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Para quem não é do ramo, o sistema elétrico de um condomínio pode parecer algo bastante complexo. Mas o especialista Valdir Gadioli, sócio da Exclusiva Engenharia, ajuda a compreender como funciona:

Entenda como funciona o processo de aumento de carga em uma edificação, de acordo com os especialistas, entre eles o engenheiro Valdir Gadioli, e a AES Eletropaulo:

Nos últimos quinze anos, com a expansão do mercado de telefonia móvel no Brasil, cresceu a demanda junto aos condomínios para instalação de antenas de celulares, as chamadas ERB, que transmitem e recebem sinal. As operadoras passaram a prospectar edificações comerciais e residenciais e a alugar áreas nas coberturas dos prédios em diversas regiões. Os condomínios enxergaram aí uma oportunidade para incrementar suas receitas, com alugueis que variam de R$ 3 mil a R$ 20 mil, de acordo com a localidade.

O uso das coberturas dos edifícios costuma render muita polêmica entre os condôminos. A problemática envolve duas situações possíveis: quando a cobertura é parte de um apartamento e pertence ao proprietário do imóvel, e quando integra a área comum do condomínio. Nas duas situações, a discussão é: o que pode e o que não pode ser feito na área?

Versatilidade e boa relação custo e benefício fazem de toldos e coberturas importantes aliados em projetos novos, reformas ou obras de benfeitoria em condomínios. Suas aplicações são diversas: na entrada do edifício, no salão de festas e churrasqueira, playground, janelas e portas, passagem entre blocos, corredor de acesso entre portaria e hall social, área de piscina, pérgolas, estacionamento, entre outros locais que necessitam de fechamento para proteção contra sol, chuva e vento.

Atividade rotineira nos empreendimentos residenciais e comerciais, os serviços de limpeza demandam toda uma expertise para que tenham sua eficácia assegurada.

O conceito de condomínio-clube ampliou as opções de entretenimento aos jovens, proporcionando maior proteção ao convívio social e tranquilidade aos pais.

Antes de acionar alguém por danos morais, conheça os aspectos de legalidade que envolvem o assunto, de modo a preservar o convívio saudável no condomínio e coibir abusos.

Arrastões em condomínios de São Paulo ganharam destaque na imprensa nos últimos meses e deixaram a população em estado de alerta. De acordo com o DEIC (Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado), foram 19 ocorrências de janeiro a setembro deste ano, contra 13 em 2011. Os dados apontam que a palavra de ordem deve ser prevenção. "Falta a cultura de prevenção no Brasil, as pessoas só tomam atitude depois que algo acontece. Precisamos mudar isso", destaca José Elias de Godoy, oficial da Polícia Militar de São Paulo, especialista na área e autor de "Técnicas de Segurança em Condomínios" (Editora Senac, 2004).

Mais de US$ 1,8 bilhão é quanto o mercado de sistemas de segurança eletrônica movimentou no Brasil em 2011, montante 9% superior ao de 2010, segundo a Abese (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança). A entidade aponta que 51% desse mercado estão concentrados na região Sudeste e que a tecnologia mais utilizada hoje é o circuito fechado de televisão (CFTV).

Cercas, câmeras, alarmes, blindagem, sensores, monitoramento. A tecnologia avança a passos largos, com sistemas que contribuem para a segurança dos condomínios. No entanto, nada disso tem efeito se não houver o principal: funcionários e moradores devidamente treinados para lidar com os equipamentos e adotar condutas preventivas no dia a dia. Tanto é verdade que a maioria dos arrastões que aconteceram em São Paulo este ano foi decorrência de falha humana. Os meliantes sabem que existe uma fragilidade nesse aspecto e contam com ela nas suas ações, adotando as mais variadas formas de ludibriar e render porteiros.

Até um ano atrás, os Edifícios Málaga e Maiorca, no Campo Belo, em São Paulo, sofriam com variações e quedas de energia. A síndica Aurora Rahal chamou um especialista, que identificou sobrecarga, inclusive com risco de incêndio. O sistema elétrico do empreendimento de 30 anos, com 60 apartamentos, não dava mais conta de atender à demanda dos moradores. Foi feito, então, um pedido de aumento de carga junto à AES Eletropaulo para que o empreendimento recebesse mais energia, além da reforma necessária no sistema elétrico, para suportar o incremento.

Quando o assunto é impermeabilização a regra de ouro é agir imediatamente, assim que o síndico ou a administraçã do condomínio detectar uma infiltração. A ideia é evitar o aumento exponencia do problema e do prejuízo. Parece simples e óbvio, mas o fato é que pouco condomínios levam a orientação a sério.

São raros os condomínios em dia com as obrigações de prevenção e combate a incêndio. Isso porque a maioria dos síndicos tem dificuldades em acompanhar as medidas periódicas que devem tomar para manter o edifício seguro e de acordo com a legislação. Algumas vezes até existe atenção aos equipamentos, mas a falta de treinamento faz com que a segurança fique comprometida nas situações de ocorrência de sinistros. E mais: a irregularidade coloca em risco não só a vida e o patrimônio dos condôminos, como pode levar à recusa de ressarcimento por parte da seguradora em caso de incêndio.

Obras de impermeabilização representam as mais onerosas, demoradas e complexas que um condomínio pode enfrentar. Isso só reforça a importância de um acompanhamento especializado dos trabalhos, para evitar que todo o investimento vá literalmente por água abaixo. Sem orientação para as reformas, muitas vezes os síndicos ficam indecisos na hora de contratar a empresa de engenharia e também, durante as intervenções, de cobrar pelos serviços acordados. Por isso, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) instalou uma comissão que ao longo deste ano irá estudar parâmetros para a gestão das reformas prediais, os quais resultarão na edição de uma nova norma técnica.

Há 11 anos síndica do Condomínio Edifícios Málaga e Maiorca, no Campo Belo, zona Sul de São Paulo, Aurora Rahal acumula nada menos do que 103 obras realizadas no período. Da impermeabilização à reforma elétrica completa, passando pela colocação de gaiolas de segurança na entrada, ela já fez de tudo no empreendimento de 30 anos. E agora está de olho na necessidade de pintura da fachada, pois a última intervenção ocorreu há cerca de cinco anos.