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Manter um condomínio em ordem não é uma tarefa fácil, não é mesmo? Um assunto que gera polêmica em muitas reuniões condominiais é o uso da garagem. Antes de mais nada, é preciso que tenha um Regulamento Interno, onde estejam claras todas as normas e as consequências. E no caso de infração, serão aplicadas advertências ou multas.

De acordo com pesquisa divulgada recentemente, a contratação de síndico profissional cresceu 26% em 2015.

Com a crise financeira batendo à nossa porta, a ordem é cortar gastos onde for possível. E a situação não é diferente quando o assunto é condomínio. Aliás, muitos edifícios – tanto residenciais como comerciais – estão sofrendo com a inadimplência dos moradores.

A maioria das pessoas não dá o verdadeiro valor para área comum do condomínio: playground, quadra, churrasqueira, jardim, salões de festas, brinquedoteca, piscinas etc. Estes espaços são tão importantes que, numa negociação comercial – seja de venda ou de locação-, vão fazer a diferença exatamente pelos seus diferenciais, pelo estado de conservação e pela qualidade.

No primeiro artigo sobre inadimplência em condomínios em época de crise foi ressaltada a importância de se fazer um acordo amigável com os inadimplentes. Processos judiciais são mais onerosos e demorados. Negociar com sabedoria, discernimento e assertividade é a chave do sucesso. Se estes ajustes forem bem acordados, há grandes chances de o condomínio criar um caixa num período de 12 meses.

A atual crise financeira do Brasil pode afetar as contas dos condomínios residenciais como comerciais. Um estudo realizado, mensalmente, pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação) na Região Metropolitana de São Paulo mostra que em novembro o Índice de Custos Condominiais - que serve como parâmetro das variações dos custos dos condomínios - registrou um aumento de 0,08% em comparação ao mês anterior e variação de 12,47% desde dezembro de 2014. Esta alta é reflexo do reajuste na conta de água (21%) e de luz (80%) - responsáveis por cerca de 25% do valor da taxa condominial - e de outras despesas de consumo nos últimos meses.