Implicações das alterações nas fachadas

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Veja o que dizem o arquiteto Luiz Frederico Rangel, titular do escritório "Uniarq Arquitetura " e Coordenador Nacional dos Grupos de Trabalho da AsBEA - Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura; o advogado e consultor condominial Cristiano de Souza Oliveira, e a síndica Maria Cristina Bussolan de Juan, do Edifício Marquês de Paranaguá, do Real Parque, zona Sul de São Paulo.

Existem dois tipos essenciais de alterações nas fachadas das edificações. Em um primeiro campo, encontram-se intervenções para manutenção, recuperação e renovação estética. Em outro campo, obras que implicam em mudanças do projeto da edificação. Nos dois casos, porém, é preciso ficar atento ao que diz a Convenção Condominial e o Regulamento Interno bem como as leis municipais. Conforme o tipo de intervenção a ser feito, é preciso aprovação em assembleia com quórum de 100%. Há obras que demandam ainda aprovação da Prefeitura, especialmente aquelas que implicam em aumento de área pela implantação ou ampliação da sacada. Veja o que dizem o arquiteto Luiz Frederico Rangel, titular do escritório "Uniarq Arquitetura " e Coordenador Nacional dos Grupos de Trabalho da AsBEA - Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura; o advogado e consultor condominial Cristiano de Souza Oliveira, e a síndica Maria Cristina Bussolan de Juan, do Edifício Marquês de Paranaguá, do Real Parque, zona Sul de São Paulo.