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Prédios que não têm piscina e que carecem de uma boa área de lazer podem optar pela criação de um solarium, espaço onde, além de tomar sol, é possível relaxar.

Quando bem montado, o salão de festas é uma área que valoriza o condomínio. Móveis e revestimentos de fácil manutenção e resistentes são os mais indicados para esses espaços. Para os pisos, a arquiteta Flávia Portela recomenda os porcelanatos, de fácil limpeza. Para as paredes, a profissional indica pintura de cor neutra, que não interfira em nenhuma decoração temática. “Se o salão é muito usado, pelo menos uma vez ao ano deve ser repintado”, diz. Segundo Flávia, painéis em madeira também são permitidos pois requintam os ambientes e são mais resistentes que os papéis de parede, que devem ser evitados.

Abastecer o condomínio com água proveniente de um lençol subterrâneo tem sido uma solução adotada por muitos edifícios. A opção pela perfuração de um poço visa, essencialmente, uma economia na conta de água do condomínio. Segundo a Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (ABAS), na região metropolitana de São Paulo, enquanto a Sabesp fornece 67 m3 de água por segundo à população, os poços já representam 6 m3 por segundo, ou quase 10% do que é fornecido pela concessionária. “Grandes consumidores, como shoppings, hospitais, hotéis e condomínios utilizam uma parte de água da Sabesp e uma parte originada do poço. É uma solução altamente viável”, informa Joel Felipe Soares, presidente da ABAS - www.abas.org - entidade formada por empresas do setor, ambientalistas e profissionais interessados na difusão do uso racional da água. “Nossa preocupação é impedir que façam com os lençóis subterrâneos o mesmo que fizeram com os mananciais e rios”, explica.

Poucos condomínios dão a devida importância ao playground. Afinal, pensam os menos informados, é apenas um espaço para as crianças brincarem... Porém, os brinquedos do playground - ou o tradicional parquinho - devem ser fabricados seguindo rigorosamente as normas técnicas da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Segundo o engenheiro Mariano Bacellar Netto, diretor técnico do IQB - Instituto da Qualidade do Brinquedo, o playground é uma área de risco e, por isso, existe a norma NBR 14.350 da ABNT. A certificação (um atestado de que o produto atende à norma técnica) não é obrigatória para brinquedos de playground. “A norma não é obrigatória mas os empresários idôneos a seguem. Antes de comprar, pergunte sempre se o brinquedo é certificado pelo IQB”, recomenda o engenheiro.

O Brasil é o segundo país do mundo em número de piscinas instaladas, só ficando atrás dos Estados Unidos. São 1.250.000 piscinas em todo o País, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes e Construtores de Piscinas e Produtos Afins (ANAPP). Não há números que comprovem a quantidade de piscinas em condomínios. Porém, elas são um dos componentes das áreas de lazer que mais valorizam um edifício. Prédios sofisticados chegam a ter modelos aquecidos e cobertos, ideais para nadar o ano inteiro.

Depois da água limpa, ou seja, livre de sujeiras visíveis, é hora de deixá-la balanceada e saudável. A água da piscina deve ser tratada quimicamente para tornar-se balanceada (não provocando irritações na pele e olhos) e saudável (livre de bactérias, fungos e odores).

A Genco, fabricante de produtos químicos para tratamento de piscinas, preparou um glossário dos termos mais usados na área. Vale a pena conhecer alguns deles:

Em se tratando de piscinas em condomínio, a segurança não pode ser deixada de lado. A principal função das capas é justamente proteger contra acidentes (como a queda de crianças ou animais domésticos). "A maioria das capas suporta até 80 quilos por metro quadrado. Mas é claro que tudo depende da qualidade do vinil", orienta o engenheiro Armando Nascimento, especializado na conservação e assistência técnica de equipamentos para piscina.

Recorrer ao laudo de um perito técnico detecta defeitos construtivos e auxilia na escolha de orçamentos.

Saiba que o para-raios não protege aparelhos eletro-eletrônicos. Porém, é importante ter um equipamento correto para garantir a segurança do prédio e dos moradores.

Cores vivas, estruturas duráveis em alumínio, facilidade de manutenção. Os móveis para exteriores têm inúmeras opções para transformar as áreas comuns do condomínio em ambientes de muito bom gosto.

Manter o condomínio bem conservado valoriza o patrimônio e aumenta o bem-estar de todos. Portanto, aposte na manutenção preventiva.

O desmoronamento de três edifícios no centro do Rio de Janeiro, na noite de 25 de janeiro passado, deixou síndicos e administradores de condomínios muito preocupados. Afinal, até que ponto reformas no interior das unidades podem comprometer a estrutura predial? E como o síndico pode controlar obras, muitas vezes iniciadas sem o seu consentimento? A Direcional Condomínios ouviu o especialista Jerônimo Cabral Pereira Fagundes Neto, engenheiro civil, pós-graduado em Avaliações e Perícias de Engenharia e Mestre em Habitação, sobre o assunto. Em entrevista publicada a seguir, Jerônimo observa, por exemplo, que a aparentemente simples troca de pisos em todos os andares de uma edificação pode gerar sobrecarga e levar à ruína da estrutura. Confira.

Organizar um plano de manutenção, inclusive arrecadando fundos necessários para obras a serem realizadas em longo prazo e garantindo uma reserva de caixa para serviços emergenciais, está entre as responsabilidades do síndico, defende o engenheiro civil Jerônimo Cabral Pereira Fagundes Neto, pós-graduado em avaliações e perícias de Engenharia e Mestre em Habitação. Ele sugere que os critérios utilizados para elencar as prioridades venham, por exemplo, através da inspeção predial. “O procedimento também poderá analisar, propor ou corrigir as ações ao longo do tempo e poupar custos desnecessários”, explica.

Eis um tema que nem sempre merece a devida atenção de síndicos, funcionários e condôminos: o lixo gerado pelo condomínio. Afinal, pensam os mais desavisados, basta colocar tudo na calçada que a Prefeitura recolhe. Mas, são necessários alguns cuidados com o lixo, a começar pelo seu acondiciona-mento.

Se você pretende fazer de seu condomínio um colaborador da natureza, aprenda um pouco mais sobre reciclagem e coleta seletiva de lixo. A coleta seletiva nada mais é do que separar o lixo (papel, metal, plástico e vidro) para que ele seja enviado para reciclagem - uma atividade, na maior parte dos casos, industrial, que transforma materiais usados em outros produtos. Outro conceito, mais amplo e muito usado por ambientalistas, é o da minimização de resíduos. Ele pressupõe seguir três regrinhas básicas, os chamados 3 R’s: reduzir o lixo, reaproveitar tudo que for possível e só então enviar para reciclar.

Bem equipadas, salas de jogos e de ginástica se transformam em espaços de convivência dentro do condomínio. Se o seu prédio é antigo, talvez já esteja na hora de reformar o salão de jogos e a sala de ginástica. Se o condomínio é novo, certamente ainda nem dispõe dessas áreas totalmente montadas. Para um caso ou outro, trate com muito critério essa parte do prédio. Afinal, elas podem garantir agradáveis momentos de lazer para moradores de todas as faixas etárias.

Cada vez mais as agruras da vida moderna têm transformado os condomínios em verdadeiros clubes. Para que enfrentar o trânsito e a insegurança das ruas, se o próprio condomínio oferece opções de lazer? O custo mensal de um professor de hidroginástica ou de um personal trainer para a sala de ginástica pode ser dividido entre os moradores interessados nas aulas, tornando a área de lazer um ponto de encontro agradável.

Antes de contratar um serviço de impermeabilização, é preciso tomar todos os cuidados possíveis para que se faça uma escolha adequada tanto do material como da empresa aplicadora do produto. Uma pesquisa de preço também é recomendável, pois o custo desse tipo de trabalho gira em torno de 1 a 3% do valor total da obra, além de outros itens complementares como: argamassa, pisos cerâmicos, granito e pedras naturais, terra e plantas.

Para resolver os problemas de infiltração de água é primordial que se conheça os motivos de sua origem. As goteiras, manchas de umidade e outros fatores provocados pelas águas das chuvas, geralmente ocorrem por falhas ou ausência de impermeabilização nas lajes e paredes. A solução é consultar a opinião de um especialista.

As instalações elétricas, hidráulicas e de gás do condomínio merecem a máxima atenção. 

Uma revisão geral nos equipamentos e instalações de gás nos apartamentos é uma ótima medida preventiva contra vazamentos e acidentes. Além dos fogões, os aquecedores de água devem ser vistoriados uma vez ao ano, orienta Sérgio Moisés, consultor na área de gás. “Se o aquecedor está com a chama avermelhada ou alaranjada, não alcança a temperatura ideal. Sua chama não é rica e na verdade ele está gastando mais gás”, informa, acrescentando que o aquecedor também pode estar com vazamento, de gás ou de água. “A manutenção é mais econômica e saudável ao consumidor. Deve-se exigir o uso de produtos normatizados e procurar sempre uma assistência técnica autorizada pelo fabricante”, diz.

No Brasil, as distribuidoras de gás combustível tem o dever legal de disponibilizar a todos os consumidores: apoio, orientação e assistência técnica - prestada por uma equipe de profissionais qualificados que deve estar apta para atender às eventuais reclamações do consumidor e a realizar os seguintes serviços:

Apostar na manutenção preventiva é a melhor garantia contra acidentes envolvendo gás. “Quando se utiliza ou manipula gás, o principal risco de acidentes é quanto a vazamentos”, diz Herculano Gonzaga de Carvalho, administrador de condomínios e coronel reformado do Corpo de Bombeiros. Nos apartamentos, é indicado checar vazamentos em todo ponto onde exista emenda de tubulação e nos controles do fogão, por exemplo, sempre utilizando espuma de sabão. Deve-se ainda manter o registro do gás fechado à noite ou durante ausências prolongadas dos moradores. Mas o vazamento também pode estar nas tubulações. Para fazer essa verificação, o indicado é procurar a companhia fornecedora de gás.

Descoberto em 1609, pelo químico holandês Jan Baptista Van Helmont, o gás representou uma revolução para a vida moderna. A iluminação artificial foi o primeiro avanço de importância, sendo que as primeiras lâmpadas a gás começaram a iluminar Londres em 1807.

Elevador atualizado técnica e esteticamente é certeza de sossego e tranqüilidade para o síndico, além de conforto e segurança para os usuários.

Além de atualizar o design do elevador, a modernização traz inúmeras outras vantagens para os usuários

O elevador é o meio de transporte mais seguro que existe. Ainda assim podem ocorrer quebras e possíveis acidentes.

Uma pesquisa realizada pelo o Procobre - Instituto Brasileiro do Cobre, em parceria com a USP, FAAP, Universidade Mackenzie, Instituto de Ensino São Caetano do Sul e Senai, mostrou que é alarmante a falta de segurança nas instalações elétricas residenciais em São Paulo. Por falta de conhecimento da população e pela ausência de fiscalização, são utilizados produtos de baixa qualidade, que não seguem as normas de segurança.

Independente de uma manutenção periódica, realizada por um eletricista profissional, o zelador do condomínio deve estar preparado para realizar uma vistoria no prédio, diariamente, verificando todos os componentes do sistema elétrico (chaves, disjuntores, caixas). O Sindicato dos Trabalhadores em Edifícios e Condomínios de São Paulo (Sindifícios) oferece para zeladores um curso de duas horas e meia que fornece noções básicas sobre eletricidade, cuidados necessários e providências a serem tomadas em caso de problemas elétricos. “O zelador precisa conhecer a distribuição do sistema elétrico no condomínio. Por exemplo, onde está a cabine primária que recebe a energia da rua e as caixas de distribuição, que levam a energia para as áreas comuns e aos apartamentos”, explica Gilberto Osmar Violin, instrutor de sistema elétrico, de elevadores e de segurança patrimonial do Sindifícios. Um zelador bem treinado certamente terá mais segurança. “Lembramos que, se ele mexer em algum componente sem conhecer, pode sofrer acidentes graves e até fatais. Ou ainda causar um incêndio”, completa o instrutor.

O engenheiro eletricista e mecânico Duílio Moreira Leite sentiu na própria pele o descaso dos condomínios em relação às instalações elétricas. O prédio em que mora teve a energia cortada pela Eletropaulo por não ter realizado as reformas solicitadas pela concessionária. Com a interferência do engenheiro, o condomínio deixou a parte elétrica em ordem e teve o problema resolvido. “Os condôminos acham que as reformas de elétrica são caras. Para meu espanto, logo depois desse fato, uma assembléia no meu prédio aprovou rapidamente a reforma do salão de festas, que tinha um valor muito mais alto do que a elétrica”, conta Duílio.

Além da necessidade do aumento de carga, atualmente os condomínios dispõem de equipamentos elétricos mais modernos e que auxiliam na economia de energia. É o caso dos sensores de presença e das lâmpadas fluorescentes compactas.

A melhor maneira de evitar problemas é procedendo a uma cuidadosa manutenção preventiva. “Ela evita danos futuros em todas as instalações elétricas”, opina o engenheiro eletricista Rodrigo Costa dos Reis. Alguns dos procedimentos necessários são reapertos de terminais e limpeza de contatos. A presença de cupins nas partes de madeira dos centros de medição também é comum. É indicada uma revisão periódica nesses centros. “Os cupins comem até as capas dos fios”, conta. Na opinião de Rodrigo, o ideal é fazer a manutenção preditiva, ou seja, a troca dos equipamentos antes de quebrarem. “Os condomínios, principalmente residenciais, não têm cultura de manutenção. Custa muito mais caro consertar do que manter”, completa.

A decoração das áreas comuns costuma ser tratada, em muitos prédios, como um assunto menor, que merece pouca ou nenhuma importância. É um erro do condomínio, já que um hall de entrada apresentável e um salão de festas bem mobiliado valorizam o imóvel. Portanto, se está na hora de renovar a decoração desses espaços, ou ainda se o prédio é novo e foi entregue pela construtora, sem móveis (o que é muito comum), leia esta série de Dicas que Direcional Condomínios começa a publicar nesta edição.

O regulamento interno do condomínio deve estabelecer normas para o uso das áreas comuns - incluindo-se o hall de entrada. Portanto, todos os condôminos sabem da responsabilidade de manter em ordem os móveis e adornos colocados nesses espaços. Se houver desobediência ao regulamento (como jovens que usam o hall como sala-de- estar, ou crianças como playground), pode ser dada uma advertência ou até multar o condômino. Normalmente, uma circular enviada pelo síndico pedindo a colaboração de todos melhora o problema.

Dedetização é um assunto sério e, realmente, só deve ser feita por técnicos habilitados.

Ao orçar serviços de controle de pragas para o condomínio, o síndico não pode se deixar levar pela tentação de contratar o mais barato. “Insistimos para que o condomínio não procure empresas sem licença. Há riscos de um profissional mal preparado diluir um veneno, erroneamente, ou usar, em ambientes fechados, produtos que não são indicados para isso”, orienta Ado de Castro Bechelli, diretor do núcleo 2 do Centro de Vigilância Sanitária. Outra garantia para obter um serviço de qualidade é verificar se a empresa é associada à Associação Paulista dos Controladores de Vetores e Pragas Urbanas (APRAG). Anote algumas dicas da APRAG para contratar certo:

Não oferecer comida aos pombos e proteger com telas ou outros artifícios os locais onde eles possam se abrigar, ajuda a diminuir a população de pombos de um local.

Baratas, ratos, mosquitos, cupins, pulgas, formigas e ainda pombos e morcegos. A presença desses insetos e animais pode trazer inúmeros transtornos para o condomínio. Por isso, a prevenção é a melhor arma contra as pragas. Para André Luís Cipriani, gerente comercial da Impacto, o correto seria o condomínio fazer o controle de pragas a cada 90 dias. “O mais comum é o condomínio fazer o procedimento no verão e só repeti-lo no ano seguinte, já que no outono e no inverno a incidência das pragas diminui”, informa.

Saiba como encomendar uma boa cobertura de policarbonato para o condomínio.

Item de maior importância dentro dos condomínios, a caixa d´água muitas vezes é relegada a segundo plano pelo síndico.

Espaços de Lazer
Bem equipadas, salas de jogos e de ginástica se transformam em espaços de convivência dentro do condomínio. Se o seu prédio é antigo, talvez já esteja na hora de reformar o salão de jogos e a sala de ginástica. Se o condomínio é novo, certamente ainda nem dispõe dessas áreas totalmente montadas. Para um caso ou outro, trate com muito critério essa parte do prédio. Afinal, elas podem garantir agradáveis momentos de lazer para moradores de todas as faixas etárias.

Conheça a mediação, uma alternativa às vias judiciais para solucionar conflitos envolvendo condôminos, que evita o desgaste nos relacionamentos.

É possível transformar as férias escolares em um período de tranqüilidade no condomínio. Veja algumas iniciativas que dão certo.

Nunca é cedo ou tarde demais para prevenir. Muitos fatores determinantes, como por exemplo juízo de valores e auto-estima, vão se formando desde a mais tenra idade

Com muito diálogo e participação, além da ênfase no lazer e nos esportes, é possível diminuir os conflitos e garantir uma melhor qualidade de vida no condomínio.

Comece participando das assembléias. Em vez de apenas reclamar que elas são pouco objetivas; vá e dê sua opinião. Ela pode ser útil para ajudar a resolver algum problema do condomínio;

Miniaturas da sociedade. Assim podem ser definidos os condomínios. E, como tal, é preciso regras para estabelecer direitos e deveres de quem faz parte desse mundo. Como entre os membros de uma família, os alunos e o professor na sala de aula ou os funcionários de uma empresa, também no condomínio todos têm suas responsabilidades: síndicos, o condomínio como pessoa jurídica, os condôminos, os inquilinos e os funcionários. “O condomínio é uma microssociedade que pressupõe a convivência entre pessoas. Há problemas de relacionamento e conflitos, que melhoram a partir do momento em que os envolvidos entendem tratar-se de uma vida em comum”, pondera o advogado Marcos Diegues, do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec).

A multa de até dez vezes o valor do condomínio pode inibir o condômino anti-social. Mas, tome cuidado: nem todo comportamento inadequado é anti-social.

A Justiça do Trabalho admite que, na ausência do síndico, o condomínio seja representado em juízo pelo subsíndico. Não se pode caracterizar, nesse caso, confissão ficta , ou seja, a admissão, como verdadeiro, do que foi afirmado pelo autor da ação, imposta como sanção à parte que se recusa a depor ou a comparecer em juízo.

Enfrentar na Justiça uma reclamação trabalhista é um dos principais pesadelos que afligem os síndicos. Para evitar esse tipo de problema é possível tomar algumas precauções. Segundo Claudia Emiliana Gomes Silva, contadora com especialização em recursos humanos, treinamento, desenvolvimento e responsável pelo setor de recursos humanos de uma administradora de condomínios, as reclamações mais comuns são de funcionários registrados com uma função mas que exerciam outras no condomínio. “Funcionário que faz outra função além da que é registrado certamente vai citar o condomínio no futuro”, garante. Um funcionário tem até dois anos, a contar do desligamento do condomínio, para entrar com uma reclamação na Justiça.

Equipamentos de proteção inpidual (EPI).

Um golpe no bolso dos condomínios

As penalidades do condomínio edilício e as decisões dos tribunais

É importante conhecer direitos e deveres de locatários e locadores, para garantir a boa convivência no condomínio.

É possível valorizar a garagem, tornando-a um espaço mais agradável, com uma iluminação correta e eficiente e instalando acessórios adequados. A instalação de sensores de presença é fundamental para economizar energia elétrica. "Nas garagens, os sensores economizam mais de 60% de energia", afirma o engenheiro eletrônico Márcio Missao Babazono. Segundo Márcio, muitos síndicos têm solicitado um retrofit para a iluminação da garagem. Com o apagão e a necessidade urgente de economizar, os condomínios deixaram as garagens escuras demais. Conforme a garagem, Márcio recomenda a instalação mais adequada. Garagens pequenas podem receber sensores por ponto (ou sistema parcial, que deixa os corredores da garagem acesos e os sensores nas vagas). Já garagens maiores precisam de centrais de gerenciamento - conforme o carro entra na garagem, acendem-se os pontos.

O que pode e o que não pode em relação a alterações de fachada? O assunto causa discussões acaloradas no condomínio. Veja aqui como resolvê-las.

Quer gritar o gol de seu time predileto (vá lá que seja o Palmeiras na segundona), mas, deve gritar pra dentro, socar o travesseiro, xingar em braile. Depois das dez não pode.

A questão é das mais complexas em condomínios: o barulho pode causar danos à saúde, irrita mas é quase impossível eliminá-lo da vida em coletividade.

Intransigência de síndicos e condôminos e falta de responsabilidade dos proprietários de animais domésticos. Essas parecem ser as principais causas de confrontos e discussões em relação à presença de cães e gatos em condomínios. Os dois lados da moeda precisam ser observados: quem tem um bichinho no apartamento e quem sofre com os problemas causados por ele.

Numa escala crescente de 1 a 4, que mede o grau de riscos no trabalho, os condomínios enquadram-se no nível 2. Os funcionários de condomínios estão expostos a agentes de riscos biológicos, químicos e ergonômicos.

Promover a acessibilidade de todos é lei, inclusive para condomínios. E o seu prédio, está adaptado?

1 - INTRODUÇÃO
A palavra assembléia vem do francês assembleé, e significa reunião de muitas pessoas para determinado fim. Nos condomínios, nem sempre a objetividade e a cordialidade prevalecem nas assembléias. Conheça todos os passos para fazer com que as assembléias de seu condomínio tornem-se mais proveitosas, já que o objetivo de todos os condôminos é o mesmo: contribuir para uma vida melhor em comum.

Os modernos sensores de presença ajudam na economia de energia. E, com as luzes de emergência em dia, o condomínio fica mais seguro.

Em todo condomínio, acidentes são comuns - principalmente envolvendo carros e portões automáticos. Por isso, para tranquilidade e segurança de todos, é essencial ter o seguro condominial em dia. Mesmo porque ele é obrigatório por lei (Novo Código Civil - artigos 1346 e 1348, inciso IX), sendo sua contratação responsabilidade do síndico, que poderá vir a responder com seu patrimônio, dependendo do acidente. Para contratar o seguro obrigatório, não é necessária aprovação em assembléia. O seguro é calculado como despesa ordinária e todos os apartamentos contribuem, de acordo com sua fração ideal.

Estabelece critérios para a estruturação do seguro obrigatório de condomínio.

Ao contratar qualquer tipo de seguro para o condomínio é importante se certificar da idoneidade do corretor. Para garantir, verifique se ele está recadastrado junto à Superintendência de Seguros Privados (Susep), através da Federação ou do Sindicato do seu estado (no caso de São Paulo, o Sincor/SP - Sindicato dos Corretores de Seguros). O telefone do Sincor/SP para mais informações é o 0800-114999. “O corretor de seguros é o profissional preparado para orientar as administradoras e síndicos das necessidades e coberturas adequadas aos riscos do condomínio”, informa João Leopoldo Bracco de Lima, presidente do Sincor/SP.

Confira abaixo um conjunto de 62 artigos aprovados em assembleia de moradores de um condomínio residencial de São Paulo, os quais estabelecem normas de segurança que devem ser cumpridas por todos.

Um sistema eletrônico de segurança tem a função de prevenir; ele detecta e avisa quando alguma irregularidade acontece. Os sistemas eletrônicos envolvem subsistemas, que são as centrais de alarmes, os controles de acesso (videoporteiros, catracas, leitores de cartões) e os CFTV (circuitos fechados de televisão e vídeo). Esses subsistemas trabalham integrados entre si e é fundamental, para seu bom funcionamento, que tenham instalação adequada, feita por pessoal especializado.

Muitos condôminos se irritam com medidas restritivas de acesso ao condomínio, especialmente em relação a visitantes, entregadores e prestadores de serviços. Procure encarar esses procedimentos como um mal necessário. Os bandidos se aproveitam justamente de momentos de desatenção ou desleixo na segurança para agir. Elogiar a ação dos funcionários do prédio é fundamental para o aprimoramento do trabalho.

Um bom projeto de segurança para um condomínio deve somar equipamentos confiáveis, treinamento dos funcionários e colaboração dos moradores. Cerca elétrica, clausuras, câmeras coloridas digitais, interfonia digital, holofotes para clarear a rua, etc., não funcionam se os funcionários e moradores não estiverem devidamente preparados para utilizá-los. A comunicação é parte fundamental no projeto de segurança do condomínio.

É possível deixar o condomínio mais seguro complementando equipamentos adequados, treinamento dos funcionários e procedimentos de segurança.

Em caso de acidentes no condomínio, o síndico, zelador ou outro funcionário precisam estar preparados para dar o primeiro atendimento à vítima. Segundo o capitão Eduardo Boanerges, coordenador da Força Tarefa e do Serviço de Resgate do Corpo de Bombeiros, dados da Organização Mundial de Saúde provam que a morte costuma acontecer pela demora no primeiro socorro. “Alguém precisa ter noções básicas de atendimento, até a chegada dos bombeiros ou de uma ambulância”, ensina.

Nos playgrounds, também é alta a incidência de acidentes, principalmente quedas do escorregador e trombadas no balanço. “É preciso prevenir com a presença de um adulto cuidando das crianças”, acredita o capitão Eduardo Boanerges, coordenador da Força Tarefa e do Serviço de Resgate do Corpo de Bombeiros de São Paulo. Ao realizar os primeiros socorros numa criança acidentada, é preciso obedecer a uma seqüência de observações. “O primeiro passo é fazer a liberação das vias aéreas, retirando chiclete ou bala da boca, por exemplo, e a contenção da coluna cervical, ou seja, evitar que ela mexa o pescoço. Depois, observa-se a respiração e a freqüência cardíaca”, orienta o médico intensivista Ricardo Vanzetto, do Serviço de Resgate do Corpo de Bombeiros. Na opinião do médico, não se deve esperar o resgate chegar para fazer esse primeiro atendimento. “Enquanto uma ou duas pessoas estão dando esse cuidado inicial, outra telefona para o 193”, diz. Os traumas em crianças no playground, são mais comuns, segundo o médico, na faixa etária entre 8 e 12 anos. Nessa idade, normalmente elas estão sem a supervisão de um adulto e gostam de brincadeiras mais ousadas.

Os alarmes podem ser manuais ou automáticos.

Aprenda a usar os extintores de incêndio.

Conheça os locais onde estão instalados os extintores e outros equipamentos de proteção contra fogo.

Nunca obstrua o acesso aos extintores ou hidrantes.

Não retire lacres, etiquetas ou selos colocados no corpo dos extintores.

Não mexa nos extintores de incêndio e hidrantes, a menos que seja necessária a sua utilização ou revisão periódica.

Armas contra o fogo: prevenção e treinamento

As baterias que alimentam a iluminação de emergência devem ser instaladas acima do piso e afastadas da parede, em local seco, ventilado e sinalizado. Providencie a manutenção periódica das baterias e faça constantemente a revisão dos pontos de iluminação.

Verifique se a mangueira está com os acoplamentos enrolados para fora, facilitando o engate no registro e no esguicho.

As portas corta-fogo devem resistir ao calor por 60 minutos, no mínimo. Toda porta corta-fogo deve abrir sempre no sentido da saída das pessoas. Seu fechamento deve ser completo. Elas nunca devem ser trancadas e nem calçadas com cunhas ou outros artifícios para mante-las abertas.

Verifique se o acesso aos extintores não está obstruído, se os manômetros indicam pressurização (faixa verde ou amarela), se o aparelho não apresenta vazamento e se os bicos e as válvulas da tampa estão desentupidos.

Os síndicos devem conhecer a legislação sobre segurança contra incêndios para tornar o prédio seguro.

O incêndio do Edifício Joelma completou 30 anos no último dia primeiro de fevereiro/04. 179 mortos e 300 feridos foi o triste saldo do maior incêndio num edifício em São Paulo.

Em São Paulo, a Portaria 614 da Secretaria da Habitação, de 2001, dispõe sobre as recomendações técnicas mínimas de segurança nas edificações multifamiliares (condomínios). “A portaria traz as recomendações mínimas que devem ser aplicadas a condomínios residenciais para garantir a segurança de uma forma geral, incluindo instalações de gás, elétricas, de segurança contra incêndio e pára-raios”, aponta Rosangela Vilarindo Fuzetti, diretora do Contru – Departamento de Controle do Uso de Imóveis da Secretaria da Habitação e Desenvolvimento Urbano.

O síndico deve solicitar ao Corpo de Bombeiros o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) - a cada três anos para prédios residenciais e a cada dois anos para os edifícios com locais de reunião pública (prédios comerciais). A exigência da vistoria vale para todas as edificações, com exceção das unifamiliares.

A guarita deve ser um dos pontos menos vulneráveis do condomínio, uma vez que, dominada por invasores, torna-se fácil controlar toda a instalação. O posicionamento ideal é aquele que permite a melhor visualização dos portões e perímetros e controle dos acessos.

Sem dúvida, as cercas elétricas são o equipamento mais utilizado na proteção aos perímetros dos condomínios. Consideradas um meio confiável, seguro e econômico para aumentar a proteção do imóvel, normalmente são instaladas sobre muros ou grades que cercam o imóvel. Porém, há particularidades que devem ser levadas em conta no projeto e na instalação, como a proximidade dos fios nas áreas de piscina, quadras de esportes e outros espaços de lazer dos edifícios.

Além das cercas elétricas, há barreiras mais ostensivas para se garantir proteção ao perímetro, como as concertinas. “Certamente segurança é ostensividade”, diz o consultor na área, Nilton Migdal. Porém, ele indica que muros muito altos e completamente fechados podem significar riscos. “Defendo prédios mais vazados, por exemplo, com o entorno em vidro. Perde-se em privacidade, mas se o condomínio for invadido por uma quadrilha grande chamará muito mais a atenção. Em condomínios que são verdadeiras fortalezas, depois que o bandido entra não se vê mais nada e eles têm mais liberdade para agir”, pondera.

Para evitar acidentes no condomínio, é preciso manter os itens de segurança obrigatórios do prédio em dia. Segundo Clayton Claro da Costa, engenheiro civil e diretor do Departamento de Controle do Uso de Imóveis (Contru), ligado à Secretaria Municipal da Habitação de São Paulo, para que um prédio obtenha o Habite-se, ele é vistoriado pela subprefeitura competente (no caso da capital). “Se a construção atender ao Código de Edificações, do qual fazem parte os itens de segurança, o prédio é considerado seguro e consegue o Habite-se. Daí para a frente, é uma questão de manutenção e controle de todos os equipamentos”, orienta. Ou seja, conservar os itens de segurança também é dever do síndico. O zelador deve ser orientado para, periodicamente, vistoriar se os equipamentos estão aptos a funcionar. Clayton exemplifica que, atualmente, os prédios têm maior número de equipamentos automatizados (como geradores, iluminação das áreas comuns e itens para detecção de incêndios), que devem ser frequentemente testados.

Diante dos prós e contras, o condomínio que escolher uma empresa idônea poderá ter sucesso com a terceirização. Normalmente, os condomínios que optaram por esse sistema de contratação de mão-de-obra já enfrentaram algum processo trabalhista movido por ex-funcionários e querem fugir de dores de cabeça. É o caso do Condomínio Edifício Gran Ville no bairro paulistano da Vila Guarani. Segundo a subsíndica, Lourdes Luiz Teixeira, há um ano o prédio de 48 apartamentos tinha 6 funcionários. Hoje, três já foram terceirizados e, em breve, os outros três também serão. “Antes, tínhamos o problema da falta de funcionários. Quando um faltava, o zelador, que tem um salário maior, tinha que substitui-lo. Hoje, estamos economizando até com o material de limpeza. A empresa terceirizadora fornece tudo, com exceção dos sacos de lixo, sabonete e papel higiênico”, explica.

Solução ou mais problemas para o condomínio?

Conheça as vantagens e desvantagens de cada opção para a mão-de-obra dos condomínios.

O condomínio começa a ser moldado já durante a construção. Conheça os passos principais de todo o processo de instalação do condomínio.

Outra questão que deixa dúvidas é sobre os direitos do inadimplente. "Não se pode privar o inadimplente dos serviços do condomínio" diz Cristiano.

Para resolver a inadimplência, há dois caminhos possíveis: um acordo feito diretamente com o morador, antes que o caso entre em juízo, ou aquele homologado pelo juiz do processo. "Entendo que ninguém é inadimplente porque quer. Antes de entrar com uma ação judicial, é preciso pensar bem", opina Cristiano.

Quando Francisco Carlos dos Santos assumiu seu primeiro mandato de síndico no Condomínio Residencial Ilha do Sol, no Jardim d'Abril, a inadimplência chegava a quase 50%. "Para reaver aquilo que é do condomínio não se pode medir esforços. É preciso cobrar e fazer um trabalho de conscientização da necessidade de se pagar o condomínio", explica Francisco, que chamou os devedores para negociar, preocupando-se sempre em fazer acordos que o condômino conseguisse cumprir. "Eu prefiro que o inadimplente pague em dez vezes mas que tenha condições também de pagar a taxa do mês que vai vencer", completa.

Apesar de trabalhar na esfera domiciliar dos condôminos, aplicam-se a eles as normas da legislação comum trabalhista, com todos os seus direitos e corolários.

A Aabic (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo) preparou um guia útil aos síndicos e administradoras em relação aos períodos de guarda mínima para diferentes tipos de documentos, relacionados às áreas fiscal tributária, trabalhista e financeira, entre outras. A ideia é facilitar a criação de controles e sistemas de arquivamento”. “Além das vias originais, atualmente, muitos documentos podem ser guardados diretamente em meio eletrônico, sendo necessário extremo cuidado, tanto no manuseio dos documentos em papel, quanto na guarda e cópias de segurança dos documentos digitalizados”, orienta a administradora.

Comentários

É importante que o condomínio tenha os documentos arquivados e em segurança.

O INÍCIO

A convenção deve servir de mapa para que o síndico administre bem o condomínio. Seguindo uma hierarquia de leis, no topo está a Constituição Federal, seguida pelo Código Civil (agrupamento de normas que regulam as relações privadas da sociedade), da lei 4591/64 (conhecida como lei dos condomínios), e finalmente a convenção e o regulamento interno do condomínio. Portanto, nem a convenção nem o regulamento podem contrariar a legislação vigente no país.

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