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Em artigo anterior, mostramos de que maneira o condomínio pode usar recursos como a água e energia, além de reaproveitar parte do “lixo” que gera, contribuindo para a sustentabilidade e o ambiente natural e urbano. 

O condomínio representa um conjunto de moradias e abriga diversas famílias, dessa maneira, ele é influente na vida de muitas pessoas.

Ao separar os materiais recicláveis, muitas vezes os descartamos de qualquer maneira, sem fazer nenhum tipo de limpeza. Porém, isso pode prejudicar a coleta seletiva de diversas maneiras.

Objetos cortantes dispensados junto do lixo pelos moradores do prédio (como vidros, plásticos duros, metais etc.) podem trazer riscos aos funcionários do condomínio e também do serviço público de coleta urbana, especialmente se estiverem quebrados.

Síndicos devem orientar condôminos para evitar entupimentos e danos ao meio ambiente.

Quando decidimos implantar a coleta seletiva no condomínio, uma dúvida surge: como devemos separar os resíduos recicláveis? É preciso ter um coletor para cada tipo de material ou pode colocar tudo junto?

Entenda alguns conceitos da Política Nacional de Resíduos Sólidos e as responsabilidades dos síndicos.

Implantar a Coleta Seletiva no condomínio nem sempre é uma tarefa fácil. São várias dificuldades que encontramos no meio do caminho e vamos falar sobre algumas aqui.