seu estande, localizado na Rua 700.

As bombas ligadas ao sistema hidráulico das edificações são equipamentos de longa durabilidade no tempo, apesar do funcionamento contínuo de muitas delas, em especial daquelas responsáveis pelo abastecimento da água de consumo.

Em março de 2017, o Governo Federal sancionou a lei 13.429, atualizando a legislação anterior sobre o trabalho temporário e consolidando a terceirização, até então regulada por uma Súmula do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e restrita a atividades-meio.

Graduado em Segurança do Trabalho e Administração, o consultor João Carlos Tobias anota que a revolução tecnológica tem exigido profissionais cada vez mais preparados, os quais devem ser treinados e atualizados pelas prestadoras de serviços, de maneira a evitar riscos de acidentes de trabalho. João Carlos atuou na Polícia Científica do Estado de São Paulo por 37 anos.

A internet abriu novas possibilidades à gestão da mão de obra terceirizada, afirma Fabrício Souza, diretor de negócios de uma empresa do setor.

O segmento da terceirização tem procurado colocar novos parâmetros para a contratação de seus serviços pelos condomínios, que contemplem benefícios que estejam além do menor custo em relação àquele gerado pela mão de obra direta.

Entre os dias 25 de setembro e 8 de outubro do ano passado, o Nu Festival, promovido pela startup brasileira Nubank, do setor financeiro, com a curadoria do Coletivo Instagrafite, promoveu intervenções artísticas nas fachadas de seis prédios localizados na região de Pinheiros, zona Oeste de São Paulo.

Depois de onze empresas chamadas e oito entrevistadas para fazer a lavagem das pastilhas do prédio de 45 anos, a síndica Maria Lucia de Carvalho Marques decidiu contratar o apoio de uma engenheira civil para ajudá-la a consolidar as informações recebidas e a desenhar um escopo mínimo dos serviços necessários.

Decisões judiciais recentes impõem aos condomínios a necessidade de atender à parcela de seus residentes com problemas de mobilidade e deficiência. Os desafios são imensos para os síndicos. Segundo dados compilados pelo Eng. Civil Marcus V. F. Grossi, entre 40 projetos ou novas edificações vistoriadas, nenhuma atende integralmente aos padrões normativos.

A variedade de ferramentas tecnológicas no mercado possibilita que cada prédio adote um sistema personalizado à sua realidade na busca por segurança, praticidade e redução de custos.

Na madrugada deste dia 8 de maio, em que se completou uma semana do desabamento do prédio do Largo do Paissandu, a cidade de SP voltou a registrar novo incêndio em um prédio, desta vez num condomínio residencial da Rua Haddock Lobo, esquina com a Av. Paulista.

O síndico Cássio H. Daher convive há dois anos com o sistema de portaria virtual no edifício onde mora, na região do Aeroporto, zona Sul de São Paulo. Com apenas 16 unidades, o condomínio mantinha uma taxa elevada de rateio para manter a equipe de funcionários. Por isso, depois de pesquisar cinco empresas e conhecer in loco três experiências bem-sucedidas com o sistema, resolveu adotá-lo, com aprovação em assembleia.

A confiança e o domínio de novas tecnologias pelos usuários vêm alterando a visão dos condomínios sobre segurança. A presença humana continua importante nos controles de acesso, mas estes incorporam cada vez mais soluções online de atendimento e monitoramento, como portaria virtual, híbrida ou automatizada.

A legitimidade e a produtividade de uma assembleia de condôminos dependem do cumprimento de regras previstas em lei e na convenção, assim como do comportamento daqueles a conduzem. Confira como proceder.

A Seccional Pinheiros da OAB-SP, em São Paulo (SP), promoverá, no próximo dia 15 de maio de 2018, um encontro sobre "Conflitos em Condomínios: Drogadição e a utilização de métodos consensuais. Mediação e justiça restaurativa".

A revista Direcional Condomínios visitou nesta quinta-feira (19/04/2018) a fábrica da Elevadores Otis em São Bernardo do Campo, na Região Metropolitana de São Paulo. A equipe da Direcional foi recebida pelo presidente da empresa para a América do Sul, Julio Bellinassi, e o gerente sênior do centro de modernizações da empresa, Edilson Rosin. A empresa já disponibiliza no mercado modelos de comandos que podem ser acessados remotamente pelo seu centro de operações para correção à distância de alguns tipos de problemas.

Nos próximos dias 22 a 24 de maio, em São Paulo (SP), a revista Direcional Condomínios estará novamente como expositora da Exposec 2018, maior feira de segurança do Brasil. Em um estande maior, localizado na Rua 700 (no 740), a Direcional irá receber os players que atuam com sistemas de segurança voltados para as edificações, como fornecedores e instaladores, além dos síndicos e gestores prediais.

A obrigação vale para os projetos de edificação protocolados a partir desta semana, mais precisamente de 10/04/2018, e envolve banheiros destinados ao público, como os de salões de festas, piscinas, academias e churrasqueiras dos condomínios residenciais, entre outros.

A Direcional Condomínios promoveu nesta quarta-feira (11/4/2018), em São Paulo (Capital), a 4a rodada do Curso de Qualidade no Atendimento, voltado às equipes que trabalham nas empresas anunciantes da revista.

Evento acontece em São Bernardo do Campo (no ABC Paulista) no próximo dia 26 de abril, quint-feira, a partir das 19hs, com o Ten. Cel. José Elias de Godoy. A iniciativa é da Nova Brasil, do segmento de terceirização de serviços.

O técnico Ivan Martinez, que atua há cerca de 20 anos com projetos e execução de obras em condomínios, apresenta aos síndicos alguns itens da ABNT NBR 5.410/2008 que merecem atenção e/ou revisão para adequar o prédio a um processo de AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros):

Uma dúvida tem surgido em alguns condomínios, segundo relatos colhidos dos gestores: A quem compete pagar a conta da atualização das prumadas que saem do centro de medição e levam a corrente elétrica até as unidades?

Os gestores parecem cada vez mais conscientes da necessidade de incluir a elétrica no escopo das modernizações inadiáveis das edificações.

A carbonatação no concreto representa fenômeno comum nas construções e edificações, ela constitui um tipo de manifestação patológica que contribui para diminuir “a vida útil das edificações”, aponta o engenheiro civil Eduardo Araki.

No processo de recuperação e modernização do Condomínio Torre da Roma, edifício comercial de 2002 localizado no bairro da Lapa, zona Oeste de São Paulo, o corpo diretivo acabou apostando há cerca de um ano no quesito agilidade para resolver as infiltrações que afetavam os subsolos.

Enquanto o condomínio consegue conviver com a realidade de calhas instaladas em garagens de subsolo para controlar os efeitos das infiltrações, a coletividade vai protelando a resolução do problema, apesar dos riscos que isso traz a médio e longo prazo.

O vice-presidente do Ibape-SP (Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia), o engenheiro civil José Ricardo Pinto, repassa a seguir as principais causas de problemas nos pisos de garagem e avalia algumas alternativas de acabamento.

O engenheiro Marcus Vinícius Fernandes Grossi recomenda aos síndicos evitar a aplicação de resinas em “subsolos que estejam abaixo do nível do lençol freático, sem uma proteção prévia à umidade do vapor”.

Garagens em subsolo, no térreo ou elevadas trazem sistemas construtivos diferentes, com desempenhos variados do acabamento de suas superfícies e, consequentemente, natureza diversa de problemas, aponta o engenheiro civil Claudio Eduardo Alves da Silva.

É preciso que síndicos estejam atentos aos novos prazos de envio de dados relativos aos trabalhadores junto ao eSocial. Integração ao sistema começa no dia 1° de julho.

A hospedagem remunerada em unidades residenciais por aplicativos provoca um choque entre o direito de propriedade e o direito coletivo da comunidade residencial, garantido este por meio de regras de convivência, usos e responsabilidades pelos equipamentos comuns. Este é o entendimento de alguns advogados da área de condomínios, como de Alexandre Callé.

Com mudanças no Regulamento Interno (RI), edifícios residenciais aprovam regras que chegam a inviabilizar a locação temporária através de aplicativos.

A atual normatização brasileira, acompanhada de maior rigor na legislação, tem obrigado a um “amadurecimento” das construtoras e dos prestadores de serviços na área das edificações, aponta o arquiteto e perito Daniel Cyrino Pereira.

Em fevereiro, a Direcional falou das responsabilidades pelas reformas nas unidades, diante da necessidade de se preservar as instalações do condomínio. Agora, esta edição trata das obras nas áreas comuns e traz experiências de compartilhamento desses processos entre síndico, conselho e moradores.

A vida moderna, a tecnologia e a internet abriram novas possibilidades de renda e formas diferenciadas de trabalho. O que fazer quando elas ocorrem dentro das unidades?

Treinamento é gratuito e voltado aos gestores e equipes das empresas anunciantes da revista.

Evento acontecerá nos dias 8 e 10 de maio e será conduzido pelo advogado Cristiano De Souza Oliveira, especialista em condomínios.

Pequenos e micro empregadores do País, incluindo condomínios, deverão iniciar sua integração ao eSocial no dia 1º de julho. Palestra gratuita dará orientações aos síndicos e administradoras de São Paulo (SP).

O ano de 2017 registrou aumento do número de mortes no País causadas por acidentes com eletricidade (choque, raio e incêndios por curtos-circuitos).

Circulares encaminhadas sistematicamente aos moradores indicam a urgência que a síndica Eliane Bezerra Martins sente para dar andamento aos trabalhos de retrofit elétrico no Condomínio Edifício Tropical, um residencial de 93 apartamentos construído em 1963, na Barra Funda, zona Oeste de São Paulo. Ali, os serviços têm sido contratados por etapa, por limitação orçamentária. Mas eles não podem esperar. E a síndica procurar alertar a todos moradores para que evitem usar aparelhos simultaneamente enquanto o sistema não estiver modernizado. Gestora desde 2014, Eliane vem “apagando incêndios” desde então.

A partir de sua experiência na impermeabilização da superfície do Condomínio Edifício Rousseau, o síndico Octávio Carlos Machado deixa a seguir dicas aos seus colegas para evitar problemas com esse tipo de obra.

Umidade e infiltrações apresentam origens diversas e podem demandar um verdadeiro “combo” nos reparos e intervenções.

Projetos equivocados, falhas na execução ou manutenção, além do mau uso, provocam a deterioração das quadras esportivas nos condomínios.

O Portal Administradores define o Supply Chain Management (Gestão da Cadeia de Suprimentos) como uma “uma nova concepção de como fazer logística”, atendendo a “altos níveis de serviços, com menor custo total, visando criar valor para os clientes e alcançar vantagens competitivas”.

A "missão" se impõe à maior parte dos síndicos: É preciso segurar o rateio, cortar excessos, suportar os dispêndios e aumentar os investimentos. Mas como fazer isso sem comprometer o condomínio?

Um público de 100 gestoras marcou presença no Encontro Especial promovido pela Direcional, muitas delas atuando na sindicância profissional, ou seja, representando uma carteira bem maior de condomínios.

A Lei 13.467/17, mais conhecida como reforma trabalhista e que entrou em vigor em novembro do ano passado [e já alterada pela MP 808/2017, no que tange ao direito material], trata de novas relações de trabalho, ampliando as modalidades de contratação dos colaboradores, afirmou o advogado Cristiano De Souza Oliveira na palestra final do Encontro Especial das Síndicas.

O “sucesso” na gestão de um condomínio exige grande dose de “segurança” e “sossego”, desde o ponto de vista jurídico ao patrimonial, predial e nas relações humanas. Pois os síndicos são designados para administrar os interesses e o bem-estar de uma coletividade.

O administrador e controller Clóvis Barbosa atua como síndico orgânico e profissional desde 2016. Recém-chegado à atividade, ele se deparou com inúmeros vícios na administração cotidiana dos condomínios. Clóvis foi gerente administrativo e financeiro de grandes empresas e, a partir dessa experiência, pôde identificar falhas (apontadas a seguir) e adotar um modelo básico (descrito ao final deste texto).

A preocupação com a lisura, transparência e a qualidade dos serviços executados está na mesa do síndico, que hoje recorre a auditorias frequentes ou pontuais nas contas e contratos, de forma a assegurar os interesses da coletividade. A partir de sua experiência no atendimento aos condomínios, o auditor Ivo Cairrão apresenta ao leitor da Direcional Condomínios sugestões que, incorporadas à gestão do prédio, ajudarão a evitar erros ou a aprimorá-la.

A Ética, mais do que um conjunto de valores, expressa um modo de vida em consonância com o bem e a dignidade. A Direcional Condomínios entrevistou síndicos e especialistas para destacar o que eles consideram relevantes à mobilização de um ambiente favorável à tolerância, à participação, ao respeito entre os indivíduos e à coletividade.

O Encontro ocorreu no último dia 06/02, em São Paulo (SP), antecipando a homenagem da revista ao Dia Internacional da Mulher (Comemorado em 08/03). A Direcional antecipa sempre esse evento para o mês de fevereiro de forma que a edição impressa de março possa prestar uma deferência especial às síndicas e demais gestoras dos condomínios.

Em evento promovido no último dia 06/02, a Direcional Condomínios reuniu cerca de 100 síndicas, em um total de 120 participantes, entre 8h e 12h30, em São Paulo (SP).

Segurança e economia de energia são duas fortes razões para que os síndicos busquem atualizar e/ou adequar as instalações elétricas do prédio.

Além da instalação adequada do gerador, é importante ao condomínio fazer a manutenção periódica do equipamento, para que ele não falhe justamente no momento da falta de energia na rede elétrica. Os geradores podem ser implantados tanto na função de conforto quanto na de emergência.

Técnico em edificações, o prestador de serviços Ivan Martinez começou a reaproveitar os restos de pisos e demais revestimentos retirados para a execução de manta asfáltica nas superfícies dos condomínios que atende.

O engenheiro civil Marcelo Urquiza, há 14 anos atuando com impermeabilização e sistema de injeção, observa que as falhas que originam boa parte das infiltrações nas lajes de cobertura decorrem da própria característica de construção da edificação. “São falhas estruturais, pois foram introduzidas no dia da concretagem ou na sua preparação.

Quando se agravam os danos causados por infiltração em superfícies, lajes e pilares do subsolo, os síndicos logo imaginam que a resolução do problema esteja na contratação de serviços extensos e custosos.

A gerente predial Denise Zucarone, do Condomínio Residencial Maison Mont Blanc, em Alphaville (Barueri), sempre teve habilidade em trabalhar com pessoas e exibe no currículo passagens na área educacional, no marketing e na organização de eventos.

Muita coisa tem mudado na função de zeladoria, como sua promoção ao nível gerencial entre os prédios maiores e a chegada de mulheres para exercerem um trabalho que antes parecia reservado aos homens. Mas sua relevância permanece e exige cada vez mais proatividade, como mostram os perfis desta reportagem.

O cumprimento à ABNT NBR 16.280 é obrigatório, afirma o advogado Cristiano De Souza Oliveira.

Síndicos e condôminos são responsáveis pela manutenção e integridade das edificações, incluindo obras nas áreas privativas. Em 2014, a ABNT editou a NBR 16.280, revisada em 2015, com o objetivo de regular essas intervenções e evitar tragédias como o desabamento de prédios. Saiba como normatizar isso no condomínio.

Colocar a manutenção preventiva e corretiva em dia possibilita ao síndico diminuir custos no médio e longo prazo, ao eliminar a necessidade de obras complexas e vultosas no futuro, e a viabilizar melhorias (como a modernização das instalações).

A Direcional Condomínios disponibiliza logo abaixo um guia preparado pelo engenheiro civil Claudio Eduardo Alves da Silva, com a ideia de propor aos síndicos a elaboração de um Manual de Reforma personalizado, contendo os procedimentos adequados às intervenções nas áreas privativas. 

Coberturas em policarbonato e vidro, com gradil de sustentação em aço galvanizado ou alumínio, se tornaram elementos indispensáveis nas melhorias, reformas e mesmo retrofit das edificações, com vistas principalmente a proteger condôminos e visitantes.

A sinalização e comunicação no condomínio serve à identificação das instalações e equipamentos; às advertências de uso das áreas comuns; à orientação de deslocamento, especialmente a rota de fuga em caso de incêndio; e à acessibilidade de pessoas com mobilidade reduzida, portadoras de deficiência visual ou cadeirantes, entre outros.

O síndico Roger Prospero promoveu ampla reforma na academia do condomínio em que vive e atua como orgânico, em 2015, visando à modernização total do espaço.

Prédios mais antigos, com Convenção e Regulamento Interno em vigor há cerca de 30 ou 40 anos, ainda proíbem a posse de animais nos apartamentos, enquanto, na prática, os pets se tornam cada vez mais numerosos mesmo nessas edificações.

O pet place é área de uso coletivo, portanto, se não estiver bem cuidado, ele poderá atuar como mais um ambiente de contaminações e transmissão de doenças, a exemplo de calçadas externas, praças e parques.

Os animais de estimação ganharam espaço como amigos do homem e importantes aliados no combate ao estresse da vida contemporânea. Mas eles necessitam de tratamento adequado à sua natureza, tanto pela própria saúde quanto pela da vizinhança, dentro e fora do condomínio.

A prevenção de acidentes nas edificações demanda grande abrangência de ação por parte dos síndicos e zeladores, aponta o consultor Carlos Alberto dos Santos, profissional egresso do segmento de seguros e de gestão de riscos.

O engenheiro civil Marcus Vinícius Fernandes Grossi, a partir de vistorias realizadas em condomínios, desenvolveu dois estudos, publicados no site da Direcional Condomínios, identificando inúmeros erros encontrados nas áreas e equipamentos de playgrounds. Esses geram sérios riscos de acidentes aos usuários, em geral crianças até 12 anos.

Usos e instalações inadequadas geram riscos contínuos nas áreas externas dos condomínios e apartamentos. A face mais visível e traumática disso está nas ocorrências frequentes de incêndios noticiadas pela mídia. Mas o perigo se encontra além e sempre muito próximo, de onde menos se espera!

Reportagem com o advogado Cristiano De Souza Oliveira

O imediatismo que marca a vida atual, somado a problemas construtivos nos novos prédios, elevou o potencial de conflitos no condomínio. O síndico profissional Adriano Santos fala sobre sua experiência com o diálogo e a mediação no ambiente coletivo.

Em Pauta, os “S” da Gestão das Síndicas: Sucesso, Segurança e Sossego. Uma Comemoração pelo Dia Internacional da Mulher. Em 06/02/2018, a partir das 8h.

Pelo 3º ano consecutivo, a Câmara Municipal de São Paulo receberá especialistas para debater o tema "Como Viver Bem em Condomínio". Neste ano, o encontro está agendado para o próximo dia 30 de novembro, no Auditório Prestes Maia, 1º andar, entre 18h30 e 21h.

O profissional da área de Educação Física, Marcelo Martinelli, deixa a seguir orientações aos síndicos que pretendam investir na modernização ou implantação de uma academia no condomínio. Marcelo é pós-graduado em gestão esportiva e prestador de serviços de assessoria aos condomínios.

As síndicas Christiane Riginik Castanheira e Mila Fernandes da Rocha têm sido personagens frequentes nas reportagens da Direcional Condomínios, que destacam projetos inovadores e/ou ousados de modernização dos prédios. Novamente ambas aparecem em mais uma matéria, agora na área de fitness.

Em sua palestra no Encontro dos Síndicos realizado pela Direcional Condomínios, no último dia 5 de outubro em São Paulo, o consultor em segurança José Elias de Godoy voltou a defender que os síndicos e condôminos pensem de forma integrada a proteção das edificações.

A ideia do Vizinhança Solidária brotou em 2003 no município de Santo André, no Grande ABC (SP), mas foi a partir da divulgação e dos resultados obtidos pelos prédios do Itaim Bibi que a proposta acabou se notabilizando.

Condomínios em São Paulo, Capital, estão se articulando para reforçar o sistema de segurança em sua área externa, ao integrar a comunicação com os demais prédios, trocar informações sobre tentativas ou ocorrências de invasão, orientar funcionários e moradores, além de prevenir novas ações dos bandidos.

Mais funcionais e adaptados às necessidades das edificações, os acessórios estão disponíveis no mercado hoje com maior variedade e prometendo melhor desempenho, como cadeira ergonômica para a portaria, cestos de transporte de lixo com roldana, mops de limpeza econômica e dispensers para reposição de toalhas de papel e sabonete líquido.

A Direcional Condomínios antecipou o Encontro dos Síndicos de 2017 com o objetivo de lhes homenagear nesta edição de novembro/dezembro, pelo seu dia. No último dia 5 de outubro, a revista os reuniu com os especialistas José Elias de Godoy e Cristiano De Souza Oliveira, sob o patrocínio inestimável da BLOCKSYSTEM Impermeabilização Inteligente; EMMO Serviços Terceirizados; e SPECTRO PINTURAS Prediais e Industriais.

Uma temporada explosiva, que associa calor e chuvas excessivas, põe os condomínios em alerta para intensificar ações preventivas contra a proliferação de insetos (Aedes aegypti e cupins), aracnídeos (escorpiões), quirópteros (morcegos) e roedores, bem como contra os riscos de entupimentos.

Entrevista sobre Condomínio Solidário, por Hernan M. De Villar

Apesar de toda correria com o trabalho, o trânsito e a família ao longo do ano, síndicos e condôminos se mobilizam para garantir o amparo a pessoas carentes. O benefício é de todos, pois campanhas como a do agasalho e do Natal contribuem para humanizar as relações no condomínio.

Todo condomínio deve possuir um plano de gestão de crises, incluindo situações de óbito, defende o advogado Cristiano De Souza Oliveira. A seguir, em depoimento concedido à Direcional Condomínios, ele orienta os gestores sobre como dar o apoio necessário e adequado mediante o falecimento de um morador em sua unidade.

Um perfil de gestão de crise pela síndica Lurdes de Fátima Affonso Antonio

"Se quisermos construir algo a mais do que está aí, teremos de arregaçar as mangas no cotidiano mesmo, nesses pequenos/grandes atos que provocam o bom no outro - a 'gentileza' é um bom e fácil exercício" / Entrevista com o advogado Michel Rosenthal Wagner.

Organizado pela J.I Prevent (Consultoria e Treinamento) e com apoio da ACAI (Associação Comercial de Itanhaém/SP), evento acontecerá em 11 de novembro, entre 8h30 e 13h30. É gratuito e receberá inscrições até dia 9/11. As vagas são limitadas.

Promovido pela OAB de São Paulo, encontro acontecerá no próximo dia 24 de outubro, a partir das 19h.

Uma edição atualizada e ampliada do livro será lançada no próximo dia 24 de outubro, em SP (Capital). Evento terá palestra voltada a síndicos, gestores e profissionais da área.

O governo sancionou em agosto passado a Lei Federal 13.477, que trata da instalação de cercas ou barreiras eletrificadas nos domicílios brasileiros. Ela imputa responsabilidades aos proprietários e/ou ocupantes dos imóveis em relação a cuidados na implantação desses equipamentos, como:

O arrombamento de uma unidade do Condomínio Edifício Flávia e Fernanda, empreendimento de duas torres localizado no bairro da Aclimação, área central de São Paulo, deu o alerta para os seus moradores há cerca de três anos.

Balanço divulgado pela Aabic (Associação Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo) aponta queda de 34,22% nas ações de cobrança de condomínio por falta de pagamento em São Paulo (Capital), comparando-se o último mês de setembro (com 969 ações) com agosto passado (1.473 ações).

Uma análise do Eng. Civil Marcus Vinícius Fernandes Grossi

Pisos moldados in loco ou instalados em placa, alguns dispensando a necessidade de contrapiso; muitos deles sustentáveis, pois feitos com material reciclado e propriedades drenantes; e com capacidade de amortecimento de impacto e densidade visando atenuar riscos de lesão em casos de queda. Essa é a configuração top das superfícies e revestimentos para playgrounds oferecidos com ampla variedade pelo mercado brasileiro.

O Sindicato das Empresas de Elevadores do Estado de São Paulo (Seciesp) estima que pelo menos 40% dos elevadores em operação na cidade de São Paulo demandam modernização.

O Condomínio Edifício The Point foi entregue em 1994 com 23 paradas de elevadores (3 subsolos, térreo e 19 andares), sem que isso beneficiasse o acesso à área de lazer, com piscina, solário e churrasqueira, localizada na cobertura.

O condomínio Edifício The Point completará em breve um ano da modernização de ambos os elevadores de sua torre única, a qual envolveu um ousado projeto de aumento de parada dos equipamentos, do 19º para o 20º andar, para facilitar o acesso dos moradores e funcionários à área de lazer na cobertura.

Os gestores Adriano Santos e Raphael Davoglio, profissionais que atuam em parceria na sindicância de cinco condomínios-clubes, têm promovido workshops  junto aos moradores.

A síndica Ana Cristina Falletti Gonsalves administra o Condomínio Edifício Ana Claudia, em Moema, zona Sul de São Paulo, desde 2002. Ela acumula funções: além da sindicância propriamente dita, faz o papel de administradora. Até a emissão de boletos é realizada pela síndica.

Em entrevista à revista Direcional Condomínios, o advogado Cristiano De Souza Oliveira (Foto), autor do livro “Sou Síndico, E Agora?” (Exclusiva Publicações, 2012), responde a dúvidas sobre representação das empresas de sindicância junto ao condomínio e à Receita Federal.

O advogado Cristiano De Souza Oliveira, que atua há anos com Direito condominial e já foi síndico, costuma ir na contramão de um pensamento predominante, segundo o qual o condomínio deve ser administrado como empresa.

Síndicos profissionais têm presença cada vez mais forte nos condomínios, mas o fato que se destaca nos empreendimentos é a mudança do próprio perfil da gestão. Sejam profissionais ou orgânicos, externos ou moradores, os síndicos devem responder hoje a uma acentuada exigência por eficiência e qualidade de seus atos.

O vandalismo em um condomínio representa “a manifestação de algum conflito latente”, observa a psicóloga Adriana Bandeira, coaching e especialista em desenvolvimento humano, com 20 anos de experiência na área e também em atendimento a adolescentes.

Áreas de lazer amplas, pais muito ocupados e filhos soltos demais: O condomínio deve assumir a tutoria das crianças e adolescentes? O que fazer em casos de agressividade e omissão familiar? Como os síndicos podem distribuir responsabilidades? Confira nesta reportagem dicas valiosas de gestores e especialistas.

Um perfil do trabalho das síndicas Maria Adriana Neves, Martina Alves e Taciana Carreras

O encontro, com inscrições gratuitas mediante doação de leite integral em pó, acontecerá no centro de São Paulo (SP), no próximo dia 26/09, a partir das 19h.

Encontros presenciais acontecerão em São Paulo (SP), entre os dias 4 e 6 de dezembro, sempre no período noturno, e serão ministrados pelos engenheiros civis Marcus Vinicius Fernandes Grossi e Florence Nogueira Fernandes Grossi.

A automação ou portaria virtual implica na necessidade de o condomínio reforçar os procedimentos de acesso e controle, aponta o advogado Cristiano De Souza Oliveira.

“Quando o síndico começa a entender como funciona a portaria virtual, percebe que terá que enfrentar uma série de barreiras. Mas, conforme as pessoas vão entendendo a operação, veem que o sistema pode operar até melhor.” (Sérgio Meira de Castro Neto)

Pressionados pela violência nas cidades e pelo aumento dos custos, com pouca margem para reajustar a taxa condominial, os gestores estão procurando otimizar o controle de acesso dos prédios.

A ONG Criança Segura e o Portal Papo de Mãe lançaram no meio deste ano a campanha “Quero meu parquinho seguro”.

Desde junho de 2013 vigora no Brasil a ABNT NBR 16071/2012, elaborada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas, estabelecendo inúmeros requisitos de segurança para as áreas de playground, incluindo brinquedos, pisos com absorção de impacto, métodos de ensaio na fabricação dos equipamentos, projetos da área, instalação, inspeção, manutenção e utilização.

A chegada de novos empreendimentos de classe média na região do Shopping Taboão, no município de Taboão da Serra, Região Metropolitana de São Paulo, tem sido uma das motivações para que os condôminos de um dos residenciais mais antigos do local se mexam para recuperar as instalações de suas três torres e áreas comuns.

Ausência de informações e desconhecimento acabam comprometendo, “muitas vezes”, a possibilidade de o condomínio acompanhar e medir os serviços de uma empresa de manutenção de elevadores, aponta o engenheiro Antonio Luiz Caldeira.

Com cerca de 28 anos de experiência na área de elevadores, o engenheiro de controle de automação Antonio Luiz Caldeira destaca que os síndicos podem adotar diferentes medidas visando à racionalização dos custos de manutenção desses equipamentos.

Síndica desde 1994 de um condomínio de sete torres e 728 apartamentos, o Residencial Interlagos, na zona Sul de São Paulo, a síndica Maria Virgínia Santos exigiu um posto permanente de manutenção para os elevadores, com presença diária do técnico, de segunda a sexta-feira, em horário comercial.

Empreendimentos apostam na sofisticação das áreas comuns como forma de melhorar a sensação de bem-estar do morador e valorizar os imóveis.

Ao mesmo tempo em que facilitar a rotina dos moradores no interior dos condomínios reduz a necessidade de deslocamentos e agrega qualidade de vida nas metrópoles congestionadas, isso traz um risco indesejado de confinamento, alerta o arquiteto e urbanista Leonardo Musumeci, que atua como subsíndico em seu prédio, o Condomínio Huma Klabin, localizado na Vila Mariana, em São Paulo.

O diretor de condomínios Marcio Bagnato, que possui em sua carteira de administração diversos empreendimentos com perfil clube e/ou de serviços, observa que poucos deles estão aproveitando “os excelentes espaços” entregues dentro do “conceito vendido pelas incorporadoras”, no sentido de oferecer atividades aos moradores, com custos reduzidos.

Síndico do Condomínio Flamboyant, edifício de apenas 11 unidades situado em área nobre do Morumbi, Luciano Gennari acaba de estabelecer parceria com uma empresa de lavagem de carros a seco.

Serviços pay-per-use para lavanderias e arrumadeiras; feiras livres, deliveries de carnes e alimentos prontos; food trucks e padarias; bares na piscina; assessoria esportiva; lavagem a seco para carros; pet care; salão de beleza; sala de massagem etc. As comodidades chegam aos moradores dos prédios, mas ampliam o escopo de trabalho, custos e as responsabilidades dos gestores.

O Condomínio Edifício Anita nasceu em 1963, na região da Avenida Paulista, em São Paulo, com apenas parte do projeto original executado.

O playground constitui espaço de recreação nos condomínios, mas sua função vai muito além disso. Segundo a psicóloga Sirlândia Reis de O. Teixeira, “muitos estudos mostram a relação entre o desenvolvimento motor e o equilíbrio adquirido nas atividades físicas proporcionadas pelo playground, que são capazes de favorecer ainda os aspectos cognitivos, afetivos e sociais”.

A palestra será proferida pela Profa. Rosely Schwartz, no dia 28/09, em SP.

Inscreva-se, evento gratuito. Mas sugerimos que você leve um pacote de fraldas geriátricas (opcional)*.

A norma técnica ABNT NBR 14.432/2000, relativa às exigências de resistência ao fogo de elementos construtivos, bem como a Instrução Técnica IT 14/2011, do Corpo de Bombeiros de São Paulo, tratam da carga de incêndio presente nas edificações e áreas de risco, proporcionadas pelo tipo de ocupação, materiais presentes nos ambientes (como mobiliário, elementos decorativos e armazenamento de produtos de limpeza) e respectivo potencial calorífico. Grosso modo, ambas as normas estabelecem o grau de risco de propagação de fogo conforme a caracterização dos ambientes.

No script de recuperação do Edifício Fontana Di Trevi, o síndico Gerson Fernandes de Godoy considerou como “urgência urgentíssima” a regularização do AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros).

Síndico até junho passado do Condomínio Edifício Maria Antonieta, situado no bairro do Paraíso, em São Paulo, o engenheiro civil Vítor Loureiro desencadeou no residencial, nos últimos dois anos, a modernização das áreas comuns, especialmente da churrasqueira e do gradil da frente do prédio.

Os contratos de manutenção dos elevadores na cidade de São Paulo podem ser executados “por qualquer empresa legalmente habilitada para este fim”, afirma o novo presidente do Seciesp, o empresário Marcelo Braga.

O elevador é um equipamento de transporte vertical com identificação própria, cujo funcionamento é regido por leis e normas, entre elas, aquela que obriga à expedição de um Relatório de Inspeção Anual (RIA) na cidade de São Paulo, através de uma empresa especializada em manutenção, para que se renove sua licença de funcionamento.

Um morador que tenha seu apartamento do último andar atingido por infiltração decorrente da falta de manutenção das instalações da cobertura, ou que observe a queima de aparelhos eletroeletrônicos pela ineficiência do sistema de para-raios, poderá processar o condomínio, que “fatalmente será condenado a ressarcir os danos causados”, afirma o advogado João Paulo Rossi Paschoal.

Normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho exigem que os prédios disponibilizem na cobertura ou muretas instalações de proteção aos trabalhadores que atuam em serviços em altura e, no caso do trabalho com a fachada, um sistema de ancoragem.

Profissionais que realizam inspeções nas edificações apontam que o topo dos prédios tem sido um dos setores mais negligenciados na manutenção dos condomínios. E ali se encontram sistemas importantes, como a casa de máquinas dos elevadores, reservatórios d’água, barriletes, SPDA e a proteção da laje de cobertura.

Entrevistas com os advogados Cristiano De Souza Oliveira e Michel Rosenthal Wagner

Todo síndico tem histórias para contar sobre um tipo de condômino que desrespeita reiteradamente as normas do prédio. Ele forma uma minoria barulhenta, conturba o ambiente e testa a paciência do gestor. É o típico “vai que cola”, indivíduo que procura “vencer” na base do cansaço.

Um perfil da gestão dos síndicos Alessandro Paris e Eduardo Arruda

Em entrevista à Direcional Condomínios, o advogado especialista na área, João Paulo Rossi Paschoal, fala sobre a responsabilização pelos danos causados por falhas construtivas (vícios ocultos, aparentes e "defeitos de produtos") ou abandono da manutenção nas edificações. Em análise, situações relativas ao topo dos prédios.

O advogado e especialista na área de condomínios, Cristiano De Souza Oliveira, é o convidado para a palestra agendada pela Associação Comercial de São Paulo para o próximo dia 9 de agosto, a partir das 18h, no centro da Capital Paulista.

Outra possibilidade de economia d’água está no retrofit de torneiras, registros e válvulas, trabalho que está sendo iniciado no Condomínio Louis Pasteur, torre comercial construída há 54 anos na Avenida Paulista, em São Paulo.

Um verdadeiro sonho de muitos síndicos e condôminos está em conseguir diminuir o número de prumadas hidráulicas com vistas a facilitar a individualização dos medidores.

Condomínio Solar dos Amigos em processo de recuperação das fachadas: De cima para baixo, as fotos mostram a evolução dos trabalhos

Um dos processos mais complexos que os síndicos enfrentam está na recuperação de fachadas com revestimentos em pastilhas e cerâmicas.

Quem passa pela região do metrô Vila Madalena, na zona Oeste de São Paulo, observa o renascimento de um amplo residencial de 30 anos, com dois longos blocos dispostos em “v”, oito fachadas e cerca de 10 mil m2 de superfície de paredes.

Quem está começando os trabalhos de recuperação estrutural e revitalização das fachadas é o Condomínio Edifício Saint Honoré, marco da arquitetura de São Paulo construído na Av. Paulista entre o final dos anos 50 e princípios de 60 por João Artacho Jurado.

Enquanto a recuperação estrutural surge indispensável à segurança e renovação da vida útil da edificação, o retrofit representa um modo de conferir novos patamares de uso, conforto e valorização dos imóveis.

"A previsão orçamentária é o ponto chave da gestão de um condomínio. É preciso muita atenção e empenho na elaboração do orçamento, para que haja a menor diferença possível quando for realizada a comparação entre os valores previstos de receitas e despesas e os valores realizados, recebidos e pagos no mês. Recomendo aos síndicos que analisem o que ocorreu no último ano; que façam uma média desses gastos; e olhem para a frente, para o que vai ter de dispêndio no futuro."

A equipe da Direcional Condomínios esteve envolvida no último mês de maio em três eventos voltados ao aperfeiçoamento do relacionamento com seu público e da qualidade dos serviços oferecidos pela revista.

O dia 14 de junho passado ficou marcado pela tragédia do edifício residencial Grenfell Tower, em Londres, atingido por um incêndio que matou 79 pessoas.

Consultor da área de riscos, Carlos Alberto dos Santos já visitou quase 200 edificações em São Paulo e Região Metropolitana, observando, entre outros, as condições das instalações elétricas, de gás e do sistema de prevenção e combate ao fogo.

O auditor Ivo Cairrão, que atua há mais de 40 anos com governança corporativa, auditoria e combate a fraudes, afirma que ferramentas de gestão empresarial são aplicadas em condomínios muitas vezes sem a mesma nomenclatura. Por exemplo, para a área de compras, ele usa o Plano de Alçadas, metodologia que permite que essas “sejam realizadas sempre dentro do esperado e sem surpresas para os condôminos”.

Síndico desde 2016, mas com ampla experiência em gerência administrativa, financeira e na área de controladoria de empresas privadas, Clóvis Barbosa implantou o Balanced Scorecard (BSC) na gestão de dois condomínios que administra (um como profissional, outro como orgânico – morador).

Diferentes estratégias baseadas na moderna gestão empresarial imprimem um caráter mais profissionalizado à administração do condomínio e possibilitam ao síndico racionalizar custos, viabilizar investimentos, melhorar o ambiente e fidelizar equipes.

Alguns dos sete condomínios administrados pela síndica Patrícia Moreno contratam auditorias mensais nas pastas de contas preparadas pelas administradoras. Isso traz tranquilidade para o conselho e o síndico, observa a gestora, destacando que conselheiros e condôminos buscam hoje maior transparência na prestação de contas.

Despesas com funcionários, água, elevador e energia consomem boa parte da receita mensal de um condomínio. Assim, prestar contas, detalhando todos os gastos aos condôminos, é estratégia essencial a uma boa gestão financeira, de obras e serviços, e à relação de confiança com a coletividade.

Assim como os usuários das redes sociais recebem via smartphone notificações de novas mensagens, curtidas e compartilhamentos de fotos e vídeos, os moradores de um empreendimento de alto padrão localizado no Jardim das Perdizes, região da Barra Funda, zona Oeste de São Paulo, têm acesso a notícias, enquetes, reservas, regulamentos e chegadas de correspondências através de avisos do celular.

O primeiro encontro aconteceu no último dia 31/05, com 33 participantes, representando 20 empresas anunciantes dos serviços prestados pelo Grupo Direcional, que edita a revista impressa há quase 20.

Treinamento é gratuito e voltado aos gestores e equipes das empresas anunciantes da revista.

O advogado Cristiano De Souza Oliveira, consultor, entre outros, de Direito condominial, promoverá sequência de palestras em São Paulo, Capital, no mês de julho, com quatro especialistas que falarão de aspectos diversos relacionados à gestão condominial: Relações trabalhistas; Comunicação em assembleias; Direitos e deveres de síndicos e condôminos, e; Gestão de conflitos condominiais.

A preocupação com a economia e o uso racional da água exige vigilância diária do sistema hidráulico do condomínio.

Durante os meses em que vigorou a política de bônus nas contas da Sabesp para os condomínios que economizassem água, o síndico Daniel Andrade conseguiu uma redução de 20% no consumo do residencial Terraza De España, prédio com 108 unidades entregue em 2007 no bairro Bosque da Saúde, zona Sul de São Paulo.

Em decisão tomada pelo Tribunal de Justiça do Ceará e publicada no último dia 9 de maio, o juiz Antônio Teixeira de Sousa, respondendo pela 25ª Vara Cível de Fortaleza, condenou uma empresa de terceirização a pagar R$ 70 mil de indenização por furto ocorrido dentro de uma unidade residencial.

9 de junho, dia do porteiro - parabéns a todos os profissionais!

Em artigo recém-publicado no site da Direcional Condomínios, o Eng. Civil Marcus Vinícius Fernandes Grossi enumera as funções que os revestimentos exercem na fachada das edificações.

O diagnóstico preliminar das manifestações patológicas acompanhado do elenco das soluções aplicáveis, que possibilitem formar “um edital de concorrência com escopo único de serviços”, poderá facilitar a vida dos síndicos e condôminos na hora de se buscar os orçamentos para a fachada, afirma o técnico em edificações e especialista Ivan Martinez.

A síndica Karin Cerveira, que neste mês de junho completa o segundo mandato na gestão do Condomínio Edifício Sonatta, vem contando com o apoio de uma comissão voluntária de oito moradores para definir a contratação dos serviços de manutenção da fachada.

Um balanço com o advogado Michel Rosenthal Wagner

Diferentes atividades diárias de um condomínio podem ter implicações negativas sobre o meio ambiente, desde o barulho e resíduos gerados por uma obra física, até a forma como se utilizam recursos naturais (água), energéticos, materiais (mobiliário) e insumos (produtos de limpeza).

Gestores avançam em medidas que ajudam a preservar o ecossistema. Algumas ações podem ser simples, como o uso de materiais ecologicamente corretos. Outras exigem a implantação de programas de gestão, caso do lixo. Mas a sustentabilidade inclui ainda trabalhar em prol das relações de vizinhança.

O Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei Federal 13.146/2015) foi publicado em julho de 2015 e passou a valer seis meses depois, em janeiro de 2016, afirma o advogado Alexandre Callé, que tem representado condôminos em ações que cobram responsabilidades de empreendimentos e/ou gestores no atendimento à acessibilidade.

As edificações cujos projetos tenham sido aprovados depois da publicação do Decreto-Lei Federal 5.296/2004, o qual regulamentou a então Lei de Acessibilidade (incorporada agora pelo Estatuto da Pessoa com Deficiência), precisariam atender minimamente aos quesitos desta legislação e das normas técnicas, aponta a arquiteta e urbanista Guiomar Leitão.

Rampas de acesso implantadas pelo Condomínio Top Village (Fotos acima), localizado em Alphaville, Região Metropolitana de São Paulo.

Um Estatuto Federal, leis estaduais, municipais e normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) determinam que haja ao menos uma rota acessível nas áreas comuns dos condomínios (construídos a partir de 2004 ou reformados) e possibilidade de uso universal de seus equipamentos.

Um perfil da gestão da síndica Cecília Helena Silva

Consultor da área de segurança, autor de livros voltados aos gestores dos condomínios e oficial da reserva da Polícia Militar de São Paulo, José Elias de Godoy apresenta a seguir uma análise do perfil das portarias na atualidade, bem como das funções dos profissionais que atuam no setor.

No próximo dia 23 de maio, a Seccional de Pinheiros da OAB – SP, na Capital paulista, irá promover palestras relativas às "Polêmicas sobre o critério de rateio das despesas condominiais – fração ideal, utilidade, uso e igualdade".

O foco é observar de que forma o Plano Diretor, Zoneamento e Código de Edificações impactam sobre a gestão do síndico – tanto nos prédios consolidados, quanto nos novos empreendimentos.

Todo cuidado é pouco quando se trata de garantir o abastecimento da água potável nas unidades, a drenagem do excesso da água da chuva, além do bombeamento de reservas não potáveis (de reúso) para a rega de jardins ou lavagens de pisos externos.

O auditor Ivo Cairrão trabalha há mais de quarenta anos com empresas de todo País em consultoria de governança corporativa, combate a fraudes, treinamentos, arbitragem etc., incluindo, entre seus clientes, condomínios e estacionamentos.

Para o advogado Cristiano De Souza Oliveira, Secretário-Geral da Associação dos Advogados do ABC Paulista, membro da Comissão de Direito Condominial da OAB-SP e da Comissão de Segurança Pública da OAB-SP / Seccional Santo André, a lei sancionada pelo presidente Michel Temer apresenta algumas lacunas.

Entrevista com a síndica profissional Roseane Mary Barros Fernandes

Reportagem com Joelma de Matos Dantas, gerente executiva do Sindeprestem

O presidente Michel Temer sancionou em 31 de março passado a Lei 13.429/2017, conhecida como Lei da Terceirização.

Entrevista - Fachada: Kleber José B. Martins

Ocorrências físicas e estruturais diversas marcam a deterioração das fachadas das edificações, mesmo que, aparentemente, em alguns condomínios, seu efeito estético pareça íntegro e satisfatório.

Reportagem com o arquiteto e urbanista Luiz Frederico Rangel

O condomínio administrado pela síndica Mary Brêtas possui duas torres de 18 andares e 223 apartamentos, com unidades de dois dormitórios de quase 50 m2. O prédio é dotado de pequena quadra, churrasqueira, salão de festas, espaço fitness, cozinha e vestiário para funcionários, mas não dispõe de casa do zelador.

Desde 2014 a cidade de São Paulo protagoniza a discussão e aprovação de leis que estabelecem diretrizes para o uso e a ocupação do solo, com impacto direto sobre o perfil dos condomínios, as relações de vizinhança, o retrofit e a aprovação de obras.

O gestor de condomínios Audrey Ponzoni, diretor comercial e de estratégia de uma grande empresa do setor imobiliário, pondera que “a portaria virtual traz mais benefícios do que o porteiro presente, porém, em algumas ocasiões, este se mostra mais eficiente”.

O síndico Luciano Gennari, do Condomínio Edifício Flamboyant, residencial de apenas onze unidades localizado no Morumbi, zona Sul de São Paulo, optou há cinco anos pela automatização da portaria, preservando somente o manutencista com contrato de trabalho.

A tecnologia oferece muitas opções aos síndicos para organizar o controle de acesso e a segurança do prédio. A portaria virtual (com abertura dos portões por um funcionário remoto) ou a automatizada, com intervenção somente do morador, é o ponto que suscita mais dúvidas entre os gestores. Saiba o quê, quando e como fazer.

Designer de interiores e luminotécnica, a síndica Mari Ester Golin leva ao seu condomínio a experiência acumulada com a repaginação dos ambientes através da iluminação, conferindo um novo status a espaços como salões de festas e jardins.

Acontece, nesta sexta-feira, dia 28 de abril, em Diadema, palestra organizada pelo Grupo CondoCenter, o qual reúne fornecedores, síndicos e profissionais do setor estabelecidos no ABCD, Região Metropolitana de SP.

A Seccional de Pinheiros da OAB – SP, na Capital paulista, irá promover duas rodadas de palestras durante o mês de maio de interesse dos gestores e advogados que atuam na área condominial.

Geralmente destinada ao reúso, a água proveniente do lençol freático (ou da drenagem) deve ser analisada pelo menos uma vez antes que o condomínio passe a empregá-la em fins não potáveis, como rega de jardins e lavagem de áreas comuns.

A seguir, a engenheira civil Rejane Saute Berezovsky, diretora do Ibape-SP (Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia), pontua situações que deverão ser consideradas pelos síndicos e demais gestores ao contratarem manutenção ou obras nos sistemas impermeabilizantes das edificações.

Responsável civil e penalmente pelas ações do condomínio, o síndico acaba respondendo pela qualidade da água potável do prédio proveniente da rede pública, caso em seu sistema de armazenamento e/ou distribuição ocorra contaminação.

Do ático ao subsolo, confira o que é preciso fazer junto aos sistemas impermeabilizantes do condomínio.

O síndico Clóvis Barbosa assumiu o mandato há um ano do Condomínio Portal São Bento e se deparou com uma quadra que já havia sido reformada quatro vezes em menos de duas décadas da entrega do empreendimento pela construtora. “O piso era consertado, mas passava um tempo, bolhas começavam a estourar, danificando o revestimento e formando buracos”, descreve.

Outra possibilidade de recuperação e/ou tratamento do piso da garagem está no concreto polido, afirma o engenheiro Marcelo de Araújo Silva.

A lista de investimentos em reparos e melhorias costuma ser extensa nos condomínios, mesmo entre os mais recentes, especialmente nos ambientes de grande utilização como quadras e garagens. Nesses locais ocorrem usos intermitentes e de grande impacto.

O síndico Luciano Gennari acaba de promover a instalação de sistema de produção de energia fotovoltaica no prédio. O complexo foi foi montado na área da churrasqueira, dotado de componente eletrônico que consolida a energia absorvida. No centro de medição, é feito controle eletrônico da produção diária.

Do ponto de vista das unidades, como resultado de um retrofit elétrico com aumento de carga, torna-se indispensável ao condomínio trocar a fiação interna até o disjuntor, além de se instalar o fio terra, destaca o engenheiro eletricista Edson Martinho.

É possível evitar danos provocados por surtos de tensão da rede elétrica externa sobre os equipamentos do condomínio. De outro lado, edifícios continuam aderindo ao retrofit, até como prevenção.

Instrumento favorece a redução do consumo e a economia no condomínio, mas a individualização, especialmente a da água, esbarra em desafios no cálculo da conta atribuída às unidades.

Um condomínio com quase 50 anos, unidades amplas e arejadas, localizado em um dos melhores bairros de São Paulo: Higienópolis. Vale a pena modernizá-lo, processo que vem sendo conduzido pelo síndico Rodrigo Martins, apoiado em laudo de inspeção predial, no planejamento e na forma de gestão.

O subsíndico Ricardo Resina acompanha os serviços de manutenção do sistema de reúso de água cinza do Cond. Originale, o qual dispõe, entre outros, de um biorrotor para tratamento biológico da água descartada pelos lavatórios das unidades.

Flagrantes de ligação irregular entre cisternas com água da drenagem e a rede potável do prédio, adaptações inadequadas em sistemas de reaproveitamento da chamada água cinza, torneiras de reuso sem travas etc.: Problemas com manejo, desinformação, desorientação e falta de um controle de qualidade periódico se acumulam em condomínios, com riscos à saúde e de responsabilizações penais e civis aos gestores.

O técnico em hidráulica e saneamento, Flávio Soares, preparou um resumo das responsabilidades de síndicos e síndicas em relação à qualidade da água do poço artesiano, servida na rede potável. Elas estão definidas na Portaria 2914/2011, do Ministério da Saúde.

Nos próximos dias 22 e 23 de março, o advogado Cristiano De Souza Oliveira irá ministrar um curso de Direito Condominial voltado para síndicos, advogados, administradores e demais profissionais que atuam no segmento e desejam se aprofundar em normas e leis que envolvem a gestão dos edifícios.

A pedido da Direcional Condomínios, dois diretores da Abralimp, Miguel e Nathalia Tiemi Ueno, da Câmara de Prestadores de Serviços, desenvolveram uma espécie de guia quanto:

Há quase um ano a Direcional Condomínios publicou reportagem sobre o projeto de retrofit elétrico do Condomínio Edifício Sucre, edificação dos anos 60 situada no bairro de Santa Cecília, Centro da Capital paulista.

A modernização em andamento do Condomínio Edifício Iraúna, prédio de 1968 localizado em Higienópolis, área nobre do Centro de São Paulo, prevê a recuperação dos revestimentos de suas áreas comuns, a exemplo do granilite das escadarias.

Com o sol implacável do verão e temperaturas com índices superiores a 30ºC, condomínios que dispõem de piscinas contribuem ao conforto dos moradores, entretanto, para os síndicos, esse é um item que sempre causa preocupação. Especialmente quando obras são contratadas, executadas, porém, sem a eficiência desejada.

Manifestações de infiltração demandam uma resposta rápida e adequada do gestor do condomínio. Soluções variam conforme a origem e o tamanho do problema.

O Brasil está passando, desde abril do ano passado, pela transição do sinal da TV Analógica Aberta para a TV Digital Aberta, conforme um cronograma estabelecido pelo governo.

Os condomínios aderiram à execução de boletos em atraso (permitida pelo novo CPC há um ano), veem agora o devedor “incomodado” com a possibilidade de negativação do nome e a tomada de bens, mas ainda esperam pela sonhada rapidez no processo de cobrança e pela queda da inadimplência.

O encontro especial com as síndicas é realizado no mês de fevereiro para que a revista possa lhes prestar homenagem na edição de março, pelo Dia Internacional da Mulher. Esta sétima versão ocorreu no espaço de eventos da Rua Cincinato Braga, 500, no Alto da Bela Vista, próximo à Av. Paulista, em São Paulo (SP). Além das apresentações no auditório, o evento foi marcado por momentos de reencontro, descontração e networking.

Em sua 7ª e maior versão, o encontro anual da Direcional Condomínios junto às síndicas ocorreu no último dia 9 de fevereiro, no Auditório Paulista Premium. O tema do evento foi Gestão de Riscos no Condomínio, com palestra do consultor Carlos Alberto dos Santos.

A gestão condominial deve estar pautada em processos contínuos de melhorias, planejamento e troca de informações, realidade na qual a administradora exerce um papel importante de apoio e parceria, aponta a síndica Maria Helena Teixeira, Master Business Administration com ênfase em Gestão Estratégica de Operações em Bancos.

Entrevista com a síndica Maria Helena Teixeira.

Na entrevista abaixo, a advogada e gestora de Cobrança Marlene Morais, da FL Condomínios, explica como funciona o rito de uma Ação Executiva, entre outros aspectos que aborda em relação ao Novo Código de Processo Civil e à cobrança dos boletos condominiais em atraso.

Representantes de uma das principais administradoras do País, Renato Mariano, Gerente do Centro de Serviços Compartilhados (CSC) da ItaBrasil, e o advogado José Eduardo de Mello, da Correia de Mello Advogados, defendem que devedores são obrigados a pagar os débitos até o fim do processo de uma Ação Executiva de cobrança da cota condominial.

Confira a seguir a entrevista do diretor de condomínios da AABIC (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo), Omar Anauate, e do advogado Marcelo Figueiredo, do Escritório FBS Advogados.

"Todo material eletroeletrônico é reciclável; alguns mais complexos por terem componentes tóxicos, outros mais rentáveis por terem metais valiosos.

O curso, concebido e ministrado pela Profa. Rosely Schwartz, é pioneiro e o único com o apoio do CRA-SP. São dois módulos, o segundo de aperfeiçoamento, com duas turmas cada (dias e horários distintos).

O prédio foi entregue em princípios dos anos 60, no bairro de Cerqueira César, a um quarteirão da Av. Paulista, em São Paulo, com ares de modernidade: era dotado de um gerador de cerca de 50 Kva, montado em 1953 com motor de caminhão, e também de um sistema de aquecimento central de água, alimentado por óleo diesel.

Engana-se quem acredita que os riscos advindos da eletricidade estão somente atrelados a instalações visivelmente precárias.

Ao escolherem medidas paliativas para enfrentar os estragos da infiltração da água, condôminos deixam para o futuro o aumento substancial do escopo de serviços, custos e transtornos de uma recuperação nas estruturas.

Encontros com especialistas são gratuitos e começam em março

O Condomínio Edifício Sabará Maranhão, no bairro de Higienópolis, em São Paulo, acaba de concluir a primeira fase do retrofit do ático.

A síndica profissional Ana Josefa Severino e zeladores que já atuaram com ela; todos, em algum momento, foram promovidos da função de porteiro para a zeladoria.

Personagem de uma efeméride exclusiva – em 11 de fevereiro se comemora o seu dia -, o zelador é um profissional de suma importância para o funcionamento diário do condomínio.

A edição inicial da revista Direcional Condomínios foi apresentada ao mercado em 1997, com o número zero, com a ideia de colher sugestões tanto de anunciantes quanto de leitores e colaboradores, de forma a aprimorar seu projeto, que viria a ser oficialmente lançado em princípios de 1998.

A necessidade de conciliar a manutenção das instalações, pelo uso contínuo e o decurso da vida útil, com demandas da modernidade (como acessibilidade, segurança, serviços e sustentabilidade), impõe um novo perfil à gestão do condomínio.

Perspectivas de expansão do segmento batem às portas de 2017, ano em que a Direcional Condomínios completa duas décadas de vida. De um lado, o mercado vê com otimismo a recuperação de indicadores fundamentais ao crescimento imobiliário; de outro, aposta nos investimentos em manutenção e modernização dos prédios já ocupados.

Para manter o caixa em ordem num megaempreendimento, o síndico Paulo Fontes confere cada pagamento, faz controle diário das contas, dispõe de auditoria externa mensal, de boa equipe de apoio e de um conselho fiscal atuante. É preciso justificar cada gasto, principalmente quando se movimentam recursos superiores a muitas empresas de médio porte.

Saiba como o Edifício Garages, na Vila Buarque, área central de São Paulo (Capital), tratou dos problemas causados pela água que 'brotava' das paredes.

Revista Direcional Condomínios promove 7ª edição em comemoração ao Dia Internacional da Mulher. Encontro com palestra, coffee-break e bate-papo.

Os moradores de um condomínio localizado em Moema, zona Sul de São Paulo, com dez pavimentos e uma unidade por andar, decidiram promover amplo retrofit na academia, ampliando-a à área externa.

A variedade é imensa e cabe a diferentes orçamentos, tamanhos de espaço físico e configurações dos aparelhos da academia do condomínio: síndicos e moradores dispõem hoje de alternativas bem interessantes para o revestimento da área, atendendo a quesitos como durabilidade, amortecimento de impacto, proteção antichamas e antiderrapante, design e cores.

A prevenção é um dos eixos que deve orientar o planejamento das ações no condomínio, incluindo instalações e caixas do sistema de esgoto e água. Por exemplo, a caixa de gordura aparece como uma das principais vilãs nos entupimentos, afirma Anderson Aparecido, profissional que atua há doze anos no setor. “Isso geralmente acontece quando o condomínio não faz trabalho preventivo”, enfatiza.

A cessão gratuita de uniformes aos trabalhadores de condomínios, sob o regime de contrato direto, é obrigação celebrada em Convenção Coletiva, conforme a Cláusula 54 do acordo mais recente fechado em outubro passado entre o Sindifícios e o Secovi-SP. Afora isso, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) estabelece inúmeros requisitos para os tecidos empregados na confecção (como poliéster e algodão), bem como para os padrões de tamanho e conforto, auxiliando o mercado a oferecer peças adequadas ao exercício do trabalho.

Administrador, corretor, professor universitário da área de seguros e conselheiro da ABGR (Associação Brasileira de Gerenciamento de Risco), Jorge Eduardo de Souza defende que os síndicos participem ativamente da elaboração da apólice de seus condomínios.

Ao contratar o seguro da edificação, o síndico deverá garantir que as reais necessidades do condomínio estejam contempladas, fugindo de pacotes prontos. Importante ainda é trabalhar com a mitigação de riscos, conforme indicam colegas e especialistas.

São Paulo possui um conjunto arquitetônico eclético, mas com predominância, nas construções dos anos 20 ao 60, do padrão europeu, aponta o designer de interiores e corretor de imóveis Matteo Gavazzi, italiano radicado no País.

O ajuste fino entre preservação e modernização, uma missão desafiadora aos síndicos.

Guardião de um monumento arquitetônico, o síndico Affonso Celso Prazeres de Oliveira mira o futuro: em três anos, ele quer entregar a São Paulo um Copan de fachada renovada, junto com um museu e um mirante. A ideia é inscrever na memória da cidade novas histórias de um de seus grandes protagonistas.

A Direcional Condomínios reuniu gestores e profissionais da área em homenagem ao Dia do Síndico, comemorado em 30 de novembro passado. Com palestra da Profa. Rosely Schwartz e participação especial do advogado Cristiano De Souza Oliveira, o evento teve palestra, depoimentos e rodada de perguntas e respostas sobre o futuro da gestão condominial e os desafios atuais dos síndicos. Foi realizado com o apoio da Alpha Serviços Especializados, Intelbrás e Repinte, patrocinadores que sortearam presentes ao final do encontro.

Data é comemorada no dia 30/11. O evento registrou a presença de dezenas de síndicos, além de profissionais que atuam na área. Teve participações da Profa. Rosely Schwartz e do advogado Cristiano De Souza Oliveira, com patrocínio das empresas Alpha Serviços Especializados, Intelbrás e Repinte.

A Direcional Condomínios parabeniza a todos os "prefeitos" desta nanocidade chamada condomínio!

No próximo dia 26/11, especialistas em Direito condominial se reunirão no campus da Unip da Marquês de São Vicente (zona Oeste de São Paulo); e no dia 30/11, acontecerá o 2º Encontro de Como Viver Bem em Condomínios. Também a revista Direcional Condomínios realizará um encontro em homenagem ao síndico, no dia 30, mas as vagas estão esgotadas.

Feita para proteger o perímetro do condomínio, a cerca elétrica pode se transformar em uma arma se estiver inadequada às leis e normas técnicas relativas ao assunto, como a NBR IEC 60335-2-76, adverte o engenheiro de perícias e segurança do trabalho, Ayrton Barros. Há requisitos para a fabricação e também instalação do produto, como mostra o resumo abaixo:

Em entrevista, a Eng. Civil Rejane Saute Berezovsky explica a importância do trabalho para síndicos efetuarem o planejamento de obras e manutenção.

Algumas capitais brasileiras vêm registrando aumento dos casos de dengue, antes mesmo da chegada do verão.

A instalação de um espaço de fitness compõe a ampla repaginação das áreas comuns térreas do Condomínio Edifício Salto Grande, prevista para 2017.

As academias dos condomínios costumam dispor de esteiras, bicicletas, espaldar, elíptico, estação de musculação, bancos inclináveis, pesos e colchonetes, além de acessórios diversos (bebedouro, espelho, aparelhos de tevê etc.).

Prédio antigo ou novo, pouco importa: a área de fitness dos condomínios entrou de vez na lista dos investimentos mais solicitados pelos moradores.

Enquanto o quadro da segurança pública se mantiver incerto, síndicos e condôminos deverão continuar concordando em pelo menos um ponto: os investimentos na rede de proteção das edificações permanecerão inevitáveis e inadiáveis.

A manutenção de rotina das edificações também requer a contratação de vistorias e laudos, conforme estabelecem normas da ABNT (como a NBR 5674:2012, de gestão da manutenção do condomínio), do Corpo de Bombeiros e demais legislações municipais, estaduais e federais.

O Condomínio Residencial Flamboyant encontrava-se quase insolvente quando o síndico Jefferson Kochnoff assumiu o cargo em julho de 2013, em regime integral.

A rotina operacional dos edifícios exige contratar laudos e vistorias periódicas que atestam a integridade de elevadores, equipamentos de incêndio etc. Mas para assegurar garantias, recuperar estruturas e orientar a manutenção preventiva e corretiva, é importante recorrer a inspeções prediais.

Novas regras entram em vigor a partir de janeiro de 2017

Autor de um pequeno guia lançado em 2010 - “Conheça Seu Vizinho” -, o publicitário, ambientalista e especialista em marketing social, Gilmar Altamirano, afirma que o processo de verticalização das grandes cidades tende, naturalmente, a isolar as pessoas.

Uma das obrigações legais do síndico é a de evitar a deterioração do patrimônio coletivo, o que exige muita dedicação interna. Mas há aqueles que ultrapassam os limites do condomínio e se articulam com os vizinhos para melhorar o bairro, conforme mostra esta reportagem que homenageia o Dia do Síndico.

A estreia da administradora Janaína Aparecida Persike na sindicância veio em dose dupla: na implantação de um residencial e no prédio onde mora. Resolveu focar neste último, onde apresenta balanço positivo em menos de dois anos de trabalho.