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Dez anos atrás, em um conglomerado de 174 milhões de brasileiros, apenas 13 milhões tinham acesso à internet, de acordo com pesquisa realizada pelo e-commerce.org.br em 2002. Hoje, compara Cátia Lassalvia, consultora de comunicação digital para empresas e o Terceiro Setor, em uma população de 190 milhões, existem aproximadamente 80 milhões de usuários de internet e cerca de 90% deles acessam redes sociais digitais.

Na era da comunicação 2.0, diversas empresas utilizam serviços online para facilitar e agilizar processos. Todavia, “a maioria dos síndicos e condôminos ainda pega o telefone para fazer solicitações ao seu gerente de atendimento, quando poderiam ter o acesso direto às informações pelo site da administradora”, comenta Omar Anauate, diretor de condomínios da Aabic (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo).

O reuso da água da chuva para fins não potáveis é uma das boas alternativas que os síndicos encontram para diminuir o consumo de água nas edificações. Além de configurar prática socioambiental responsável, ao contribuir para reduzir os impactos sobre o patrimônio natural, a medida pode resultar em uma economia média de 20% sobre a conta ao final do mês. Mas o sistema de captação tem que estar adequado à realidade do empreendimento. Segundo o engenheiro Paulo Augusto Romera, do Centro Tecnológico de Hidráulica (CTH) do Departamento de Águas e Energia Elétrica de São Paulo (DAEE), o mais utilizado é o de captação simples, que emprega caixas d’ água. “De qualquer maneira, a instalação vai depender das condições de nível do terreno e das necessidades dos moradores”, esclarece.

Preço justo e condições transparentes na hora de fechar um contrato para obras e serviços nem sempre estão às mãos dos síndicos. Como procedimento bastante corriqueiro, grande parte dos condomínios já atua hoje com pelo menos três orçamentos, mesmo assim não está livre de surpresas no momento de pagar a conta, seja em demandas previamente identificadas ou durante situações emergenciais. Em princípios de 2011, por exemplo, a síndica Gabriela Nicolellis, do condomínio Edifício Castel Di Rimini, localizado na Pompéia, zona Oeste de São Paulo, deparou-se com “um grave entupimento nos ramais da rede de esgoto, no primeiro subsolo do prédio, que provocou grande vazão de água e atingiu boa parte da garagem e quase alcançou o poço de elevadores e o segundo subsolo”.

Como medida preventiva, o diagnóstico predial está ganhando força no mercado, pois possibilita orçamentos precisos, certifica o grau de urgência das recuperações e também identifica e indica tratamentos especializados para cada tipo de reparo, o qual demanda técnicas avançadas de engenharia civil e de materiais. Já existem, inclusive, iniciativas da municipalidade de São Paulo tratando da inspeção obrigatória nas edificações comerciais com mais de 500 metros quadrados, como o Projeto de Lei 407/2001.

Com os desdobramentos do ritmo frenético imposto pela vida moderna, a habitação saudável, aquela com espaços que estimulam a saúde física e mental, é um chamariz peculiar do século XXI. A oferta de qualidade de vida tornou-se um diferencial do mercado imobiliário, por isso, as áreas de lazer hoje são um dos principais cartões de visita dos condomínios. A quadra, por exemplo, deve ser um espaço acolhedor para a prática de atividades físicas, que merece atenção e cuidados constantes tanto para garantir conforto e segurança aos condôminos, como também para a contínua valorização do empreendimento.

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Além das mudanças dos hábitos diários dos condôminos, a manutenção preventiva e reparos periódicos nas bombas e em todo sistema hidráulico das edificações também ajudam a evitar o desperdício de água, e consequentemente, contribuem para diminuir a conta ao final do mês. Confira neste Fique de Olho empresas especializadas em avaliação preventiva e manutenção de bombas e sistema hidráulico, que estão a serviço dos condomínios.

Além da infraestrutura física e do investimento em tecnologia, é preciso buscar procedimentos e hábitos mais cautelosos para proteger os condomínios da onda de arrastões.

Se a aplicação do Regimento Interno, o diálogo e o bom senso não conseguirem evitar conflitos entre os condôminos, os síndicos podem recorrer aos fóruns de mediação e/ou conciliação.

A preocupação com a saúde das edificações ganhou corpo após o desabamento de prédios no Rio de Janeiro e em São Bernardo do Campo (SP) em princípios de 2012. Pesquisa revela que mais de 60% das ocorrências provêm da falta de manutenção.

O clima natalino com criatividade e economia

Árvores, guirlandas, luzes pisca-pisca, papai Noel, trenós, renas, presépios, bonecos de neve... São muitas as opções de enfeites para envolver o condomínio no clima de celebração natalina. Visando a uma racionalização de custos, a decoração nas áreas comuns deve estar incluída na previsão orçamentária e também ser planejada com bastante antecedência.

De maneira geral os condomínios costumam adotar normas que garantam uma boa convivência, buscando o melhor uso do espaço e funcionamento dos equipamentos. No caso das mudanças ou do içamento de móveis, as regras também não podem faltar na Convenção ou Regimento Interno. São situações que trazem desgastes tanto para o morador quanto para o síndico, pois podem levar ao colapso dos elevadores, dos portões, do próprio sistema de segurança ou da segurança dos transeuntes, além de provocar excesso de barulho, sujeira e lixo.

Com a temperatura do ar e o clima cada vez mais instáveis, a saída mais rápida para esquentar ou refrescar o ambiente é recorrer a um bom ar-condicionado. Atualmente, "para quem mora em apartamento, o equipamento deixou de ser um artigo de luxo para ser um eletrodoméstico de necessidade", diz Sérgio Meira de Castro Neto, diretor de condomínios da vice-presidência do Secovi em São Paulo (Sindicato da Habitação). Mas, por mais simples que pareça, a instalação do ar-condicionado em apartamento demanda planejamento, porque exige cuidados quanto à preservação da estética da fachada e do projeto arquitetônico do prédio, bem como à segurança dos condôminos.

Realizar inspeção e manter ajustes periódicos no sistema elétrico da edificação contribui para o consumo racional de energia e maior segurança de moradores e visitantes. Muitos acidentes de origem elétrica no País ocorrem por falta de manutenção.