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Evento gratuito e online acontecerá no próximo dia 22 de junho, entre 18h30 e 20h, com a participação da Profa. Rosely Schwartz, do advogado Cristiano De Souza Oliveira e do consultor em segurança da informação e de dados pessoais, Edison Fontes.

Somente nos primeiros meses de 2021 a síndica Kelly Remonti registrou quatro problemas de vazamentos nas instalações hidráulicas de dois condomínios que administra em Alphaville, na Região Metropolitana de São Paulo. Tubulações ocultas podem se deteriorar ao longo da vida útil da edificação sem que se consiga visualizar o seu real estado de conservação antes que o sintoma se manifeste, qual seja: Vazamento de água a partir do estouro no encanamento e suas conexões.

A portaria representa um dos setores mais estratégicos do condomínio. E o profissional que assume a titularidade do posto carrega uma imensa responsabilidade quanto à segurança de todos os que transitam diariamente pelo prédio. Além de ser uma memória viva dos perfis e rotinas dos condôminos, o porteiro precisa estar com o olhar sempre atento ao que acontece do lado de fora.

Síndico orgânico, analista de sistemas e representante do segmento de controle de acesso, Fabio Schmitt tem olhado para a LGPD como uma legislação voltada “ao processo sistêmico de coleta, armazenamento e tratamento das informações”, que excluiria o contexto de uma portaria simples, seja ela própria ou terceirizada.

Às vésperas do início da aplicação das sanções em casos de não atendimento da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), previsto para agosto deste ano, ainda predominam incertezas quanto ao efetivo alcance que a legislação terá na relação entre os condomínios e seus parceiros de serviços, entre os quais as empresas que atuam com portaria e/ou controle de acesso.

A reportagem da Direcional Condomínios foi conferir os resultados do retrofit de fachada do Condomínio Doria de Barros, um prédio residencial de apenas 22 unidades construído há mais de 70 anos na transição entre os bairros de Santa Cecília e Higienópolis, na ár ea central de São Paulo.

O síndico Eduardo Silva está recuperando a monocapa que reveste as fachadas das dez torres e do edifício garagem de oito andares do Condomínio Flex Imigrantes por meio do tratamento convencional.

Uma parceria bem ajustada entre a gestão do condomínio, a área da engenharia, o prestador de serviços e o fornecedor dos materiais de tratamento e acabamento de fachadas está restituindo um visual de “novo em folha” a um empreendimento na região do Campo Limpo, em São Paulo.

Condomínios expandem iniciativas com o sistema, enquanto segmento aguarda pela sua regulamentação definitiva no País.

A coleta seletiva ganhou o status de uma ampla campanha lançada em 2019 junto aos moradores e funcionários do Magic Condominium Resort, residencial localizado na zona Sul de São Paulo. O programa está focado não apenas naquilo que cada unidade descarta, mas na cadeia completa da reciclagem. Ou seja, há preocupação com o destinatário que irá receber o material e com que finalidade. Por exemplo:

No mês em que se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho, a Direcional Condomínios divulga iniciativas com a coleta seletiva, que têm gerado resultados positivos aos moradores, à sociedade e ao ecossistema.

Consultor de segurança em condomínios e tenente-coronel da reserva da Polícia Militar do Estado de São Paulo, José Elias de Godoy percebeu uma procura maior pelo incremento dos sistemas em 2020 e 2021.

A portaria virtual ou remota, em que o atendimento ao morador, visitante ou prestador de serviços é feito à distância, no QG de uma empresa terceirizada, através de câmeras e comunicação via internet ou rádio, tem sido uma das principais apostas dos condomínios para diminuir os seus custos.

A pandemia da Covid-19 mudou a forma como as pessoas veem e se relacionam com o condomínio. Moradores em home office, usando mais o e-commerce e os serviços delivery, aumentaram a demanda sobre as portarias. Ao mesmo tempo, ficaram mais familiarizados com os aplicativos e a internet, abrindo espaço ao incremento dos sistemas de segurança.

As bombas de recalque, que abastecem os reservatórios superiores dos prédios e, dependendo da altura da edificação, bombas de pressurização da água dos andares superiores, são indispensáveis ao conforto diário dos condôminos.

Advogadas especialistas nas áreas trabalhista, contratual e tributária, entre outras, Margareth Pereira dos Santos, Priscila Pinheiro de Oliveira e Samara Cabral da Rocha reuniram, a pedido da revista Direcional Condomínios, as obrigações que recaem aos contratantes (condomínios) e aos contratados (prestadores de serviços) nos contratos de terceirização de mão de obra de segurança, portaria, limpeza etc.

O ano de 2017 representou um marco para a terceirização no País, com a edição da Lei Federal 13.429, que autorizou a contratação deste tipo de serviço para as atividades-fim dos empregadores, ampliando o leque de sua aplicação nas organizações brasileiras.

O roteiro tem sido comum em inúmeras regiões do centro expandido de São Paulo, que passam por um novo boom imobiliário:

As obras do retrofit da fachada do Condomínio Cervantes, localizado no bairro da Consolação, centro de São Paulo, estão sendo acompanhadas pela Direcional Condomínios desde 2019.

Um quarteirão inteiro localizado no Alto da Bela Vista, em São Paulo, possui condomínios residenciais construídos nos anos 70 com estruturas robustas, derivados de um mesmo projeto, mas separados e demarcados por diferenças nas cores das pastilhas que ornam as suas fachadas.

Notícia veiculada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), no dia 13 de abril passado, trouxe alívio para os síndicos. “A 10ª Vara Cível de Santos tornou definitiva liminar que, após pedido de condomínio residencial, determina que morador utilize máscara de proteção facial nas áreas comuns do prédio, sob pena de multa de R$ 500 a cada violação, observado limite de R$ 30 mil”, informou o Tribunal.

Uma das primeiras providências tomadas pelo síndico orgânico Rodrigo Martins quando assumiu, em 2015, a gestão do Condomínio Iraúna, prédio projetado no final dos anos 60 pelo arquiteto João Kon, no bairro de Santa Cecília, em São Paulo, foi reorganizar toda a documentação disponível (das áreas administrativa, fiscal, de engenharia, obras etc.).

Na entrevista abaixo, o advogado Cristiano De Souza Oliveira destaca a necessidade de aprovar em assembleia os novos cuidados com a ficha cadastral, o controle de acesso e os encontros virtuais, entre outros, que deverão ocorrer em função da LGPD. E lembra que o livro físico de ocorrências terá que ser abolido. “Mas devemos simplificar a adaptação do condomínio”, ressalta.

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) está em vigor desde setembro de 2020, impondo inúmeras regras para empresas e órgãos públicos protegerem os dados dos cidadãos. Os condomínios também devem fazer a lição de casa. Sanções começam a ser aplicadas a partir do próximo mês de agosto.

O tema “polícia no condomínio” gera muitas dúvidas pela complexidade da natureza deste ente, afirma o advogado Rodrigo Karpat, que atua há cerca de 25 anos na área, é síndico orgânico e coordenador de Direito Condominial na Comissão Especial de Direito Imobiliário da OAB-SP.

Nesses tempos de incertezas potencializadas pela pandemia do novo Coronavírus, condomínios registram conflitos com moradores alterados pelo consumo excessivo de álcool e drogas, além de violência doméstica e aglomerações em festas nas unidades. Condôminos e/ou síndicos devem chamar a polícia?

Segundo o advogado Cristiano de Souza Oliveira, "os efeitos da decisão do STJ só valem, entretanto, para as partes envolvidas, não têm efeito vinculante ou 'erga omnes', ou seja, caberá a cada caso concreto uma decisão".

Através de comunicado oficial, a Abese e a Cipa Fiera Milano (organizadores) adiaram para os dias 7 a 9 de junho de 2022 a realização da 23ª edição da Exposec, maior Feira Internacional de Segurança da América Latina.

Os condomínios têm aproveitado o fechamento das áreas comuns nos períodos mais restritivos de controle da pandemia da Covid-19 para recuperarem as quadras e campos, caso do Family Santana, residencial de 400 unidades localizado na zona Norte de São Paulo.

O Anexo K (Atestado de Conformidade das Instalações Elétricas) da Instrução Técnica 01/2019, do Corpo de Bombeiros de São Paulo, apresenta inúmeros quesitos na parte elétrica que as edificações deverão atender para regularizarem o AVCB (Auto de Vistoria). O engenheiro da área deverá emitir o atestado, acompanhado da devida ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), a partir da inspeção visual das:

Os condomínios apostam na modernização elétrica buscando a segurança da edificação e dos usuários, além do conforto, e justamente por isso o processo demanda estudos, uma organização prévia e acompanhamento. O engenheiro elétrico e de segurança Ayrton Barros sugere, na entrevista abaixo e das páginas seguintes, um roteiro aos síndicos que estejam programando fazer esse tipo de investimento no prédio.

Os síndicos estão empenhados na modernização elétrica dos condomínios, adequando suas instalações a uma nova realidade de consumo.

A síndica orgânica Ana Tereza Falcão Simone foi reeleita em fevereiro passado para novo mandato à frente do Condomínio Tahiti, prédio construído há mais de 30 anos no bairro da Aclimação, em São Paulo, com 68 unidades. Moradora no local há mais de duas décadas, ela começou na sindicatura em 2018 já com o desafio de contratar obras de recuperação estrutural, indicadas por um laudo de inspeção predial de cerca de 650 páginas.

A alteração da Convenção exige, de acordo com o Código Civil (Lei Federal 10.406/2002), a sua aprovação em assembleia por pelo menos 2/3 dos condôminos (o que daria 1.120 proprietários do Flex Imigrantes). Já para o Regimento Interno (RI), há interpretações diferentes. Alguns advogados consideram que se o RI fizer parte da Convenção, também deverá atender ao quórum qualificado.

Coworking, minimercados, home office, pet place, reformas nas unidades, assembleia virtual, locação de curta temporada, deliveries etc.: Uma lista infinita de novos serviços, normas ou hábitos exige a atualização da Convenção e do RI do condomínio.

A aplicação integral das regras de compliance para fins de certificação, dentro das normas ABNT NBR ISO 19.600/2016 (que orienta a sua implantação, manutenção e melhorias) e ABNT NBR ISO 37.001/2017 (com diretrizes de práticas antissuborno), requer um processo de tal envergadura que, na prática, escapa às possibilidades administrativas e financeiras dos condomínios, afirmam os auditores Carlos Prado e Flávio Almeida. Contador, Flavio foi síndico do condomínio onde mora, na zona Sul de São Paulo, e atualmente, junto com Carlos, faz parte do conselho do prédio.

Atender aos compromissos financeiros e normativos, dar transparência aos atos da gestão e assegurar a lisura dos processos são algumas das posturas esperadas de síndicos e administradoras. Elas têm sido abrigadas sob o guarda-chuva do compliance, mas, afinal, como fazer esse controle nos condomínios?

Em artigo publicado no site da Direcional Condomínios, o advogado Diego Victor Cardoso Teixeira dos Reis desenha uma escala de leis e normas relativas aos condomínios, formatando uma “pirâmide legal” quanto aos direitos e deveres de síndicos e condôminos.

Observa-se hoje maior participação de conselheiros, subsíndicos e comissões de moradores nas discussões sobre o dia a dia e os investimentos nos condomínios. Há ganhos na transparência e no atendimento às expectativas dos condôminos, no entanto, é preciso um equilíbrio para evitar o engessamento do trabalho do síndico.

No momento em que os estoques dos bancos de sangue estão em situação crítica, a Direcional Condomínios registra a ação realizada no último dia 8 de março pelo Condomínio Villagio Luna, da Mooca, zona Leste de São Paulo.

Em entrevista para a reportagem de garagem publicada na Direcional Condomínios em 2020 (edição de março), o engenheiro civil Gustavo Maluf Cury já alertava que para qualquer serviço de recuperação do piso deste tipo de ambiente (coberto ou descoberto, em nível ou subsolo, sobre laje ou aterro), é fundamental a correção do substrato (base e contrapiso), “deixá-lo liso, homogêneo”.

Acabamentos com resina, solução à base de polímeros, têm ganhado a preferência dos síndicos na hora de promoverem a recuperação das superfícies internas das garagens.

Após dois anos estudando a modernização elétrica do Condomínio Edifício Pinheiros, situado na zona Oeste de São Paulo, a síndica orgânica Luciana de Oliveira Silva finalmente pôde liberar, em outubro passado, o início do retrofit dessas instalações. Construído há cerca de 70 anos, com 55 unidades (incluindo a antiga casa do zelador), o prédio está sendo adequado para um aumento de carga de 40 para 63 ampères, o que possibilitará a instalação de ar-condicionado nos apartamentos.

A necessidade de se obter o AVCB, contendo o aval do Corpo de Bombeiros quanto à segurança na prevenção aos incêndios, impulsiona boa parte dos serviços de modernização elétrica nos condomínios. Mas é possível também contratar as adequações em etapas, como no caso do Edifício Lupércio Teixeira Camargo, residencial construído nos anos 60 no bairro de Santa Cecília, região central de São Paulo. O prédio, de 26 unidades, é parte do Conjunto Angélica, que dispõe de outro residencial (Edifício Ignácio Tavares Leite) e de lojas comerciais.

Os moradores de um condomínio de alto padrão localizado na zona Norte de São Paulo foram surpreendidos pela falta d’água no reservatório superior depois de uma parada brusca das bombas de recalque. Mas os dois equipamentos do prédio, que operam sob revezamento automático, não estavam quebrados. A origem do problema residia na interligação entre o centro de medição e o quadro elétrico das bombas, afirma a síndica profissional Rosana Nicchio.

O síndico profissional Luiz Leitão da Cunha procura conciliar as necessidades de manutenção corretiva do condomínio com o nível de prioridade das ações e a disponibilidade orçamentária.

A engenheira civil Rejane Saute Berezovsky alerta os síndicos que é preciso atenção para evitar que se perca o momento adequado para tratar o sistema de impermeabilização. “Temos que abordar isso de forma mais incisiva, pois os condomínios que utilizam bandejas e paliativos, quando resolvem fazer a obra, precisam recorrer à recuperação estrutural, que passa a ser cara e às vezes exige até escoramento”, pontua. Rejane é membro da Câmara Técnica de Inspeção Predial do Ibape-SP (Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo).

Desde 2017, um residencial localizado na zona Oeste de São Paulo apresentava um cenário de deterioração de pisos, canteiros e muretas das áreas comuns térreas, depois que uma obra de troca da manta asfáltica foi suspensa em assembleia de condôminos, em função de inúmeros problemas com o prestador de serviços (a empresa foi extinta na época).

O IBAPE-SP (Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo) divulgou, recentemente, dicas importantes aos gestores sobre as principais causas de entupimentos nas edificações, em notícia veiculada no site da Direcional Condomínios. Mas há algo que começa a assustar os síndicos e ainda não entrou no radar dos especialistas: O descarte de material granulado higiênico à base de madeira nos vasos sanitários dos apartamentos. O produto é comercializado para absorver odores da urina e fezes dos animais.

Alguns condomínios têm procurado contribuir com os estoques dos bancos de sangue no País, cujos índices estão baixos desde o início da pandemia.

O Governo de São Paulo anunciou nesta quarta-feira, dia 3 de março de 2021, a 24º atualização de seu Plano para controlar a disseminação do novo Coronavírus. Todo Estado voltará para a fase vermelha, "a etapa mais rigorosa de restrição de mobilidade urbana e serviços não essenciais", que "fica em vigor até o próximo dia 19 devido ao aumento alarmante de casos, internações e mortes causadas pelo coronavírus".

Os serviços que facilitam a vida dos condôminos diversificam-se e agora envolvem os minimercados, que ganharam espaço com a pandemia do novo Coronavírus. Eles vieram para se juntar a lavanderias, feiras-livres, deliveries de fabricantes de carnes e chocolates, pets care, salões de beleza e food-trucks, entre outros.

8 de março é o Dia Internacional da Mulher, uma data oportuna para uma homenagem às síndicas, que fazem um trabalho diferenciado! Visitamos alguns condomínios para olhar um pouco mais de perto a sua gestão, mas o nosso reconhecimento é extensivo a todas. Parabéns mulheres!

A atenção diária para possíveis vazamentos nas áreas comuns e unidades faz grande diferença no controle do consumo d’água nos condomínios.

O mercado disponibiliza aos condomínios dois principais modelos de individualização da leitura do consumo d’água nos condomínios:

A água é parte essencial no planejamento dos síndicos, já que o consumo pode estourar o orçamento ordinário e a sua escassez provocar inúmeros transtornos à operação dos condomínios. Por isso, os gestores apostam em estratégias de uso racional, como a individualização da leitura e o controle diário do consumo.

Faz exatamente um ano que a Direcional Condomínios noticiou a conclusão da primeira e extensa fase de modernização elétrica do Condomínio Viadutos, no centro de São Paulo, que exigiu, entre outros, a implantação de dois novos centros de medição. Na época, o síndico José Marques disse que precisaria aguardar um bom tempo até reunir o dinheiro necessário à sequência dos trabalhos, com a troca das prumadas.

O São Nicolau, um dos edifícios residenciais icônicos do entorno da Praça da República, no centro de São Paulo, tombado pelo patrimônio histórico municipal e construído em 1948, também promoveu retrofit elétrico. Todas as instalações foram substituídas e modernizadas.

Um trinômio que envolve segurança, a exigência de regularizar a edificação junto ao Corpo de Bombeiros e a necessidade de propiciar conforto aos moradores, através do aumento de carga elétrica distribuída às unidades, tem impulsionado a modernização elétrica das edificações em São Paulo. O processo se constitui em um verdadeiro retrofit quando redesenha o projeto original da construção, apostando em equipamentos e componentes modernos, mais seguros e econômicos.

Mesmo que tenha tomado iniciativas para diminuir custos ao longo dos meses mais rígidos da quarentena do novo Coronavírus no ano passado, o Condomínio Time Office Perdizes manteve seu projeto de upgrade nos geradores, que começaram a operar no final de 2020 e passaram bem no teste, ao abastecer as salas comerciais durante quedas de energia da rede pública ocorridas em janeiro passado. O Office dispõe de 317 unidades privativas, foi entergue em 2017 e está localizado na zona Oeste de São Paulo.

O Condomínio Januário Ricci, prédio construído nos anos 70 no bairro da Aclimação, em São Paulo, está concluindo as obras de impermeabilização de uma cobertura que fica no 15º andar do prédio de 58 unidades. A síndica profissional Vanilda de Carvalho assumiu a gestão do edifício em maio de 2019 com o desafio de resolver um problema antigo e crônico desta laje, que provocava infiltrações nas unidades de baixo. Obras já haviam sido feitas e um telhado instalado, mas não resolveram.

Assim que a cidade de São Paulo entrar em uma fase mais flexível nos protocolos preventivos à Covid-19, a nova área da piscina do Condomínio ID Jardins deverá estar liberada para uso dos moradores, anuncia o gerente predial Juliano Marinho. “Vamos esperar a fase verde”, afirma Juliano, que no ano passado acompanhou duas obras emergenciais de implantação de novo sistema de impermeabilização no prédio com aplicação da manta asfáltica: Em um setor do ático da torre e no deck e tanque da piscina.

Condomínios-clubes têm optado por distribuir as atividades do zelador entre o gerente predial e/ou administrativo e a área de manutenção. De acordo com a Convenção Coletiva dos trabalhadores em condomínios de São Paulo, Capital, as funções de zelador e gerente dividem-se em:

A vida operacional do condomínio encontra na figura do zelador o seu protagonista central, que trabalha para garantir que as instalações e os serviços aos condôminos funcionem 24h por dia! A receita para o sucesso desta função, e também dos gerentes prediais, está na atualização profissional e na proatividade.

Planilhas, softwares e até aplicativos ajudam o síndico a gerenciar a manutenção anual do condomínio, organizando cronograma, prioridades, obrigações legais, recursos etc. Mas o planejamento deve seguir as normas técnicas brasileiras.

O síndico profissional Wolfram Werther ilustra que os condomínios residenciais estão “a 200 km/h desde o início da pandemia”, por causa das incontáveis novas demandas que caem sobre a mesa dos gestores, em função, principalmente, do home office.

• Novos hábitos dos condôminos (home office); • incremento tecnológico (portaria remota, assembleia virtual); • maior demanda por serviços internos (coworking, mercados, lavanderias); • foco na gestão operacional (delivery, encomendas); • Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD); • retomada dos investimentos e obras. Esses são os destaques em 2021 na pauta dos síndicos, em um cenário que exige equilíbrio financeiro e atenção aos protocolos de prevenção à Covid-19.

Síndico desenvolve ação "Amigo Sangue Bom" em condomínios na Grande São Paulo, representando o Hemocentro São Lucas, de Guarulhos. Interessados em aderir à ação podem fazer contato com o gestor.

O policarbonato e o vidro têm predominado nas soluções de cobertura e fechamento de áreas nas edificações.

Funcionário que usa uniforme adequado à função, confortável e bem confeccionado, “veste a camisa” do condomínio, afirma a síndica Guiomar Courtadon, psicóloga em 9º mandato à frente do Edifício Genoveva Jaffet, no bairro do Paraíso, em São Paulo.

Há pouco mais de um ano a reportagem da Direcional Condomínios conheceu os serviços de renovação do espaço fitness do Edifício Id Jardins, localizado na Bela Vista, região da Av. Paulista, em São Paulo.

A síndica profissional Nilvea Ito Ricardo Alcalai, que possui ampla experiência em cargos de liderança na área corporativa, afirma que esta é uma condição que pode ser construída por uma pessoa, no entanto, algumas habilidades são indispensáveis a isso: “Integridade, capacidade interpessoal para saber lidar com o outro e carisma”. “Senão, o indivíduo poderá ser um líder negativo e não assertivo”, pondera Nilvea.

A pandemia da Covid-19 surgiu como uma verdadeira “prova de fogo” aos síndicos no quesito “gestão de pessoas”. Muitas de suas ações, obrigatórias, têm impactado diretamente sobre a vida diária de cada morador. Como ser líder nesse caldeirão?

O condomínio-clube Family Santana, empreendimento de 400 unidades situado na zona Norte de São Paulo, oferece uma área reservada para uso exclusivo dos moradores com os seus animais, o chamado espaço pet.

O convívio harmonioso entre gestores, moradores e os animais no condomínio depende de esforços comuns a todos, já que a legislação é favorável à sua posse dentro das unidades. Mas há limites legais.

O síndico profissional Roger Prospero indica cinco principais tendências ou acontecimentos que têm obrigado os gestores a quebrarem paradigmas em relação ao que se praticava na administração dos condomínios há dez anos.

Esta 1ª edição da Direcional em 2021 faz um balanço dos parâmetros que governam o condomínio na atualidade, exigindo que os síndicos se reinventem nas posturas e estratégias de gestão.

As diferentes fases da quarentena decorrentes da pandemia do novo Coronavírus têm obrigado os síndicos a reavaliarem constantemente o planejamento e as rotinas do condomínio. Esse é o “novo normal” da gestão para 2021, que incorporou também demandas extras, como orientar os moradores sobre o barulho interno às unidades.

Cerca de 20 condomínios localizados nas imediações do São Francisco Golf Club, na divisa entre os municípios de São Paulo e Osasco, estão se mobilizando para abraçar a área em defesa da região. Eles temem que alterações em curso no zoneamento local permitam a implantação de 130% a mais do estoque de prédios que se pode construir atualmente.

A tutela foi concedida em outubro passado através de ação apresentada pela advogada Adriana Oliveira Sant'ana. O condomínio possui 30 unidades e está localizado na região da Av. Paulista, área do centro expandido da Capital Paulista. Durante as fases mais restritivas da quarentena, ele promoveu uma festa de aniversário com barulho excessivo após às 22h.

Dados parciais de 2020 indicam queda nos atrasos do pagamento do condomínio. O temor no início da pandemia era de aumento descontrolado neste ano. Porém, a sistemática de cobrança possibilitada pelo novo CPC e novas posturas de condôminos gestadas na quarentena desestimulam a inadimplência.

A síndica Débora Ravani encontra na área da segurança patrimonial um dos assuntos que mais a mobiliza.

O condomínio Residencial Villa Mariana, empreendimento com duas torres erguido há 17 anos no coração do bairro que o batizou, possuía muros e grades baixas, além de uma portaria recuada junto ao corpo de um dos seus prédios.

A liberação do espaço fitness do condomínio administrado por Cristovão Luís Lopes segue um amplo protocolo de segurança contra o novo Coronavírus.

Quinze anos depois de implantado, o Condomínio Ville Belle Époque, na zona Oeste de São Paulo, investiu alto no retrofit da academia que atende aos moradores de suas 110 unidades:

O piso em granilite, que durante décadas compôs escadarias e halls de serviços dos condomínios em São Paulo, voltou à moda, afirma o arquiteto Flávio Cunha. Composto por grânulos minerais, o granilite é um “fulget raspado, que funciona muito bem nos ambientes internos”.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) publicou em 2018 uma nova versão da NBR 10.339, retificada em 2019 com uma errata. Seus quesitos devem constar em projetos, construção, instalação e segurança “no uso e operação de todos os tipos de piscinas”. Um dos destaques é a determinação de haver ralos e grelhas antiaprisionamento, impedindo que o cabelo ou peça do vestuário de uma pessoa seja sugada, fato que gera grande risco de afogamento.

Com a programação de eventos cancelada em 2020 em função da pandemia, os moradores dos condomínios esperam ao menos contar com o lazer proporcionado pelas piscinas e áreas comuns para a sua diversão no próximo verão. Síndicos aproveitaram a quarentena para revitalizar muitos desses espaços.

Entre os gestores entrevistados para esta edição, a maior parte não utiliza o protesto bancário do boleto, alternativa que surgiu quando a despesa de condomínio se tornou título executivo extrajudicial. De acordo com o síndico profissional Luiz Leitão da Cunha, há condomínios que costumam autorizar o protesto pelos bancos após 30 dias de atraso, mas ele desaconselha a prática.

Um condômino está inadimplente quando acumula 90 dias de rateios em aberto. “Para ser considerado inadimplente no final do mês de agosto, ele não pagou os boletos de junho, julho e agosto”, explica em nota a Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (Aabic).

O Secovi-SP irá realizar nos próximos dias 11 e 12 de novembro a versão 2020 do Enacon (Encontro Nacional de Administradoras de Condomínios), com programação totalmente on-line. O tema geral do encontro é “Desafios da gestão condominial em tempos de pandemia”.

Ao longo do mês de novembro de 2020, o advogado Cristiano De Souza Oliveira e a Profa Maria Isabel promoverão eventos on-line com o objetivo de homenagear os síndicos, cuja data comemorativa é dia 30/11. Confira abaixo os encontros, que levam a assinatura do Grupo DS&S Condomínio e Imóveis, dirigido pelo advogado e a professora.  

A contratação e a execução de obras sempre trazem surpresas, mas em prédios muito antigos, como o Edifício São Nicolau, na Praça da República, Centro de São Paulo, o inesperado faz parte do pacote e traz um aprendizado extra.

Os interesses coletivos vão além do que preconiza a legislação. Síndicos colocam a criatividade em ação para ativar iniciativas do “bem”, mesmo que isso agregue novas tarefas à sua atribulada agenda.

Integrante assídua do Conselho de Síndicos do Secovi-SP, Lurdes de Fátima Affonso Antonio administra há três décadas o condomínio onde mora, um prédio de 52 unidades localizado na Vila Mariana, zona Sul de São Paulo.

A celebração do Dia do Síndico (em 30 de novembro) pede um olhar atento aos desafios que surpreendem a caminhada diária desse gestor. São acontecimentos que extrapolam qualquer manual ou legislação. É o caso da pandemia do novo Coronavírus, que impôs dificuldades inéditas em 2020 e entrará como um ícone entre tantos aprendizados que se extrai da “escola da vida condominial”.

Síndicos reportaram à Direcional Condomínios que nos meses de setembro e outubro houve uma verdadeira corrida pela realização de assembleias virtuais (ou híbridas), de forma a atender ao prazo limite de 30/10 estabelecido pela Lei Federal 14.010/2020.

Os condomínios estão de olho nos planos de flexibilização do governo para definirem como irão comemorar o final do ano. E para aqueles que não conseguiram promover assembleia virtual até o dia 30/10, prazo dado pela Lei Federal 14.010/2020, é possível convocar reuniões nesse formato, esclarece o advogado Cristiano De Souza Oliveira.

O Sindicato dos Trabalhadores em Edifícios e Condomínios de São Paulo (Sindifícios) chegou a um acordo com o Sindicond (sindicato patronal) na definição do índice de reajuste dos salários da categoria a partir de 1º de outubro de 2020: 3,89%.

Código de Conduta será lançado através de webinar, no dia 27 de outubro de 2020, terça-feira, entre 16h e 17h, com participação da Profª Rosely Schwartz, de Carlos Alberto Ferreira Júnior e de Reinado J. Palma.

O calor excessivo fora de época registrado na primeira quinzena de setembro de 2020 em São Paulo provocou aumento expressivo no número de reclamações pela infestação de pernilongos do gênero Culex nas regiões Sul e Oeste da Capital, atingindo especialmente bairros próximos às margens do Rio Pinheiros. Nas 2 primeiras semanas do mês, o canal 156 da Prefeitura recebeu 500 solicitações de serviços como nebulização.

Esta edição da Direcional Condomínios destaca três condomínios que buscaram soluções diferenciadas para garantir o entretenimento, a sociabilidade e o desenvolvimento lúdico das crianças.

“É essencial que tenham um escopo padronizado de cada serviço ou obra antes de iniciarem uma concorrência. Com isso, poderão comparar e analisar as propostas. Eles devem ter certeza de que são propostas compatíveis, para que não haja o risco de se escolher o mais barato, pelo menor valor, e depois descobrir que uma outra, de custo maior, traria um escopo mais adequado para o condomínio.”

A Direcional Condomínios apresenta abaixo uma síntese da entrevista com o síndico e advogado Rafael Bernardi, com orientações gerais para a elaboração de contratos de prestação de serviços, os mais comuns. Esta edição não esgota o assunto, é fundamental que os síndicos tenham o apoio de especialistas antes de fecharem um contrato.

A gestão dos fluxos de entrada, saída e circulação no condomínio pode ocorrer atualmente através de um computador ou tablet. Através desses dispositivos, é possível acessar o banco de dados de moradores, placas de veículos, prestadores de serviços regulares e até animais de estimação.

As portarias dos condomínios estão se transformando em grandes centrais de operação, conforme as instalações de segurança sejam modernizadas pelos síndicos.

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) protagoniza enredo de novela neste ano. Aprovada pela Lei Federal Lei 13.709/2018, ela definia agosto de 2020 como data de início das sanções pelo não atendimento às suas diretrizes. Mas veio a pandemia e, com ela, Medidas Provisórias que mexeram nesse prazo.

Portaria remota/virtual, aplicativos customizados, recursos de IOT, entre outros, inovam o conceito de tecnologia aplicada na administração e operação dos condomínios, facilitando a tomada de decisões.

A qualidade do ambiente impacta diretamente sobre a saúde física e mental, afirma a arquiteta Eleonora Zioni, graduada e pós-graduada pela Universidade de São Paulo, especializada em Cultura de Saúde e Edifícios Saudáveis pela Harvard T. H. Chan School Of Public Health, nos Estados Unidos.

As queixas contra vizinhos nos condomínios aumentaram com o isolamento social adotado para o controle da pandemia do novo Coronavírus.

A AABIC (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo) aponta que a inadimplência chegou ao menor nível em 16 anos em agosto passado, desde que a entidade começou a apurar o Índice Periódico de Mora e Inadimplência Condominial (IPEMIC). A falta de pagamento da taxa de rateio por 90 dias seguidos chegou a 2,76% no mês, também o patamar mais baixo registrado desde o começo da pandemia do novo Coronavírus. “Durante os meses de distanciamento social, entre abril a julho, o IPEMIC oscilou entre 3,08% e 3,43%”, compara a Associação.

Enquanto adaptam as regras de uso das áreas comuns para evitar o contágio do novo Coronavírus, os síndicos buscam viabilizar assembleias para aprovar obras e retomar neste final de 2020 o plano de manutenção que estava previsto para o 1º semestre do ano. E novas rotinas se incorporam à vida condominial.

O uso dos espaços comuns nos condomínios tem mudado conforme haja alteração no perfil do seu público.

Como líder de uma coletividade, o síndico pode contribuir para baixar a temperatura das tensões no condomínio, tanto pelas posturas próprias quanto por medidas que adote em prol desse ambiente. A reportagem da Direcional Condomínios conversou com o psicólogo clínico e monge budista Hernán Vilar e a médica psiquiatra Tatiane Vasconcelos para colher orientações que possam ajudar esse gestor a impedir que "o caldeirão pronto" chamado condomínio "entre em ebulição". Abaixo, os principais trechos da entrevista concedida pelo casal.

O juiz Cristiano Miranda de Santana, da Justiça Federal da 1ª Região, acolheu parcialmente ação civil pública protocolada pela OAB-DF e o Conselho Regional de Administração do Distrito Federal contra duas empresas que exerciam ilegalmente a advocacia na administração de condomínios.

Melhor que reabrir áreas para a diversão da garotada, como o playground, é fazer isso em um ambiente revitalizado, a exemplo do Condomínio Residencial Vila Mariana, na zona Sul de São Paulo.

O Condomínio Portal dos Bandeirantes, na zona Oeste de São Paulo, resolveu apostar no reconhecimento facial para o controle de acesso dos pedestres, substituindo os dispositivos biométricos que estão instalados há oito anos em três portarias externas; em outras de entrada em cada uma das cinco fases do empreendimento; e, ainda, nas 27 torres do residencial.

Portaria virtual e reconhecimento facial ganham protagonismo em 2020.

Síndico não deve ser surpreendido quando é feita indicação de troca de peças.

Obras de impermeabilização de toda superfície térrea do Condomínio Biblos, localizado no bairro de Cerqueira César, em São Paulo, obrigaram à remoção de sete espécimes arbóreos e exigiu licenciamento do processo junto à subprefeitura da região.

Uma live promovida pela síndica Patrícia Branco a partir do salão social do Condomínio Parque Residencial Nossa Senhora do Sabará, para celebrar a Festa Junina, conseguiu mais de mil visualizações na rede social por meio da qual foi transmitida ao vivo, entre 16h30 e 18h30 de 27 de junho último.

Grandes condomínios costumam trazer uma agenda anual de festas para integrar moradores e usufruir de sua infraestrutura. Mas sem poder aglomerar, por causa da pandemia da Covid-19, síndicos têm apostado em lives e eventos gastronômicos tipo delivery, garantindo, assim, a diversão e renda extra para condôminos e entidades.

No início da quarentena gerada pela pandemia do novo Coronavírus, a síndica Kelly Remonti, do Condomínio Top Village, localizado em Alphaville, Região Metropolitana de São Paulo, deixou em stand-by a execução do projeto de construção de nova churrasqueira e da rampa de acessibilidade na piscina.

Normas técnicas, leis e decretos em âmbito federal e municipal preveem a acessibilidade nas edificações multifamiliares (condomínios residenciais), entre outras.

Os condomínios incorporam cada vez mais itens de acessibilidade, buscando atender às normas técnicas e legislações. É um passo importante para se adotar a bandeira da inclusão, conforme o Estatuto da Pessoa com Deficiência e o Estatuto do Idoso.

Condomínios deverão fazer ajustes no orçamento de 2020 face às mudanças em contratos, corte de algumas despesas e introdução de novos custos, movimento desencadeado pela pandemia do novo Coronavírus.

Reabertura de áreas aconteceu em agosto e segue plano traçado por uma comissão de moradores, com protocolo de biossegurança para evitar o contágio do novo Coronavírus. Na sequência, também foi reaberta uma lanchonete.

Livro "Direito Condominial Contemporâneo" será lançado em setembro, nas versões impressa e e-book. A obra foi organizada pelas advogadas da área de condomínios, Amanda Lobão Torres e Suse Paula Duarte Cruz Kleiber.

Com a atenção mais voltada para o próprio "quintal", por causa do distanciamento social imposto pela pandemia do novo Coronavírus neste ano de 2020, moradores passaram a se envolver com a revitalização dos jardins do condomínio.

A síndica Marília de Oliveira, do Condomínio Quatro Estações Alto da Lapa, na zona Oeste de São Paulo (Capital), teve a participação de dois moradores portadores de deficiência visual durante treinamento da Brigada de Incêndio e Primeiros Socorros realizado no último dia 22 de agosto de 2020.

Levantamento divulgado no último dia 22 de agosto pelo Portal G1 em São Paulo, realizado pelos jornalistas Tahiane Stochero e Glauco Araújo, indica aumento de 143% nos registros feitos pelos paulistanos por perturbação do trabalho e do sossego entre os meses de março e julho de 2020, junto às delegacias de polícia da Capital e pela internet.

O evento será gratuito e trará palestra da Profa. Rosely Schwartz sobre a "Humanização e as boas condutas para a gestão de condomínios", no dia 09/09, das 18h15 às 18h55. O tema geral do Encoad versa sobre a "Humanização do trabalho".

Utilizar materiais não combustíveis no acabamento e mobília de varandas gourmet ou, ainda, em revestimentos acústicos é algo que passa ao largo da preocupação de muitos síndicos e condôminos, pontua o consultor da área de riscos Carlos Alberto Santos. Entretanto, esses são apenas dois exemplos de uma parte relevante e extensa do sistema de proteção ao fogo, aquela que diz respeito às proteções passivas.

A construção de redes de hidrantes nos prédios mais antigos, com a instalação da bomba de incêndio, é outra demanda que exige muito investimento em projeto, recursos financeiros e trabalho da parte dos síndicos, a exemplo de duas edificações visitadas pela Direcional Condomínios no bairro de Santa Cecília no mês passado, o Edifício Imperator e o Dória de Barros.

O corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo havia prorrogado até o último dia 31 de julho o vencimento de licenças como o Auto de Vistoria (AVCB), por meio da Portaria 014/800/20, de 24 de março passado.

A advogada e chef de cozinha Janaína Fontoura atuava como síndica orgânica do Condomínio Palacete Alcobaça, em Cerqueira César, São Paulo, quando aprovou e contratou o projeto e a execução de uma nova portaria blindada para a edificação, acompanhada de muro de vidro, cobertura e clausuras.

Em entrevista à revista Direcional Condomínios, o profissional da área de elevadores, Max Santos, que foi presidente do Seciesp (Sindicato das Empresas de Elevadores do Estado de São Paulo) entre anos de 2002 e 2007, disse, há algum tempo atrás, que a maior parte desses equipamentos em operação no Brasil foi construída e instalada com base em normas técnicas “hoje canceladas e substituídas”. Portanto, as edificações com mais de vinte anos precisam em algum momento investir na modernização parcial ou total dos seus componentes.

Ainda que o prazo final para a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) tenha se encerrado no último dia 30 de junho, houve síndico que seguiu orientação dada por sua administradora para que não declarasse isenção de taxa de condomínio, baseando-se em decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), de dezembro do ano passado.

Fonte: Carlos Alberto Santos (consultor da área de riscos); síndicos consultados

Queda de energia, de árvores, falta d’água, alagamentos, pessoas presas nos elevadores, invasões no prédio, mal súbito, falecimentos no apartamento: Ocorrências de natureza diversa devem encontrar profissionais preparados para o seu pronto encaminhamento, conforme plano de contingência a ser adotado pelo condomínio.

Desde a sua implantação em 2013, o Condomínio Domínio Marajoara, na zona Sul de São Paulo, ainda não havia mexido no padrão dos halls de entrada de suas sete torres. Com 66 mil m2 de área e 594 unidades, o condomínio-clube renovara, por exemplo, o conceito e os equipamentos de suas quatro brinquedotecas em 2018.

O investimento na recuperação estrutural, na segurança, acessibilidade e modernização despertam no condomínio anseios por renovar os seus espaços com um ar mais contemporâneo, ampliando o uso e trazendo mais conforto aos moradores.

A norma de inspeção predial da ABNT (NBR 16747/2020) foi publicada em 21 de maio passado padronizando conceitos, procedimentos, documentos, escopo de análise e produção do laudo nesta atividade a ser exercida por profissionais habilitados nas áreas de Engenharia e Arquitetura (ligados respectivamente ao CREA ou CAU, e segundo a legislação de cada área).

O síndico Gerson Fernandes de Godoy viu saírem da cobertura do Condomínio Edifício Fontana Di Trevi, na Vila Matilde, zona Leste de São Paulo, 27 caçambas de entulho quando começou a limpeza da piscina então abandonada, do seu antigo deck de madeira, de um abrigo abaixo desta estrutura e da demolição de uma pequena escada.

O primeiro laudo de inspeção predial contratado por um condomínio na Vila Mariana, zona Sul de São Paulo, apontou que trincas aparentes nos pilares térreos de sustentação da edificação representavam problemas meramente estéticos. Mas os resultados não convenceram ninguém, nem a síndica profissional Juliana Cassas nem os moradores, que deliberaram pela contratação de outro laudo mais detalhado.

As obras necessárias nas edificações nem sempre estão aparentes ou bem determinadas, parecem ocultas em uma espécie de “caixa de Pandora”. Ao se abri-la, os problemas surgem como se não tivessem fim. Uma trinca na superfície pode ser apenas a ponta visível de um dano estrutural provocado pela falta de manutenção e/ou pelo fim da vida útil do sistema, segundo revelam os cases desta reportagem.

A volta à normalidade da vida condominial ganha mais efetividade neste segundo semestre de 2020, com a reabertura das áreas comuns e retomada de reformas e mudanças, entre outros. Mas a principal expectativa entre os síndicos reside no retorno das assembleias presenciais, formato preferido para a votação das obras. Entre alguns, a inadimplência tem sido menor que a expectativa inicial.

Os organizadores da Exposec 2020 divulgaram comunicado informando o adiamento da 23ª edição da feira para os dias 8 a 10 de junho do próximo ano.

Síndicos, administradoras e prestadores de serviços vêm atuando conjuntamente para definir protocolos de atendimento e de retomada gradual das atividades nas áreas comuns dos condomínios. Nos prédios comerciais, esse gerenciamento é mais complexo, porque envolve o trânsito contínuo de visitantes e a oferta de serviços como cafés, alimentação e estacionamento, entre outros, afirma o síndico profissional Nilton Savieto. A seguir, ele apresenta medidas que vêm implantando para a reabertura ou retomada de um fluxo maior de movimentação nos condomínios comerciais.

O aumento do consumo da água por causa da quarentena, com boa parte dos moradores em home office e/ou aula virtual, tem pressionado as despesas ordinárias dos condomínios sem individualização da leitura. E, muitas vezes, implantar esse sistema demanda um retrofit hidráulico, experiência vivida pelo Condomínio La Dolce Vita Tatuapé, localizado na zona Leste de São Paulo.

A vedação da caixilharia externa das janelas e de dutos de exaustão e ventilação dos apartamentos é essencial para ajudar na impermeabilização do sistema da fachada, assim como o correto tratamento das juntas de dilatação e da movimentação da superfície. Nestas, deve ser aplicado o selante, que “não é só um elemento estético, ele é importante, pois deve garantir que a fachada se movimente, proporcionando um alívio de tensões”, afirma o engenheiro civil Claudio Stephan.

Um condomínio entregue há cerca de oito anos em Osasco, na Região Metropolitana de São Paulo, com seis torres e 840 apartamentos, começou em março passado as obras de recuperação da fachada, depois de assegurar que não haja prejuízos para a ação judicial que move contra a construtora.

A advogada e síndica profissional Mila Fernandes Rocha realiza desde 2013 obras que compõem um planejamento de modernização do Condomínio Sucre, residencial do final dos anos 60 localizado no bairro de Santa Cecília, área central de São Paulo.

A pandemia do novo Coronavírus e a quarentena dos moradores do Condomínio Marquês de Olinda entrou como mais um ingrediente no quebra-cabeças que representa a recuperação de sua fachada, iniciada em março de 2020.

Em 2017 a legislação trabalhista brasileira sofreu alterações, como a extensão da terceirização para atividades fim (Lei Federal 13.429) e a criação de novas modalidades de contratação (a exemplo do trabalho intermitente/Lei Federal 13.467). Mas o impacto mais significativo na gestão da mão de obra do condomínio ocorreu neste ano em função da pandemia do novo Coronavírus.

Antes de iniciarem a implantação de um condomínio, síndico e coproprietários devem promover vistoria durante o ato de entrega da obra, com o objetivo de identificar se há não conformidades em relação a questões estéticas, de segurança e uso das instalações.

O Condomínio Residencial Jardim dos Ipês, localizado em Guaianazes, zona Leste de São Paulo, instalou rede de distribuição de gás para todas as 600 unidades de seus 30 prédios.

Duas tragédias envolvendo aquecimento interno da água por meio do gás mobilizaram o noticiário em 2019. Em Santo André (Região Metropolitana de São Paulo), no mês de julho, um casal, o filho de 3 anos e a filha adolescente morreram asfixiados pelo monóxido de carbono que vazou do aquecedor a gás, aparelho que estava sem a chaminé de exaustão (item obrigatório). Cerca de dois meses antes, em maio, no Chile, seis turistas brasileiros também morreram por causa da inalação do monóxido de carbono (pai, mãe, filho e filha adolescentes e um casal de tios).

A gestão do consumo e da segurança das instalações de gás no condomínio é o foco desta reportagem, que mostra ainda os cuidados adotados pelos síndicos para evitar riscos ao prédio e aos moradores. A segurança do sistema é condição essencial para a liberação do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).

A liberação gradual de uso dos espaços de práticas esportivas, a permissão às mudanças e às reformas nas unidades, além do reinício de obras que haviam sido suspensas nas áreas comuns estão no novo cenário dos condomínios depois da fase de maior distanciamento social provocado pela pandemia do novo Coronavírus.

Portal do Governo do Estado de São Paulo diz, no canal "Tire suas Dúvidas", que a Vigilância Sanitária deverá multar o condomínio por cada pessoa flagrada sem máscara "nos espaços de uso comum".

Material preparado pela Condoprime, empresa de assessoria esportiva sediada em São Paulo (Capital), está disponível para download (ao final deste texto). O guia foi desenvolvido conforme as orientações do Governo do Estado, do CREF4/SP (Conselho Regional de Educação Física da 4ª Região), da OMS (da Organização Mundial da Saúde), do Ministério da Saúde e da ACAD (Associação Brasileira de Academias).

A legislação, originária do PL 1.179/2020, aprovado pelo Congresso Nacional, possibilita ainda prorrogação do mandato dos síndicos até 30/10 na impossibilidade da realização da assembleia. Artigo relativo à "quarentena" das áreas comuns foi vetado pela presidência da República. Lei Geral de Proteção de Dados (LGDP) tem o início de sua vigência protelada para dia 1º de agosto de 2021.

A monocapa é uma argamassa decorativa comum aos revestimentos de prédios mais modernos, aplicada durante a fase de construção já na tonalidade final prevista pelo projeto da edificação. Essa aplicação requer cuidados, assim como sua manutenção posterior.

A reportagem da Direcional Condomínios acompanha há quase três anos os problemas estruturais que atingiram um condomínio residencial no bairro do Paraíso, em São Paulo. Segundo laudo de engenharia contratado por volta de 2017 pela então síndica Mariza Mello, o sistema da fachada apresentava vício construtivo (falta de juntas de dilatação, substituídas por frisos de alumínio) e manifestações patológicas severas (corrosão de armaduras, entre outras), que foram acentuadas pelo adiamento das obras nas gestões anteriores.

Saiba ainda quais os procedimentos adotados em condomínio com monocapa na fachada.

Em dezembro do ano passado, a síndica Renata Linhares começou a perder o sono com as contas d’água cada vez mais elevadas do Condomínio Reserva Jardim Tarumã, residencial de três torres e 156 unidades localizado no Jardim Avelino, zona Leste de São Paulo. “Em janeiro de 2020, o aumento foi de 30%. Nos meses seguintes, foi mais acentuado, cheguei a receber conta acima de R$ 80 mil, somando áreas comuns e unidades”, relata. O valor médio mensal pago pelo condomínio-clube oscila entre R$ 36 e 38 mil, diz.

O Síndico orgânico Fábio Schmitt, também empresário do segmento de terceirização, aponta que a higienização dos ambientes coletivos ganhou relevância com a pandemia da Covid-19.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) publicou no último dia 21/05 a NBR 16.747/2020, padronizando procedimentos, etapas, documentação e formas de apresentação de laudos de inspeção predial.

A pandemia do novo Coronavírus realçou a importância dos funcionários do condomínio. Entre eles o porteiro, que está na linha de frente da triagem dos acessos ao prédio e que tem o seu dia comemorado neste mês (em 9 de junho). Peça-chave da segurança, o profissional precisa de treinamento constante.

Aumento das contas d'água no período da quarentena deverá levar os condomínios a reverem estratégias relacionadas ao seu consumo e medição.

A palestrante, professora universitária e influenciadora Tiemi Yamashita atua no Brasil apresentando a metodologia do Mottainai, surgida no Japão com conceitos que combatem o desperdício. Tiemi se autodenomina como uma “caçadora de desperdícios” e aponta que a pandemia poderá ensinar as pessoas a aproveitarem melhor os recursos de que dispõem.

A quantidade de resíduos recicláveis coletados em um condomínio localizado em Pinheiros, zona Oeste de São Paulo, triplicou no mês de abril passado em relação a dezembro de 2019.

Síndicos colhem bons resultados com ações de sustentabilidade. Além de proteger o meio ambiente, a estratégia possibilita diminuir o consumo, reaproveitar recursos e combater desperdícios, e se torna uma grande aliada na reorganização do condomínio.

Boa parte dos síndicos profissionais entrevistados ao longo do mês de maio pela Direcional Condomínios registraram pequena elevação da inadimplência em função da pandemia do novo Coronavírus.

O prefeito Bruno Covas divulgou nesta quinta-feira, dia 04/06/2020, nota em que define os condomínios como autônomos para definirem as regras de convivência e administração durante o período da quarentena da Covid-19.

Moradores promoveram festas com convidados e utilizaram áreas de lazer e a academia apesar das medidas de distanciamento social decretadas para controlar o avanço do novo Coranavírus.

A síndica Elisa Malízia está há cerca de 15 anos na gestão do prédio onde mora, o Absolute Moema, na zona Sul de São Paulo, e considera um de seus maiores desafios as intervenções de recuperação da fachada.

A pandemia do novo Coronavírus (Covid-19) levou o síndico Helio Gomes Junior a suspender temporariamente as obras de retrofit da fachada do Condomínio Cervantes, no bairro da Consolação, zona central de São Paulo.

A visão de um condomínio de duas torres e 96 unidades, localizado na zona Oeste de São Paulo, na região do metrô Vila Madalena, mudou radicalmente em menos de um ano.

A terceirização das equipes de trabalho está presente hoje em grande parte dos condomínios e acabou fortemente mobilizada para se adaptar às medidas de prevenção à pandemia do novo Coronavírus (Covid-19).

Orientações podem ser utilizadas para a realização de obras nos condomínios. Elas estão em documento produzido pela Subsecretaria de Inspeção do Trabalho, do Governo Federal, e pelo Sinduscon-SP.

Metodologia oriunda de organizações públicas e privadas, o compliance pode ajudar os síndicos a implantarem critérios éticos de contratação dos prestadores de serviços.

A impossibilidade de realizar assembleias presenciais foi um dos principais impactos da quarentena sobre a rotina administrativa dos condomínios. O formato virtual ganhou protagonismo, mas está longe de um consenso na área do Direito.

Os reflexos da pandemia sobre a vida condominial têm obrigado gestores, moradores e prestadores de serviços a uma reinvenção.

Nesta parte, Luís Renato Mendonça Davini explica como é feita a análise de riscos e dos pontos de vulnerabilidades do condomínio, os quais facilitam invasões. O especialista dá exemplos de condições inadequadas dos perímetros (como árvores próximas dos muros, que possibilitam a escalada e invasão); sobre falhas de procedimentos no controle de acesso; funções do porteiro e sobrecarga de atividades; proteção da guarita (quem pode entrar no seu interior?); sobre treinamento e orientações de protocolo de segurança aos moradores.

Neste vídeo, o especialista fala sobre:

- A composição do sistema de segurança dos condomínios: Aspectos físicos, humanos, eletrônicos e procedimental;

- O quesito procedimental e sua importância para interligar todo o sistema;

- Prevenção: Relação custo e benefício – “Agindo à frente de qualquer evento”;

- Aparatos de segurança: Proteção perimetral; controle de acesso na garagem; controle de acesso de moradores, visitantes e prestadores de serviço; câmeras, CFTV e proteção do DVR.

Nesta parte da entrevista, Luís Renato Mendonça Davini fala sobre as condições que favorecem o uso de drogas pelos adolescentes nos condomínios; sua relação com amigos de fora que os abastecem com entorpecentes, e; sobre medidas que poderão ser tomadas pelo síndico para desestimular o encontro deles nas áreas comuns para o consumo.

Algumas administradoras costumam orientar os síndicos a não interferirem nos casos em que um morador reclama do “cheiro da maconha” proveniente da vizinhança? O delegado Luís Renato Mendonça Davini questiona e rebate esta postura em entrevista neste vídeo. Segundo ele, o síndico possui representação legal para agir e deve acionar a autoridade policial.

A revista Direcional Condomínios tem reportado que boa parte das obras de adequação e/ou modernização das instalações elétricas nas edificações é motivada pela necessidade de regularização do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).

Esta reportagem inicia destacando o momento de decisão por que passa a síndica Simone Alonso Kishiue em relação ao que fazer com os pontos de infiltração que atingem de forma generalizada as estruturas do 1º subsolo de garagem do condomínio onde mora, na zona Oeste de São Paulo.

Três quadras de diferentes tamanhos, além de um mini campo de futebol society, estão entre os principais atrativos de um condomínio-clube de Osasco, na Região Metropolitana de São Paulo, implantado em 2012.

A renda obtida pela locação ou cessão de espaço para antenas de telecomunicações ajuda os condomínios a realizar obras custosas de manutenção. Mas o modelo dessa parceria tem gerado controvérsias.

A Aprag (Associação dos Controladores de Vetores e Pragas Urbanas) tem alertado os síndicos a manterem o cronograma de desinsetização e dedetização dos ambientes mesmo durante o distanciamento social estabelecido pelas autoridades públicas para conter o avanço do novo Coronavírus (Sars-cov 2), que provoca a Covid-19.

Como entrevistas complementares à reportagem de Capa da edição de abril de 2020 da revista Direcional Condomínios, assista aqui aos vídeos com o Delegado da Polícia Civil de São Paulo, instrutor e consultor de segurança em condomínios, Luís Renato Mendonça Davini. A produção é da MoraPlay Vídeos.

O bairro da Vila Leopoldina, na zona Oeste de São Paulo, possui hoje o 3º maior número de usuários de crack em alguns bolsões nas imediações da Ceagesp, afirma o síndico e jornalista Eduardo Fiora. São cerca de 400 pessoas, um número flutuante, observa.

Quais as medidas preventivas o síndico pode adotar para barrar o consumo de entorpecentes nas áreas comuns? O direito à propriedade protege um usuário de drogas dentro de casa? O que fazer quando há pontos de consumo e tráfico perto do condomínio? Essas são questões recorrentes entre os síndicos, abordadas na reportagem a seguir.

O diretor-presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, Marcelo Amaro Buz, órgão ligado à Casa Civil do Governo Federal, baixou a Instrução Normativa 04/2020, a qual possibilita que síndicos em final de mandato durante o período de quarentena possam continuar exercendo a função.

O síndico profissional Wolfram Wether defende que os condomínios contratem um diagnóstico das vulnerabilidades em sua segurança, executem um projeto para mitigar os riscos e, somente depois, programem os investimentos.

A tecnologia 4.0 oferece aos condomínios recursos cada vez mais sofisticados para controlar o acesso, o perímetro, a circulação interna e garantir a segurança patrimonial. Mas o seu maior benefício será uma grande mudança cultural no comportamento dos condôminos. O avanço tecnológico exige que eles sejam corresponsáveis pelo sistema e prenuncia a era do “Condomínio 5.0”.

Grande parte dos síndicos deu respostas imediatas e propositivas às medidas governamentais de quarentena por causa da pandemia do Coronavírus (Covid-19), extensivas a todo o Estado de São Paulo a partir do Decreto 64.881, de 22 de março de 2020, o qual suspendeu as atividades não essenciais no período entre 24/03 e 7/04.

O senador Antonio Anastasia apresentou o Projeto de Lei 1.179/2020 ao Senado Federal na segunda-feira, dia 30 de março de 2020. O objetivo é dispor de um “Regime Jurídico Emergencial e Transitório das relações jurídicas de Direito Privado (RJET) no período da pandemia do Coronavírus (Covid-19)”. Isso inclui, entre outros, mudanças de regras de circulação dentro dos condomínios.

A Direcional Condomínios apresenta aqui uma síntese de como fica a operação de setores essenciais à manutenção e à segurança das edificações durante o período de quarentena decretado pelo Governo do Estado para conter o avanço do novo Coronavírus (Covid-19).

A Portaria 014/2020, do Corpo de Bombeiros de São Paulo, prorrogou os prazos das licenças do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), do CLCB (Certificado de Licença) e TAACB (Termo de Autorização para Adequação do Corpo de Bombeiros), que venceram a partir do dia 1º de março passado.

A Coordenadoria de Vigilância em Saúde, da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, divulgou um Comunicado com recomendações não farmacológicas para os condomínios residenciais ajudarem a conter o Coronavírus (Covid-19).

Grande parte dos síndicos deu respostas imediatas, atendendo às medidas governamentais.

Em momentos de crise, comunicação e solidariedade entre os vizinhos são fundamentais.

O advogado Cristiano De Souza Oliveira, através da DS&S Treinamentos, realiza a partir do próximo dia 23 de março de 2020 quatro encontros de curso online e com transmissão ao vivo (das 19h às 22h) sobre questões práticas relativas à gestão diária do condomínio.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública e o da Saúde baixaram a Portaria Interministerial 5, de 17/03/2020, prevendo sanções e até prisão de quem descumprir isolamento ou quarentena depois de confirmada a infecção por Coronavírus (Covid-19). A seguir, a enfermeira Eli Ikuta, que passa por treinamentos sobre medidas preventivas à disseminação do vírus desde fevereiro passado, explica a importância de os moradores nos prédios seguirem a determinação do isolamento caso tenham a doença ou familiar próximo infectado. Eli Ikuta é Mestre em Psicologia da Saúde, docente na área de Saúde Coletiva e atua como enfermeira na Atenção Básica do Município de São Paulo.

O Seciesp (Sindicato das Empresas de Conservação, Manutenção e Instalação de Elevadores do Estado de São Paulo) e a Abeel (Associação Brasileira das Empresas de Elevadores) divulgaram dicas de uso dos elevadores nas edificações como medidas preventivas à pandemia do Coronavírus (Covid-19). Confira na sequência das imagens, compartilhe e ajude a divulgar. Clique aqui para baixar o pdf.

A maior feira de segurança da América Latina aconteceria de 14 a 16 de abril de 2020 no São Paulo Expo, na Capital Paulista. Leia a seguir o comunicado dos organizadores, que tomaram a decisão em função do avanço do novo Coronavírus (Covid-19).

A Direcional Condomínios recebeu nesta quinta-feira (12/3/2020) equipes e gestores de empresas que anunciam na revista para um treinamento de qualidade no atendimento. Foi o primeiro workshop de 2020; demais encontros serão programados para o ano, em agenda a ser divulgada a todos os clientes da revista. A participação é gratuita para o empresário e equipe.

Síndicos devem orientar sobre protocolo para evitar riscos potenciais de contágio e podem adotar medidas de profilaxia. Em caso de morador doente, a notificação às autoridades da saúde é compulsória.

Parece enredo de novela o percurso que o corpo diretivo do Condomínio Hyde Park enfrentou nos últimos seis anos para aprovar as obras de regularização e modernização elétrica da edificação entregue em 1979.

Na primeira visita de inspeção que uma equipe de engenheiros realizou no subsolo de garagem de um condomínio da zona Norte de São Paulo, tendo como objeto os sinais acentuados de degradação causados por infiltrações em lajes (foto abaixo), pilares, colunas e cortinas, identificou-se:

Em condomínio de padrão elevado, localizado no bairro do Itaim Bibi, na zona Sul de São Paulo, os coproprietários investiram no acabamento em epóxi dos três níveis de subsolo de garagem pouco tempo depois de receberem os imóveis.

Normas como a ABNT NBR 16.280 ou novos usos introduzidos pela tecnologia, como o Airbnb, o coworking e estações de recarga de veículos elétricos, sequer eram imaginados há cerca de 20 anos, quando os legisladores formularam o Novo Código Civil. O problema é que esta legislação deixa uma lacuna quanto à atualização das normas internas no condomínio.

O Corpo de Bombeiros de São Paulo emitiu no dia 20 de janeiro de 2020 o Parecer Técnico CCB-008/800/20, relativo à aplicação da Instrução Técnica 09/2019, a qual, por sua vez, determina diferentes parâmetros de compartimentações e acabamentos para evitar a propagação do fogo nas edificações.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), fundada em 1940, foi designada como Foro Nacional de Normalização, através da Resolução 07/92 (competência do CONMETRO dada pela Lei 5.966/73), e representa o Brasil junto a organismos internacionais de certificação, como a ISO.

A ABNT NBR 16.280 estabelece critérios para o gerenciamento das obras nas áreas comuns e unidades privativas, com o objetivo de evitar desmoronamentos de edificações, como os registrados em anos recentes no Brasil.

Especialista na área de seguros, Felipe Cavalcante tira dúvidas em entrevista à revista Direcional Condomínios.

As mulheres estão sempre presentes nas páginas da Direcional Condomínios e no conteúdo compartilhado pelo nosso site.

Existem hoje em São Paulo padrões bem distintos de remuneração do síndico, seja o orgânico (morador) ou o profissional.

Ser síndico não é para amadores. Seja o síndico local (morador ou orgânico), seja o externo (profissional), esse gestor carrega imensa responsabilidade sobre o patrimônio e a integridade física das pessoas no condomínio. E, ao assumir um prédio (novo ou consolidado), se depara com problemas ocultos, algo como uma verdadeira “caixa preta” de aviões.

Em função das chuvas ocorridas da noite de terça-feira (dia 25/02/2020) para a quarta-feira de cinzas (dia 26/02/2020), os moradores do Condomínio Stelarum Domus, em Jacareí, no Vale do Paraíba (SP), tiveram que deixar os imóveis.

As chuvas que atingiram São Paulo na noite do último domingo e madrugada da segunda-feira (dias 9 e 10/02/2020), inundaram vias, edificações, comunidades, igrejas, clubes, trilhos de trens, e provocaram deslizamentos, entre inúmeros outros transtornos. Condomínios foram inundados, em situações onde a água não apenas cobriu os subsolos de garagem, quanto atingiu áreas comuns, incluindo elevadores.

Data municipal vem na sequência do Dia do Zelador, comemorado anualmente em 11 de fevereiro, conforme a Lei Estadual Paulista 2.131/1979. A homenagem ao Dia 11/2 foi uma iniciativa da Assembleia Legislativa, sancionada pelo governador da época.

A presença dos geradores nos condomínios ganhou status de prioridade, em função de três principais benefícios, de acordo com síndicos e especialistas entrevistados: Por assegurar a acessibilidade, notadamente de pessoas com dificuldades de mobilidade e/ou residentes nos andares mais altos; pelo conforto de garantir energia também para as unidades privativas; e por evitar a interrupção do trabalho de quem atua em home office ou nos prédios comerciais.

Em matéria publicada no site da Direcional Condomínios, a engenheira civil Rejane Saute Berezovsky, diretora do Ibape-SP (Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo), destaca a importância do laudo de inspeção predial para orientar a recuperação do sistema de impermeabilização.

Os sinais de infiltração e corrosão na laje, vigas e pilares de um condomínio da zona Norte de São Paulo estão tão acentuados, que a assembleia de condôminos aprovou no final do ano passado a contratação de um trabalho de inspeção predial para diagnosticar e dimensionar os problemas, antes de se contratar obras de recuperação do local.

O condomínio Edifício Tahiti se preparou ao longo do ano passado para enfrentar sem vazamentos e com segurança o atual período de chuvas em São Paulo.

O síndico José Antonio Marques também iniciou o ano aguardando da concessionária de energia a ligação definitiva nos dois novos centros de medição do Condomínio Viadutos, que recebeu uma modernização elétrica parcial em 2019. Aqui, a parte das prumadas ainda não foi contratada, ela virá na sequência, neste ano ainda, pois no Viadutos as estruturas e custos são bem mais robustos.

Por mais que uma edificação antiga esteja em dia com a manutenção de suas instalações, chega uma hora em que o sistema como um todo se mostra incompatível e subdimensionado mediante as normas técnicas atuais e o padrão de consumo dos moradores.

Novos empreendimentos próximos de aeroportos, centros médicos e áreas comerciais surgem “vocacionados” para locação de curta temporada

A discussão sobre a legalidade de locações de curta temporada em condomínios residenciais se encontra no STJ (Superior Tribunal de Justiça). O voto do relator do processo é favorável à locação por aplicativos como o Airbnb, mas a decisão ainda não foi tomada pela Corte.

Em comemoração ao Dia do Zelador, celebrado em 11/2, a Direcional Condomínios destaca profissionais que cresceram na função e exercem papel relevante em seus condomínios, homenagem que se estende a toda categoria.

O mercado para novos e “usados” – Dados divulgados no último dia 16 de janeiro pela Pesquisa do Mercado Imobiliário, do departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), indicam que o ano de 2019 pode chegar a um aumento médio de 50% na venda de imóveis novos na cidade de São Paulo.

Os meses de janeiro a novembro de 2019 tiveram o “melhor resultado em 15 anos” na venda de unidades novas e no lançamento de empreendimentos em São Paulo. É um mercado potencial para síndicos profissionais e para a massa condominial como um todo, que precisa se modernizar e acompanhar toda essa valorização imobiliária.

Advogadas Amanda Lobão e Suse Paula Duarte Cruz Kleiber realizam no período de 9 a 13 de março de 2020, em São Paulo, o Módulo III do curso Avançado de Administração Condominial, abordando temas como realização de assembleias de condôminos, locação de curta temporada via aplicativos, condômino antissocial, entre outros. As aulas serão ministradas ainda pelos advogados Renato Salles e Antonio Carlos Duarte Moreira, pelo juiz de Direito Ricardo Pereira Junior (palestrante e juiz corregedor dos CEJUSC´s), e pela desembargadora Vera Angrisani, da Cam. de Direito Público do TJ/SP, ex-integrante da 2a. Câmara Reservada ao Meio Ambiente e professora na Escola Paulista da Magistratura.

Com transmissão via internet, um deles trará a participação de quatro especialistas da área do Direito, de diferentes estados do Sudeste brasileiro, para falar sobre condômino antissocial, em evento gratuito. O outro trará um curso intensivo de Direito Condominial, a ser ministrado em quatro datas pelo advogado e consultor da área de condomínios, Cristiano De Souza Oliveira.    

O condomínio ID Jardins virou o ano com estruturas novas nas áreas da churrasqueira e espaço fitness, depois de promover a troca das coberturas desses ambientes. Localizado na Bela Vista, próximo à Avenida Paulista, em São Paulo, o ID Jardins já se encontra em sua “2ª geração” de coberturas. Com torre única e 78 apartamentos, o ID Jardins foi implantado em 2006 sem esses recursos, instalados posteriormente em policarbonato alveolar. Cerca de dez anos depois resolveu que era tempo de substituí-lo.

O mercado de equipamentos para produção da energia fotovoltaica (elétrica) nas edificações aguardava no final do ano passado por mudanças na Resolução Normativa 482/2012, da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), que mexeriam com as regras do setor. Segundo a norma, os domicílios que geram energia elétrica própria, e jogam o excedente na rede da concessionária pública, são compensados integralmente através de créditos em sua conta (pelo Sistema de Compensação de Energia Elétrica/SCEE).

A ideia é reforçar a estrutura das modalidades de maior demanda para o exercício físico dos moradores, melhorar o conforto e dar segurança aos usuários.

Garantir o equilíbrio entre receitas e despesas do condomínio representa uma das atribuições centrais do síndico. Mas é importante ainda fazer caixa para custeios extras e investimentos na manutenção preditiva, preventiva e nas modernizações. Tudo isso sem sobrecarregar a taxa de rateio.

Ao mesmo tempo em que a Constituição brasileira garante a livre expressão, de outro lado considera como direitos fundamentais das pessoas a inviolabilidade à sua intimidade, vida privada, honra e imagem. Essa é uma das bases legais que sustentam ações cíveis contra danos gerados por uma informação falsa ou ofensas veiculadas nas redes sociais.

O uso das redes sociais funciona como uma via em dois sentidos, pode fazer tanto o bem quanto o mau nos condomínios. Os aplicativos de mensagens têm sido os mais utilizados e, se de um lado agilizam a gestão na tomada de decisões, de outro servem para propagar ofensas contra o síndico e brigas entre os próprios vizinhos.

Saber dimensionar a equipe (própria e terceirizada) e definir a sua melhor escala de trabalho pode fazer grande diferença na hora de fechar as contas no final do mês, especialmente com a racionalização das horas extras pagas pelo condomínio.

O residencial possui dois prédios e foi entregue em 2017, dentro do Programa Minha Casa Minha Vida. O solo apresenta grande movimentação, com risco de colapsar as edificações.

A Prevente Engenharia irá realizar seu 2º Workshop do ano no próximo dia 25 de novembro de 2019, em São Paulo, Capital. O evento fará uma comemoração ao Dia do Síndico, data celebrada em 30/11, e acontecerá no Centro da cidade. Haverá ainda transmissão online de toda programação.

Evento ocorrerá no próximo dia 13/11/2019, a partir das 18h30. A realização está à cargo do Conselho Regional de Administração de São Paulo, com apoio de seus grupos de estudos temáticos, entre eles o GEAC (Grupo de Excelência em Administração de Condomínios).

Instrutor da Polícia Militar de São Paulo e de cursos para síndicos, zeladores, gerentes prediais e porteiros, o especialista Waldir de Oliveira Samora reforça a necessidade de os condomínios ficarem mais atentos a detalhes que podem favorecer as invasões.

Conforme dados oficiais do mês de junho passado, a cidade de São Paulo fechou o primeiro semestre de 2019 com 1.548 grupos de Vizinhança Solidária.

Especialistas em segurança de condomínios têm afirmado, com base nos registros da polícia, que furtos qualificados, mediante arrombamento, predominam nas ocorrências verificadas em São Paulo, Capital.

O granilite é um acabamento comum nas superfícies internas dos prédios construídos até por volta dos anos 80. É um cimentício composto de grânulos de minerais naturais.

Há cerca de um ano, o síndico Luiz Leitão da Cunha promovia o tratamento do piso em granilite da escadaria interna do Condomínio Fernão Dias, assim como dos halls dos pavimentos.

Não basta receber amplos espaços de academia das construtoras, equipados com duplicidade de aparelhos, é preciso saber montá-los.

O desabamento do Edifício Andrea, em Fortaleza (CE), na manhã do último dia 15 de outubro, reacendeu o tema das responsabilidades dos síndicos, agora com uma conotação trágica, pelas mortes (nove) e feridos (sete). A própria síndica, Maria das Graças Rodrigues, está entre as vítimas fatais.

Antecipação de riscos e ação preventiva são as estratégias adotadas pelos síndicos que se preocupam em transitar sem sustos com o instituto das suas responsabilidades legais: Civil, criminal e administrativa, com implicações ainda nas áreas fiscal, ambiental, trabalhista e previdenciária. Eles destacam também sua responsabilidade social com o patrimônio e a vida da coletividade, os quais dependem, em grande parte, destas posturas.

As chuvas do verão que se aproxima poderão colocar à prova o controle de pragas e a desobstrução de tubulações no prédio. Há condomínios que vêm optando por contratos integrados para evitar riscos, incluindo a desinfeção das caixas d’água e, em alguns casos, o “luxo” de estender serviços às unidades.

O Espaço Hakka, no bairro da Liberdade, em São Paulo (SP), sediou mais um Encontro em Homenagem aos Síndicos, promovido pela Direcional Condomínios.

O Encontro Comemorativo do Dia dos Síndicos, realizado pela Direcional Condomínios para celebrar a data de 30/11, foi antecipado para o dia 25 de setembro de 2019 em São Paulo, Capital.

O desabamento do Condomínio Edifício Andrea, em Fortaleza (CE), no último dia 15 de outubro de 2019, deixou nove mortes, entre elas a síndica Maria das Graças Rodrigues, e sete feridos.

Em entrevista à Direcional Condomínios, a síndica profissional Ângela Merici comenta se vale a pena assumir a sindicatura mediante as responsabilidades legais que recaem sobre a função. Ela é também síndica orgânica no residencial onde mora. Leia ainda o artigo “Responsabilidade civil e criminal do síndico: Quando ocorre?”, da síndica e advogada Irina Uzzun.

O Grupo ConViver, com apoio do vereador Gilberto Natalini (PV/SP), realizará no próximo dia 28 de novembro de 2019, em São Paulo (Capital), o 5º Encontro de Como Viver Bem em Condomínio, a partir das 19h30.

A sonorização do ambiente da academia do condomínio com a playlist do morador, conectada por meio de bluetooth, simboliza uma das facilidades de se viver em um prédio que já nasce com a tecnologia embarcada em suas estruturas, com aparatos de última geração, caso do Edifício Nomad, residencial localizado no bairro de Moema, em São Paulo.

No condomínio em que a bibliotecária Elani Tabosa do Nascimento reside no bairro da Penha, na zona Leste de São Paulo, há poucas crianças, apenas 28 apartamentos e nenhum espaço estruturado para as brincadeiras infanto-juvenis.

Os espaços de recreação infanto-juvenil no condomínio ganham sofisticação e importância entre as áreas comuns conforme novos empreendimentos são entregues pelas construtoras.

A segurança demanda investimentos contínuos na atualização tecnológica dos equipamentos e/ou na reorganização completa do sistema no condomínio.

O primeiro elevador modernizado do Condomínio Vivenda começou a operar no final de agosto passado, interrompendo um histórico de constantes paradas, pessoas presas na cabina e sustos para os moradores de suas 32 unidades.

O mercado das administradoras viveu forte mudança nos últimos anos, face aos investimentos inevitáveis em softwares de gestão (para a prestação de contas, pagamentos, recebimentos, eSocial etc.) e na integração com o operacional de cada condomínio (cadastros, locação de espaços, comunicados e “livros” de ocorrência, entre outros).

A situação é confortável para os moradores, mas liberar serviços particulares nas áreas privativas gera riscos e reclamações.

A conversa dos síndicos com os jovens necessita de um terceiro elemento, a família, pontua o psicólogo Daniel Stephan Wajss.

Síndicos e administradores apontam que houve uma mudança na relação dos jovens e adolescentes com o condomínio, especialmente na faixa etária de 16 a 24 anos, com baixa presença nas atividades das áreas comuns.

Adolescentes e jovens, especialmente acima de 16 anos, apresentam interesses que, em geral, confrontam o regulamento do condomínio. Resistem ainda a participar dos eventos coletivos. Mas é preciso insistir no diálogo e na busca de meios capazes de incluí-los na vida do prédio, recomendam gestores e especialistas.

Em entrevista à revista Direcional Condomínios, o engenheiro Antonio Luiz Caldeira fala sobre as principais causas de paradas de elevadores nos prédios e de soluções mais indicadas para alguns casos.

Em entrevista à revista Direcional Condomínios, o síndico orgânico Pedro Nagahama faz uma avaliação dos pouco mais de dois anos de implantação da portaria virtual (ou remota) em prédio residencial localizado na região do Tatuapé, na zona Leste de São Paulo.

Aconteceu na manhã desta quarta-feira (dia 25/09/2019), em São Paulo (Capital), um novo Encontro de Síndicos promovido pela revista Direcional Condomínios.

No dia 18/10/2019, o Eng. Civil Claudio Eduardo Alves da Silva irá ministrar um curso específico para zeladores de condomínios, no horário entre 8h e 17h, na Praça da Sé, no 184, Centro de São Paulo (Capital).

A Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo realizará, no próximo dia 4 de outubro, o II Congresso Estadual de Direito Condominial, entre 8h e 19h. O evento acontecerá na sede institucional da OAB-SP, na Capital Paulista.

O advogado Rodrigo Karpat realiza entre os dias 30 de setembro e 28 de outubro em São Paulo, Capital, o 5º Curso Intensivo de Direito Condominial.

A Secretaria Estadual de Saúde informa que o número de casos de sarampo no Estado chegou a 3.591 na quarta-feira, dia 11/09/2019. A doença é altamente contagiosa e pode matar.

A síndica e designer de interiores Mari Ester Golin está implantando um novo playground em seu condomínio e, paralelamente, para outros edifícios, vem desenvolvendo projetos de brinquedoteca, como o apresentado para um condomínio em Perdizes, na Zona Oeste de São Paulo, baseado na escola montessoriana. É um método educacional que valoriza a autonomia de movimento da criança em seu desenvolvimento motor, social e psicológico.

Nesta revista de setembro, em que o foco das principais matérias recai sobre a tendência de se ampliar os serviços ofertados aos condôminos, não poderia ser esquecida a parte relativa à recreação das crianças até doze anos de idade.

Com mais de 20 anos de trabalho no segmento, José Elias de Godoy, Tenente-Coronel da Reserva da PM de São Paulo, afirma que pelo menos dois condomínios têm sido invadidos a cada semana em São Paulo (Capital) por jovens e adolescentes.

Investimentos na integração tecnológica ocorrem em condomínios com presença física do porteiro, que são ainda maioria, e na automatização. Condomínio de 185 unidades acaba de quebrar paradigma e implantar portaria virtual.

A síndica Ângela Merici acaba de ver concluídos todos os trabalhos relativos à modernização dos quatro elevadores das duas torres que compõem o Condomínio Maresias, localizado em Perdizes, zona Oeste de São Paulo. A etapa final ficou por conta da reforma estética das portas externas de todos os pavimentos, de forma a haver uma padronização com as cabinas, que foram remodeladas.

Pela segunda vez os quatro elevadores do Condomínio Conjunto Brasil Pitoresco, na região do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, estão passando por obras de modernização.

Síndico e especialista há mais de 25 anos na área condominial, o advogado Cristiano De Souza Oliveira diz que a diferença entre pichação e grafitagem no âmbito do Direito depende muito da “interpretação da legislação”. Mas, em sua visão, pode ser entendida desta forma:

Síndicos relatam medidas adotadas depois que prédios foram alvo de pichadores.

A arquiteta Geórgia E. Z. Gadea, que tem incluído a luminotécnica em seus projetos de muro de vidro e modernização de portarias, afirma que existem dois principais tipos de iluminação nas edificações, a estética (decorativa) e a funcional.

A mudança de estação neste mês de setembro vem acompanhada do desabrochar de flores e cores nos condomínios, cenário que pode ganhar o reforço da luminotécnica. Um projeto bem pensado e cuidado é capaz de garantir esse brilho ao longo de todo ano.

Alguns novos condomínios estão nascendo com vaga específica para recarga de veículos elétricos.

A síndica profissional Jailma A. Brito, que administra o complexo Bonnaire, como a torre business e o Residencial Verde Morumbi, na zona Sul de São Paulo (Capital), destaca nesta entrevista à Direcional Condomínios os cuidados que devem ser tomados na gestão dos serviços aos moradores.

O síndico profissional Alessandro Paris separa em duas as novas modalidades de serviços disponíveis aos condôminos: Aqueles baseados no modelo de negócios pay per use, em que o morador paga pelo que consome (como a hora de utilização do carro ou da bike compartilhada); e aqueles em que o morador adquire produtos ou serviços diretamente do fornecedor (na feira livre interna, no salão de beleza etc.). No primeiro caso, Alessandro tem observado maior dificuldade de o serviço proporcionar um retorno financeiro que viabilize a continuidade do negócio pelo terceiro.

Padaria e pet care móveis, minimercados, lavagem de carros, espaço beleza, armário para encomendas, lavanderia, feiras livres, food trucks, assessoria esportiva e facilidades no pay per use: Os serviços chegam para dar mais comodidade à vida do morador no condomínio, porém, nem sempre o que dá certo em um lugar será sucesso no outro.

Em decisão tomada em agosto passado, 3ª turma do STJ acatou voto de relatora e derrubou negativa anterior da Justiça do RS.

A 26ª Higiexpo, maior feira da América Latina do segmento de limpeza profissional, realizada em São Paulo (Capital) entre os dias 21 e 22 de agosto, recebeu também o Fórum de Inovação Condominial, que debateu inovação, networking, mercado, transparência e ética neste segmento.

Entre os dias 30 de setembro e 3 de outubro de 2019, especialistas reunirão síndicos, administradores e gerentes de condomínio para aprofundamento dos assuntos que envolvem a sua administração. As aulas acontecerão entre 9h e 12h.

O advogado e consultor Cristiano De Souza Oliveira, colunista da Direcional Condomínios, é um dos organizadores e docentes do workshop “Assembleia Condominial”, que acontecerá em São Paulo (Capital), entre os dias 17 e 28 de setembro de 2019.

O consultor da área de riscos em condomínios, Carlos Alberto dos Santos, tem ministrado treinamentos para síndicos, gerentes prediais, zeladores, funcionários da manutenção e demais profissionais envolvidos com a gestão operacional dos condomínios.

Para o consultor de condomínios e gestor da área de riscos, Carlos Alberto dos Santos, apresentar um AVCB em dia não é suficiente para garantir a segurança do prédio.

Mediante a nova lei estadual que possibilita ao Corpo de Bombeiros a fiscalização dos condomínios no Estado de São Paulo, exigindo o atendimento à legislação de prevenção e combate a incêndio, o engenheiro Sérgio Meira de Castro destaca a importância de haver parcerias idôneas entre síndicos, administradoras e empresas do setor para a execução dos serviços necessários.

Mesmo que alguns condomínios não tenham conseguido ainda tirar ou atualizar o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), de renovação obrigatória a cada cinco anos para os prédios residenciais no Estado de São Paulo, os síndicos têm se desdobrado para contratar serviços e obras em atendimento às exigências e deixar o sistema operante.

Durante dez anos, entre 2004 e 2014, o Condomínio Dr. Rubens V. Brito e D. Elza S. Brito, localizado em Perdizes, zona Oeste de São Paulo, deu prioridade a uma taxa de rateio baixa, em prejuízo da manutenção e benfeitorias.

O síndico orgânico Pedro Nagahama é profissional da área de Tecnologia da Informação (TI), por isso não teve dificuldade de entender nem de contratar um “técnico virtual” junto do pacote de manutenção dos elevadores do residencial onde mora, o Condomínio Villandre, localizado na região do Tatuapé, zona Leste de São Paulo.

Há cerca de um ano, a Direcional Condomínios foi conhecer a casa de máquinas do Condomínio Calixto Esperidião, no centro de São Paulo, que havia passado por um incêndio no painel de comandos de seu único elevador, causado por uma forte oscilação da rede elétrica na região.

As duas torres do Condomínio Maresias, localizado em Perdizes, zona Oeste de São Paulo, acabam de receber a modernização total dos elevadores, que envolveu desde a troca do quadro de comando (hoje computadorizado, com inversor de frequência) à reforma completa das cabinas, eliminando-se a diferenciação entre uso “social” e de “serviços”.

Negociação, mediação, cláusulas contratuais específicas (como a avaliação neutra), adjudicação, arbitragem ou o Poder Judiciário são recursos ao alcance do síndico para gerir conflitos de natureza diversa no condomínio, afirma o advogado Cristiano De Souza Oliveira, que atua ainda como mediador judicial e privado.

Notificação, escuta das posições envolvidas, mediação, aplicação de multas, ações judiciais etc.: Inúmeros são os recursos de gestão dos conflitos no condomínio, mas cada medida deverá ser utilizada pelo síndico de acordo com a natureza do caso.

A vida contemporânea é marcada por pessoas cada vez menos tolerantes à frustração, mais focadas em direitos que deveres e mais resistentes “a qualquer esforço de relação que não seja seu bel prazer”, analisa a educadora e psicopedagoga Adriana Fóz, especialista em neuropsicologia e pesquisadora do Laboratório de Neurociência Clínica (LINC) da Unifesp.

Fumaça de cigarro, de churrasqueiras etc. pode gerar transtornos aos vizinhos, no entanto, o que mais provoca conflitos em condomínio ainda é o barulho e o mau uso da vaga de garagem.

Em 23 de dezembro do ano passado os moradores do Condomínio Helbor Spazio Club, na Vila Mariana, foram surpreendidos durante a reinauguração do hall social do prédio, de onze anos de implantação.

Em geral, as obras acontecem em etapas, mas com paciência e esforço para arcar com os custos, o condomínio renasce enquanto conceito estético e de uso das áreas comuns. Estas foram transformadas em um valorizado ambiente de socialização dos moradores.

Logo que começou a trabalhar como síndica profissional do Condomínio Ignácio Tavares Leite, em Higienópolis, São Paulo, a advogada Mila Fernandes Rocha colocou como uma de suas prioridades regularizar a situação do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros.

Desde abril passado o Corpo de Bombeiros de São Paulo tem a permissão de fiscalizar e multar as edificações em todo Estado que não estiverem em dia com o Auto de Vistoria emitido pela corporação (AVCB).

O sistema hidráulico nas edificações envolve diferentes tipos de instalações e materiais e está relacionado ao barrilete, prumadas, projeto de distribuição da água, reservatórios, bombas, rede pluvial e de esgoto, aquecimento e individualização do consumo.

Quem trafega pela área central de São Paulo, o Elevado Presidente João Goulart (“Minhocão”) e a região da Av. Paulista tem se familiarizado com a presença de manifestações artísticas, conhecidas como muralismo, sobre as empenas cegas dos edifícios.

A movimentação de obra no Condomínio Edifício Cervantes, no bairro da Consolação, área central de São Paulo, ainda não era muito visível no começo do mês passado, pois as equipes estavam trabalhando as superfícies dos três fossos de ventilação, internos ao prédio. Com torre única e 198 unidades, a maioria de um dormitório, o Cervantes foi construído em princípios dos anos 70 e corre agora em busca da modernização, começando pelo retrofit da fachada, a ser executado ao longo de todo este semestre.

Ao assumir a gestão do Condomínio Conjunto Residencial Buena Vista, entre o final de 2015 e começo de 2016, a síndica Lanuce Marta sabia que teria que incluir a fachada como uma das prioridades de seu mandato.

O Governo Federal acaba de prorrogar as novas etapas do eSocial, no entanto, o ideal é aproveitar o adiamento para corrigir as falhas que persistem e se preparar para o momento em que guias somente poderão ser pagas quando tudo estiver no sistema.

A imagem da auditoria no senso comum aparece ainda muito colada à “caça a fraudes”. Mas nas empresas e em alguns condomínios ela se tornou uma prática estratégica, pois ajuda a identificar falhas e a melhorar processos contábeis e contratos.

O consultor Carlos Alberto dos Santos, que faz a gestão de riscos em condomínios e acompanha a contratação e execução de contratos, sugere aos síndicos definir suas escolhas inicialmente “pela melhor proposta” e, se possível, depois, “pelo melhor valor”. “Ou seja, o que vale é a melhor condição para o condomínio.

O síndico profissional Luiz Leitão da Cunha, que desde 2016 realiza a modernização das instalações do Condomínio Edifício Fernão Dias, costuma lançar em planilhas cada momento de uma obra, contendo o tipo de material a ser empregado, a escala de valor e/ou tamanho de área.

Quando o síndico orça uma obra, ele costuma esbarrar em diferenças que chegam a até dez vezes entre o menor e o maior valor, além de escopos de serviços confusos ou incompletos, brechas para aditamentos, custos inconsistentes de mão de obra e materiais etc. Mas os gestores começam a mudar esse cenário e a organizar as licitações.

A revista Direcional Condomínios está com inscrições abertas para o seu novo Encontro de Síndicos de 2019, que acontecerá no próximo dia 25 de setembro, entre 8h e 13h, no Espaço Hakka, no bairro da Liberdade, em São Paulo (Capital). A jornalista Taiga Corrêa Gomes substituirá o marido Marcio Gomes, escalado no dia e horário do evento para apresentar telejornal na TV Globo.

O engenheiro civil Marcus Vinicius Fernandes Grossi e a arquiteta Fernanda Craveiro Cunha, ambos professores e com mestrado em suas respectivas áreas, irão ministrar curso presencial em São Paulo (Capital) e online, pela internet.

O aplicativo da Direcional Condomínios já está disponível para celulares com sistema Android e poderá ser baixado através de lojas virtuais como a Play Store.

Voltado para síndicos, entre outros, o workshop ocorrerá no próximo dia 25/06, na Praça da Sé, centro da Capital Paulista. As vagas são limitadas.

Uma cena inevitável em edificações construídas até há cerca de 20 anos é observar, em algum momento, o síndico ou zelador autorizando a quebra de paredes de halls ou partes de forro sob laje para tentar descobrir a origem de um vazamento, recorrendo ao expediente moroso e caro da chamada “tentativa e erro”.

Um hiato de dez anos marca a última intervenção na fachada do condomínio que a síndica orgânica Simone Alonso Kishiue administra desde junho de 2017.

Vícios construtivos podem acelerar ou acentuar a perda da integridade do sistema da fachada. Mas não só, por mais bem construída que seja, a fachada irá, em algum momento, apresentar diferentes manifestações patológicas devido a um desgaste natural.

Na edição de julho do ano passado a revista Direcional Condomínios registrou a iniciativa do síndico Cristiano Mendes e do corpo diretivo do residencial Jardins de Higienópolis em contratar um sistema inédito de recuperação da textura da fachada.

A síndica Maria Lúcia Carvalho enfrentou inúmeros desafios para conduzir a obra de recuperação da fachada do Condomínio Edifício Hortênsia, na Vila Mariana, em São Paulo.

Desde que teve concluído o retrofit da fachada, com a mudança das cores do revestimento em textura, o Condomínio Siena Tower zerou as unidades em comercialização no local.

Profissionais destacam responsabilidade e “paciência”.

O síndico profissional e químico Leandro Cruz alerta seus colegas gestores que, num contexto da terceirização dos serviços de limpeza, é fundamental zelar pelos procedimentos corretos de trabalho e pelo uso de produtos que evitem riscos aos funcionários e demais pessoas.

Os síndicos profissionais Roseane de Barros Fernandes e Carlos Azevedo Fernandes administram doze condomínios e prestam consultoria a um 13º.

O arquiteto Marcus Vinícius Abrantes afirma que as edificações cujos projetos foram apresentados e aprovados posteriormente ao Decreto Municipal de 2004 em São Paulo, bem como à legislação federal (confira abaixo), contemplam preocupação maior com a acessibilidade.

A acessibilidade deve vencer barreiras não somente em relação à arquitetura das edificações, mas também quebrar a resistência de moradores e até gestores em investir nas adequações. Obras de modernização do prédio representam uma ótima oportunidade para tornar os ambientes acessíveis.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) publicou no último mês de abril a nova versão da NBR 15.527/2019, que trata do “aproveitamento de água de chuva de coberturas para fins não potáveis, como rega do jardim e lavagem das áreas comuns”.

Quando, em 2014, os condôminos das 58 unidades do Condomínio You Jardim Saúde Mirante começaram a tomar posse de seus imóveis, tinham uma expectativa de valor de rateio bem abaixo da realidade orçamentária do prédio.

Entre as suas principais atribuições, o síndico deve zelar pelo meio ambiente. Nesta edição comemorativa do dia 5 de junho, a Direcional registra iniciativas de economia de energia e água, além de um trabalho de reciclagem de bicicletas.

Diante da expansão dos empreendimentos individuais de comércio e serviço e do home office, o síndico deve buscar na assembleia respaldo para regulamentar o que pode ou não ser feito dentro das unidades e nas áreas comuns. Mas trabalhar dentro do apartamento não pode ser proibido, desde que o morador respeite as regras de convivência.

Programa é da Secretaria Municipal de Cultura e ocorrerá nos dias 17 e 18 de agosto de 2019.

A Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), criada pela Portaria 397/2002, do Ministério do Trabalho, é o parâmetro ideal para o síndico definir funções e tarefas da equipe de apoio no condomínio, seja própria ou terceirizada.

A contratação de serviços especializados, através da terceirização total ou parcial, tornou-se irreversível nos condomínios, especialmente depois das mudanças no campo do trabalho ocorridas em 2017.

Cerca de 80% das edificações em São Paulo, notadamente as residenciais, dispõem de um sistema de abastecimento de água potável baseado em bombas de recalque sob comando elétrico, responsáveis por manter os níveis adequados nos reservatórios superiores. E, de acordo com a altura do prédio, o sistema precisa ainda do suporte de bombas de pressurização para garantir água nas torneiras das unidades superiores; e de válvulas redutoras de pressão para os andares inferiores.

Prédios revestidos com argamassas decorativas (monocapa), já caracterizando o acabamento da fachada, estão presentes em bom número hoje na paisagem urbana. Porém, para que mantenham um bom resultado estético ao longo do tempo, esses revestimentos precisam ser bem trabalhados tanto durante a fase da obra quanto na manutenção posterior, afirma o engenheiro Jorge Aranda González, das áreas Civil Industrial e de Segurança do Trabalho.

A seguir, um empresário que atua há pelo menos 20 anos no setor pintura de fachadas responde a algumas dúvidas levantadas pela Direcional Condomínios em relação aos procedimentos que poderão assegurar a qualidade do serviço. Confira!

O Condomínio Edifício Fernão Dias se prepara para duas obras que irão mudar seu conceito no entorno: O retrofit da frente do prédio, com substituição do gradil por muro de vidro, além do reposicionamento da eclusa e guarita; e a pintura da fachada.

A estudante de engenharia civil Larissa Spezani Resende, de 20 anos, foi atingida por placas de mármore que descolaram de varanda de um prédio residencial no Leblon, zona Sul do Rio de Janeiro, no dia 6 de março (quarta-feira de cinzas).

O engenheiro civil Marcus Vinícius Fernandes Grossi aponta, em artigo publicado no site da Direcional Condomínios, que a “manutenibilidade” das edificações é um conceito previsto em norma técnica (a ABNT NBR 15.575-1/2013) e diz muito sobre as facilidades e/ou dificuldades que o síndico encontra para assegurar os serviços e obras necessárias ao condomínio. A “manutenibilidade” tem a ver com:

Já é bem trabalhoso ao síndico garantir serviços e obras de manutenção no condomínio, tarefa que fica ainda mais complicada com a ausência de projetos, plantas e demais documentos.

A “evolução tecnológica” e a “mudança de hábitos dos moradores” abriram espaço para o crescimento das empresas de portaria virtual ou à distância (PAD), afirma o advogado e administrador de condomínios Marcio Bagnato.

Junto com Conseg Portal do Morumbi, eles estão promovendo a integração de suas imagens ao City Câmeras e à polícia. Estão instalando ainda totens com câmeras nos principais acessos.

A portaria virtual e demais modelos de controle de acesso passam por constante inovação. É a inteligência tecnológica à serviço da segurança, através da integração entre equipamentos, internet, softwares, imagens e dados do fluxo de pedestres e veículos.

O risco de incêndio pela sobrecarga da rede elétrica tem levado condomínios a contratarem estudos de carga instalada versus demanda para avaliar o uso do ar condicionado nas unidades. Demais equipamentos de consumo elevado devem ser contemplados, como os aquecedores.

Entre os dias 21 a 23 de maio, na São Paulo Expo, 800 expositores irão apresentar soluções de proteção patrimonial, incluindo sistemas para edificações. São esperados 45 mil visitantes.

Um grupo de advogados especialistas em questões condominiais irá promover na primeira semana do próximo mês de junho, entre os dias 3 e 6, em São Paulo, Capital, o Curso Avançado de Administração Condominial.

Com nova norma, entenda as diferenças entre Inspeção Predial Geral, Inspeção Predial Especializada e Perícia. A primeira esquadrinha a "saúde da edificação", observando, inclusive, os impactos de problemas no uso e na má operação dos sistemas prediais.

Dentre os revestimentos mais comuns das quadras em condomínios, como o piso asfáltico (sem juntas de dilatação) ou de concreto, as placas modulares de polipropileno [plástico duro] começam a ganhar espaço.

Instalações precárias, malconservadas, com riscos de curto-circuito, ou mesmo a sobrecarga na rede elétrica pelo uso incompatível dos equipamentos eletroeletrônicos, estão na origem de boa parte dos incêndios em edifícios no País, ocorrências cada vez mais comuns.

Dados da Abracopel apontam que 536 incêndios ocorreram em edificações brasileiras no ano passado, 80% deles dentro dos imóveis (com 59 mortes).

A manifestação de umidade ou vazamentos em lajes, vigas, colunas e paredes (cortinas) de garagens demanda estudo técnico prévio, para diagnóstico das causas, antes da contratação de uma obra.

A síndica Cristiane Bittencourt, do Condomínio Ilha Guadeloupe, na zona Oeste de São Paulo, precisou fechar preventivamente o acesso à piscina às vésperas do último verão. Azulejos começaram a se soltar em boa parte da extensão das paredes do tanque, gerando riscos de cortes nos usuários.

As imagens destacam a área trabalhada com manta asfáltica e acabamento em ladrilho hidráulico no condomínio da zona Oeste de São Paulo. A obra se encontra paralisada há cerca de dois anos; problemas de infiltrações na garagem continuam.

Boa parte dos condomínios tem recorrido à contratação de profissionais de engenharia para acompanhar a recuperação dos sistemas de impermeabilização do prédio, incluindo a realização de inspeção das áreas afetadas para um diagnóstico mais preciso dos problemas; o levantamento do escopo dos serviços necessários e das soluções mais indicadas conforme sua disponibilidade orçamentária; e a contratação e monitoramento da execução dos trabalhos.

A norma da ABNT de inspeção predial poderá ser lançada em breve no Brasil, depois de longo processo de discussão e consultas públicas. A inspeção é um tipo de vistoria e representa um dos inúmeros recursos técnicos que a engenharia oferece para que se possa avaliar a qualidade da manutenção e a segurança das estruturas.

Polêmica em seu lançamento, a ABNT NBR 16.280 está se consolidando, afirmam especialistas. A norma estabelece diretrizes para reformas nas áreas comuns e unidades, visando à segurança das edificações. Mas ainda há pontos

Celebrando os 22 anos da revista Direcional Condomínios e o Dia Internacional da Mulher

Gestores pedem mudança em decreto da Prefeitura que dificulta uso da TPC. Leia mais sobre esse instrumento em “Restauro de prédios tombados: como obter recursos através da Transferência do Potencial Construtivo”?

O síndico William Ali Chaim, gestor e morador de um condomínio no Jabaquara, zona Sul de São Paulo (SP), divulgou um comunicado aos moradores (imagem abaixo) com orientações sobre o que fazer em casos de violência contra a mulher e as crianças.

Aconteceu na quinta-feira, dia 14/03, em São Paulo, encontro com síndicos e síndicas promovido pela revista Direcional Condomínios. O objetivo é realizar uma dupla celebração: pelos 22 anos completados pela publicação em 2019 e pelo Dia Internacional da Mulher, comemorado no último 08/03. O tema geral do evento foi o "Impacto da Tecnologia na Gestão dos Condomínios".

A garagem tem sido a principal porta de entrada de muitos moradores em suas casas nos condomínios verticais.

O retrofit elétrico do Condomínio Grenoble, prédio construído em princípios dos anos 70 na região dos Jardins, em São Paulo, já estava no planejamento do síndico Luiz Roberto de Araújo, que nos últimos sete anos tem realizado inúmeras melhorias na edificação (como a modernização completa dos dois elevadores sociais, além da academia e brinquedoteca, entre outros).

O engenheiro eletricista Edson Martinho tem se dedicado, nos últimos anos, a realizar no País campanhas em favor da segurança das instalações elétricas e de prevenção de acidentes.

A modernização do Condomínio Edifício Iraúna, residencial entregue no final dos anos 60 em Higienópolis, São Paulo, deverá chegar neste ano ao conjunto das instalações elétricas do prédio.

Os sistemas de impermeabilização nas estruturas e instalações prediais têm o objetivo de assegurar a sua estanqueidade contra a ação da água, da umidade e do vapor. E cada setor da edificação possui características construtivas próprias, que demandam técnicas e soluções distintas.

Quando o síndico começa a ver manchas d’água nas lajes, pilares, vigas e paredes/cortinas das garagens, de imediato ele pensa no impacto que isso poderá ter sobre o orçamento do prédio, já que esses sinais remetem a intervenções que costumam ser complexas.

Em entrevista à revista Direcional Condomínios, o advogado e consultor Cristiano De Souza Oliveira repassa os pontos mais críticos na transição do mandato de síndico. Cristiano preside a Comissão de Direito Condominial da 38ª Subseção da OAB-SP e participa do Grupo de Excelência de Administração Condominial (GEAC do CRA-SP).

O síndico Bruno Ricardo da Silva é um exemplo de como paciência, abertura e firmeza ajudam a desmobilizar potenciais fontes de conflito no condomínio.

É possível conquistar a pacificação do condomínio por mais turbulentos que sejam os relacionamentos interpessoais, afirmam síndicos e especialistas entrevistados para esta reportagem.

Aplicar multa a um condômino é o pior cenário possível para um gestor, pelo potencial conflitivo que isto pode alimentar no ambiente coletivo. Porém, não se pode abrir mão do recurso quando estão em jogo os interesses dos demais moradores.

Encontro está sendo oferecido pela ABES-SP (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental) e acontecerá no dia 4/04/2019, durante todo o dia.

"O Síndico deve ter facilidade em dialogar, conquistar o respeito e estabelecer parcerias não só com o conselho, mas com todos os moradores. (...) Obviamente, quando o condômino não cooperar, há de ser tomada uma atitude mais enérgica, por isso, é fundamental haver registro, principalmente em caso de infração."

Moradores do Condomínio Liberte Morumbi, na zona Sul da Capital Paulista (SP), realizaram na manhã deste domingo (23/02/2019) ato ecumênico em frente às suas duas torres. O empreendimento de 106 apartamentos foi desocupado na última terça-feira, dia 19/02, à tarde, depois que a Defesa Civil e os Bombeiros identificaram risco de colapso em função de rachaduras. Não puderem sequer pegar documentos, material de escola dos filhos, roupas etc. Apenas animais de estimação foram resgatados.

Construído em princípios dos anos 70 na Zona Oeste de São Paulo, o condomínio em que vive o síndico João Bosco dos Santos foi entregue com algumas novidades para a época, como o número de pavimentos (25 andares, então incomum) e a instalação de um gerador para abastecer a rede elétrica das áreas comuns em caso de queda de energia.

A necessidade de regularizar o uso de ar condicionado pelos moradores do Condomínio Edifício Cardeal, localizado no Itaim Bibi, zona Sul de São Paulo, ajudou a síndica Luciana de Souza Campos a convencê-los a aprovar o retrofit elétrico da edificação, executado em 2018.

O verao superaquecido vivido neste começo do ano em São Paulo (SP), outrora conhecida como “terra da garoa”, colocou na pauta de preocupações dos síndicos o gap que boa parte das edificações residenciais apresenta para atender à demanda pelo uso de ar condicionado nos apartamentos: Suas instalações não estão dimensionadas para comportar essa necessidade de carga.

Duas principais soluções são apresentadas aos síndicos quando eles precisam resolver problemas recorrentes de infiltração nos subsolos dos edifícios, especialmente os vazamentos que se manifestam nas lajes, vigas e pilares.

A síndica profissional e psicóloga Jailma A. Brito destaca que é “de extrema importância estabelecer uma parceria com o zelador”, principalmente pelas responsabilidades que os síndicos assumem em nome do condomínio. Entretanto, é papel deste gestor “provocar a proatividade no zelador, fazer com que ele apresente demandas”. "É um mau sinal o zelador que não traga demandas", aponta.

Um dos protagonistas das grandes mudanças observadas no perfil dos condomínios, os zeladores se reinventam na função. A Direcional destaca nesta reportagem dois profissionais considerados proativos pelas respectivas síndicas, prestando a eles e a toda categoria uma homenagem pelo seu dia, comemorado em 11 de fevereiro.

Apesar da crise econômica vivida pelo País nos anos recentes, há síndicos e administradoras que têm passado ao largo do controle pari passu da inadimplência, analisa a advogada Suse Paula Duarte Cruz Kleiber.

O condomínio é como uma empresa, precisa planejar de acordo com as necessidades das áreas comuns e de manutenção, que mudam conforme a idade do prédio. Por isso, “é um erro” fazer uma previsão orçamentária baseada apenas na do exercício anterior, acrescida da inflação, analisa a síndica profissional Kelly Remonti, administradora de empresas especializada em finanças e controladoria.

Com controle dos custos, fim aos desperdícios, revisão de contratos e gestão da inadimplência, síndicos podem fazer o dinheiro “render mais” em benefício da valorização do prédio e de um rateio mais justo aos condôminos.

Obrigações legais com prazos (como a recarga anual dos extintores de incêndio); necessidade de zelar pela manutenção para efeitos de garantia do prédio junto à construtora (conforme manual e normas técnicas); desgastes decorrentes do uso e/ou do ciclo de vida útil das instalações; comprometimento com a segurança, bemestar e patrimônio dos condôminos: Essas são as principais razões pelas quais o síndico deve trabalhar com um planejamento anual de manutenção, afirma Carlos Alberto dos Santos, consultor e gestor de riscos operacionais em condomínios.

Entrevista com o síndico profissional Nilton Savieto

Neste ano, o evento irá celebrar os 22 anos da revista, abordando o “Impacto da Tecnologia na Gestão dos Condomínios”. Serão apresentados temas como autoatendimento ao condômino, eSocial, contratos digitais, aplicativos de locação temporária, o uso das redes sociais, proteção de dados e imagens do condomínio na internet e tecnologia para redução do consumo d’água. Inscreva-se e garanta sua participação. As vagas são limitadas.

A tecnologia e o avanço dos materiais têm dado aos condomínios a possibilidade de inovarem na hora de contratar coberturas para suas áreas comuns.

Projetos residenciais novos, verticalizados, lançados nos anos recentes em São Paulo para um público mais jovem e de renda alta, estão nascendo já com a previsão de salas para a prática de pilates, independentes dos espaços fitness.

Síndica, enfermeira-chefe do centro cirúrgico de um grande hospital de São Paulo, Christiane Riginik Castanheira também é profissional da área de Educação Física e, por isso, não poderia deixar de implantar o espaço fitness no Condomínio Edifício Villa Nueva, onde mora e que administra há cerca de três anos.

Um dos carros-chefes do segmento de tratamento de pisos é a recuperação de halls e escadarias de granilite das edificações, acompanhado de pedras naturais (como miracema), mármore e granito (polidos ou brutos).

O cronograma de implantação do eSocial para pequenos empregadores, entre eles os condomínios, prevê a inserção de dados de Saúde, Segurança do Trabalho e Riscos Ergonômicos (SST) até o dia 1º de janeiro de 2020.

Fontes: João Carlos Tobias, Tatiane Rangel e Marcimilia Santana dos Santos

Ao ignorar normas de segurança e saúde no trabalho, o condomínio se torna vulnerável a acidentes e prejuízos. O gestor deve contratar um mapeamento das situações de risco antes de adotar medidas de prevenção.

O apelo a hábitos mais sustentáveis por parte da população retorna ao noticiário; o volume de água do Sistema Cantareira voltou a baixar a níveis próximos da crise de 2014-2015.

A síndica Maria da Conceição Campello de Souza Galli contratou um Manual de Medição Individualizada, contendo diagnóstico e estudos de viabilidade para o Condomínio Edifício Mont Blanc, um prédio de 32 unidades e 22 anos localizado na Vista Monte Alegre, zona Sul de São Paulo.

Nos últimos meses de 2018, o Cantareira, um dos principais reservatórios de água de São Paulo, voltou a entrar em alerta. Para ajudar a prevenir uma crise hídrica como a de 2014 e 2015, é preciso soar o alarme da economia junto aos condôminos. Além do risco de torneiras secas, o consumo alto dificulta o fechamento mensal das contas.

Latidos intermitentes, sujeira e reclamações de vizinhos compõem o cardápio usual de problemas que os síndicos devem resolver dentro do quesito “animais”.

Síndicos introduzem espaços de apoio aos animais de estimação dos condôminos, mas destacam a importância do atendimento às normas no uso desses ambientes, de forma a evitar conflitos com os demais moradores.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) publicou, em 19 de setembro de 2018, a NBR 10.339/2018, trazendo requisitos de segurança na operação, uso e manutenção das piscinas. Ela unifica em uma só as normas anteriores do setor.

O assunto piscina exige uma multiplicidade de tarefas no condomínio, como manutenção de bomba e filtros, tratamento da água e cuidados com acessórios.

O síndico profissional Luiz Leitão da Cunha tem cuidado da modernização do Condomínio Fernão Dias, prédio construído também em princípios dos anos 70 com 67 unidades na região da Av. Paulista, em São Paulo.

O Edifício Grenoble, bem conservado, foi entregue em 1974 no Jardim Paulista, região valorizada da Capital Paulista. E, sem querer estacionar no passado e visando acompanhar o desenvolvimento do entorno, seus condôminos têm investido em inúmeros projetos de modernização das instalações.

Independente do modelo de portaria e controle de acesso dos prédios, é inevitável que eles promovam a atualização tecnológica, bem como a manutenção de seus equipamentos.

A área da segurança patrimonial das edificações demanda investimentos sem trégua por parte de síndicos e condôminos.

Condomínios registram maior participação de seus proprietários na gestão da arrecadação, das obras e dos espaços comuns, através do conselho ou de comissões temáticas. “É mais trabalhoso, mas inevitável”, diz presidente da Aabic.

O 3º Encontro dos Síndicos da Direcional Condomínios, realizado no dia 6 de outubro de 2018 no Espaço Hakka (Rua São Joaquim, 460 – Liberdade – SP/SP), iniciou às 8h30 com uma recepção com café, teve intervalo com coffee-break e sorteio de prêmios. Foi encerrado às 13h30 com a entrega de uma lembrancinha da revista a todos os presentes.

A Direcional Condomínios reuniu especialistas, síndicos e gestores prediais no último dia 6 de outubro, em São Paulo, Capital, com o objetivo de falar das implicações envolvidas na manutenção e segurança das edificações.

Uma das funções do síndico é fazer “o gerenciamento dos conflitos”, afirma o advogado Cristiano De Souza Oliveira, que atua como conciliador e mediador privado, faz mestrado em Resolução de Conflitos e Mediação e é membro do Conselho de Estudos de Resolução de Conflitos Empresariais e do Conselho do Setor de Serviços, da Associação Comercial de São Paulo (Distrital Centro).

Os síndicos dispõem de recursos variados para a gestão de conflitos no condomínio, entre eles a mediação. Mas podem trabalhar preventivamente, revendo posturas pessoais e buscando o apoio do conselho para se posicionar mediante controvérsias ou casos deliberados de oposição ao seu mandato.

Nesta segunda-feira, dia 29/10/2018, a Direcional Condomínios voltou a reunir os dirigentes e as equipes das empresas anunciantes da revista para nova rodada do Treinamento em Vendas e Fechamento de Negócios. O encontro aconteceu no auditório da Abralimp, no bairro de Santa Cecília, em São Paulo (Capital).

A recomendação presente nas normas técnicas para que os espaços de recreação das crianças sejam adequados às respectivas faixas etárias ganhou um sentido “radical” no Condomínio Portal Domínio Marajoara, na zona Sul de São Paulo.

A denominação ‘‘4.0’’ se refere à quarta revolução industrial, que alia tecnologia de automação e de informação (troca de dados), tendo com suporte a internet de banda larga. É a era da chamada IoT (Internet das Coisas / Internet of Things), parte do DNA dos condomínios contemporâneos, notadamente no controle de acesso.

Região de São Paulo que tem registrado aumento na criminalidade em 2018, os Jardins foram palco em setembro passado de uma reunião ainda incomum entre funcionários dos condomínios locais e oficiais da Polícia Militar do Estado. Organizado pelo síndico Luiz Roberto de Araújo, do Edifício Grenoble, o encontro teve o objetivo de orientá-los em relação ao Programa Vizinhança Solidária, recém-implantado no entorno da Alameda Sarutaiá, no Jardim Paulista.

Especialista diz que síndico deve cobrar ensaios técnicos de fornecedor.

A contratação de empresas de manutenção de elevadores “é de extrema importância, porque eles transportam vidas”, destacou a advogada Renata Resegue no encerramento do seminário promovido pelo Seciesp.

O Seciesp (Sindicato das Empresas de Fabricação, Instalação, Modernização, Conservação e Manutenção de Elevadores no Estado de São Paulo) realizou no final de agosto passado (dia 30/08), em São Paulo (Capital), seu primeiro encontro com síndicos.

Evento aconteceu na manhã deste sábado, dia 06 de outubro, no Espaço Hakka, no bairro da Liberdade, sob o tema "O Síndico e a gestão segura do condomínio". O evento contou com o patrocínio da Creditcon, Elevartel, Júpiter, Prevente Engenharia e Vertical Pinturas. As palestras foram ministradas pelo Eng. Civil Marcus Vinícius Fernandes Grossi, o Advogado Cristiano De Souza Oliveira, a Psicóloga Adriana Ugoski Bandeira e a Administradora e Profa. Rosely Schwartz.

Vizinho a um shopping, a uma estação do metrô e localizado em frente a uma unidade do Sesc, o Conjunto Residencial Moradas do Campo Limpo está caminhando para a sua quarta década de vida com o propósito de acompanhar o recente desenvolvimento urbano da região. Por isso, o condomínio entregue no final de 1981 tem apostado no retrofit das suas instalações.

A imagem de um rato acionando o alarme de incêndio de um prédio em Washington, nos Estados Unidos, agitou as redes sociais em setembro passado. O edifício foi evacuado e os bombeiros chamados antes que se descobrisse a origem do incidente. Afora os riscos de doenças, está aí um exemplo inusitado dos transtornos causados pelas pragas e vetores nas edificações. Surpresas com entupimentos também tiram o sossego dos gestores e podem ser evitadas com prevenção.

A advogada e síndica Gláucia La Regina se prepara para receber moradores estrangeiros no Condomínio Edifício Giordana, na região do metrô Vila Madalena, zona Oeste de São Paulo.

A psicopedagoga e terapeuta de família Luciana Szafran afirma que “valores como autonomia, respeito e responsabilidade, entre outros, não são inatos”, mas “apreendidos”.