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O Sindicato dos Trabalhadores em Edifícios e Condomínios de SP (Sindifícios) acaba de anunciar que o reajuste salarial da categoria para este ano ficou mesmo em 9,15%, o que inclui reposição da inflação do período anterior.

Encontro de administradoras de condomínios reuniu centenas de empresários e profissionais na sede do Secovi, entre os dias 5 e 6 de outubro, em São Paulo (Capital). Um dos destaques foi a mudança nos paradigmas de gestão e serviços nos condomínios.

A semana começou com a ocorrência de novo incêndio em um edifício residencial de São Paulo.

Uma pessoa morreu na manhã desta sexta-feira (30/09) depois de saltar de apartamento do penúltimo andar de um condomínio residencial na Vila Medeiros, zona Norte de São Paulo. O edifício tem 14 andares e está localizado na Rua Togo.

O tema condomínio é cercado de polêmicas. As discussões entre síndicos e moradores parecem ser intermináveis. Invariavelmente uma parcela dos condôminos demonstra insatisfação com as decisões tomadas, ainda que estas tenham sido discutidas em assembleia e aprovadas pela maioria dos presentes.

Um condomínio em Ribeirão Preto foi condenado pelo TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo a indenizar um de seus moradores, homossexual, após a síndica do prédio ter feito uma reclamação formal contra ele por conta de um beijo trocado com o seu namorado no elevador do prédio. O valor da indenização é de R$ 5 mil.

O profissional de educação física Davidson Gustavo Santos, autor da ação, conta que, em 2013, havia ido a um shopping da cidade com seu namorado e, ao voltar ao edifício Joaquim Firmino, na região central de Ribeirão, onde morava com três amigos, beijou o companheiro enquanto entravam no elevador. O sistema de monitoramento interno do edifício, considerado de alto padrão, registrou a cena, e, como os moradores têm acesso às gravações, alguns deles foram até a síndica do prédio para reclamar da atitude.

A síndica então procurou Santos e o reprimiu sobre o beijo. "Morava em um condomínio no centro onde os moradores são muito conservadores. Depois do beijo, a síndica me procurou e disse que essa atitude não era aceita pelos condôminos e que eu não poderia beijar meu namorado", conta. "Eu vi no regimento interno e não havia nada sobre a impossibilidade de dar um beijo. Evidentemente, se fosse um casal de namorados heterossexual, o assunto não seria teria gerado polêmica", conta.

Davidson ressalta ainda que a síndica chegou a procurar os amigos com os quais dividia o apartamento e que teria dito a eles que, se o autor não se mudasse do apartamento, todos os moradores teriam que deixar o local. "Ela chegou a gritar, aos berros. Além disso, também passou as imagens para outros moradores", disse Santos.

O advogado Marcos Antonio Souza, que representou Santos na ação, informa ainda que, além do pedido de indenização civil, também pediu para que o caso fosse enviado para a polícia, para responsabilização criminal dos envolvidos. "Esse foi um dos problemas desse caso, a polícia se recusou a registrar o boletim de ocorrência. Nós fizemos o pedido, mas o juiz não determinou a investigação, então, na esfera criminal, os autores não foram punidos", declarou.

Prejuízos

Santos conta ainda que, por conta da repercussão, acabou deixando o apartamento menos de dois meses depois. "Não quis prejudicar meus amigos. E, quando o contrato deles acabou, um ano e pouco depois, eles também saíram", disse.

Para o desembargador Fábio Quadros, relator do caso no TJ, as provas do processo foram suficientes para demonstrar os danos causados ao autor da ação, cabendo, portanto, obrigação do condomínio de indenizá-lo. "Com efeito, a prova testemunhal produzida nos autos foi contundente quanto aos danos experimentados pelo autor, em razão de atos discriminatórios praticados pela síndica, representante do condomínio réu", disse o magistrado na sentença.

Já para Fábio Jesus, coordenador da ONG (Organização Não Governamental) Arco Íris, que milita no setor de direitos da população LGBT em Ribeirão Preto, a ação é positiva por mostrar que o preconceito já não fica impune. "Ações como essa são importantes para mostrar que o preconceito não é mais aceito. A sociedade e a Justiça cada vez mais mostram que o tempo em que ações como essa ficavam impunes não existe mais", avalia.

Outro lado

Procurado, o advogado João Augusto Furniel, representante da empresa no processo, informou que não iria se pronunciar sobre o caso. "Nossa defesa foi feita dentro do processo", disse. Ele ressaltou ainda que considera o tema "uma exposição indevida da vida pessoal" e que pretende tomar medidas cabíveis para garantir os direitos de sua cliente contra o que considerou "intromissão da imprensa na vida particular" das pessoas.

À Justiça, o condomínio alegou que o circuito interno de monitoramento do local captou o beijo e que a reprimenda ocorreu depois de reclamação de moradores, mas que não houve ofensa. Também afirmou que não distribuiu o vídeo nem exigiu a saída de Gustavo. A reportagem também tentou falar com representantes do condomínio do Edíficio Joaquim Firmino, mas ninguém quis se pronunciar sobre a decisão.

Homem suspeito de assaltar guarda civil é preso em São José

São oito programas disponíveis nos meses de setembro e outubro.

Quarta, 21 Setembro 2016 00:00

Homem mata ex-mulher em condomínio de SP

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A Justiça decretou a prisão temporária do economista que confessou ter matado a ex-mulher dentro do apartamento deles no bairro do Belenzinho, na Zona Leste de São Paulo. Chateaubriand Bandeira Diniz Filho se entregou à polícia de São Paulo no início da tarde desta terça-feira (20).

Diante de um cenário de incertezas econômicas e políticas no Brasil, vários segmentos amargam uma crise sem precedentes. O setor imobiliário figura entre os mais afetados. Falta de linhas de créditos acessíveis, falências de construtoras, desemprego, inflação e perda de poder de consumo do brasileiro, são alguns dos conhecidos motivos que levaram o ramo a derrocada e a desvalorização de imóveis.

A discussão que envolve a permissão de animais domésticos nos apartamentos continua a ser um dos pontos mais polêmicos nos condomínios, gerando muitos processos judiciais que procuram forçar a retirada desses seres que são de grande importância para as famílias. A situação se mostra complexa, por existirem milhares de convenções de condomínios inspiradas em modelos criados na década de 60, que, na sua maioria, proibiam a presença de animais.

De capa preta e com a descrição: "reclamações". Na portaria e administração dos condomínios, o livro de registros é onde o barraco rola solto. A iniciativa, que não é nova, é um alento aos síndicos que deixam de ser perturbados a cada latido do cachorro do vizinho. Nas folhas, os condôminos descrevem suas queixas, alguns assinam, outros não bancam para não comprar briga. E quem lê, chega à conclusão de que viver em condomínio exige muita tolerância.

Fatores como a busca pela qualidade de vida e segurança estão entre as mais citadas pelas pessoas que desejam comprar sua casa própria. A dúvida entre adquirir um apartamento localizado em regiões centrais, consideradas mais seguras e movimentadas, entra em dissonância com o desejo de manter certas liberdades que somente uma casa oferece. Em apartamentos há a segurança, mas muitas vezes não há a liberdade para andarem nas ruas e socializar com os amigos, embora muitos ofereçam opções como o playground. A violência parece confinar a todos em suas próprias residências.

A mudança nos critérios do Novo Código de Processo Civil fez com que as ações de cobrança de condomínios por falta de pagamento caíssem 48% em agosto, comparadas ao mesmo mês do ano anterior. No total, foram 524 ações contra 1.017 no ano passado. Os números são do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) e divulgados pela Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC).

Ibape/SP disponibiliza cartilha gratuita sobre o assunto.

Uma mulher foi presa por porte ilegal de arma durante uma operação da Polícia Civil no bairro do Bonfim, em Taubaté (SP), no último dia 10/09. A suspeita foi identificada após a expedição de mandados de busca e apreensão.

Parte da taxa condominial deve prever um percentual que vai direto para o Fundo Reserva dos Condomínios assim que é paga pelos condôminos. Em geral, essa alíquota varia de 5% a 10%. Reserva que tem como objetivo garantir a continuidade e o bom funcionamento do condomínio em caso de despesas de emergências, além de acumular recursos para viabilizar a necessidade grandes reformas futuras.

O paulistano gasta mensalmente R$ 761, em média, com despesas de condomínio. Multiplicado pelos 12 meses do ano o desembolso é de R$ 9,1 mil. Os dados fazem parte de levantamento da Lello, administradora líder de mercado no Estado de São Paulo, com base em uma amostragem de mais de 80% dos 21 mil condomínios existentes na Capital paulista.

Com a crise financeira e o alto índice de inadimplência, moradores de um condomínio em estão buscando alternativas para não aumentar os custos com as taxas. A forma encontrada pelos vizinhos para driblar a crise foi organizar eventos para arrecadar dinheiro.

As pesquisas confirmam que, em média, comparecem às assembleias gerais apenas 17% dos condôminos residenciais, sendo menor a participação nos prédios comerciais, o que torna inviável a estipulação de quóruns elevados, pois em vários casos são quase impossíveis de serem obtidos.

A crise econômica tem feito muita gente se virar como pode para obter renda. Não é diferente em condomínios residenciais, onde moradores oferecem serviços e produtos aos vizinhos. Mas, para isso, é necessária a autorização dos demais condôminos que decidem em assembleia se autorizam ou não.

Diante de altos índices de inadimplência, a saída dos condomínios para manter as contas em dia tem sido fazer de um tudo para tentar reduzir as despesas. A manutenção adequada, otimização do consumo de água e energia podem significar uma economia de 20% a até 50% nas despesas, a depender do serviço. A estimativa é do conselheiro do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia (Crea-BA) e coordenador adjunto da Câmara de Civil, Leonel Borba.

Evento acontecerá no dia 17 do mês, promovido pela Gábor RH, no Hotel Transamérica (AL. Santos, 981), entre 18h e 22h30.

Um homem que invadia condomínios de luxo na Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio de Janeiro, e estuprava moradoras foi preso numa operação conjunta entre as Polícias Civis carioca e baiana. Raimundo Linhares Gomes, de 34 anos, foi capturado no último dia 19, em Vitória da Conquista, na Bahia. Além da capital do Rio, ele agia também na Região dos Lagos, segundo as investigações.

Em cidades de trânsito caótico, como São Paulo, alguns moradores têm preferido fazer tudo perto de casa - e as construtoras perceberam isso. Condomínios têm oferecido facilidades que vão da contratação de uma faxineira ou massagista até ter um lava-jato no próprio estacionamento. As opções são oferecidas no sistema "pay per use", ou seja, o morador paga à parte pelos serviços que usar.

Em São Caetano do Sul (SP), 1º ciclo de palestras voltado a condomínios Denominado “Arraial do Síndico”, encontro foi realizado na terça-feira, dia 7 de junho, e abordou segurança, manutenção predial e inadimplência. Grupo Direcional, que edita a revista Direcional Condomínios, foi um dos apoiadores

O Enacon 2016 será realizado dias 5 e 6/10, na sede do Secovi-SP, em São Paulo

O evento, gratuito, acontecerá dia 25/08, voltado aos administradores de condomínios, síndicos e demais profissionais da área

O número de mulheres que assumem o cargo de síndicos de condomínios residenciais na cidade de São Paulo cresceu 73,3% nos últimos cinco anos. É o que aponta levantamento da Lello, administradora paulistana que gerencia 1,6 mil condomínios na Capital paulista. Atualmente, 42% dos síndicos são do sexo feminino. Em 2011 esse percentual era de 30%, diz o estudo.

Moradores do Conjunto Habitacional Cingapura Zachi Narchi, na avenida de mesmo nome, zona Norte de São Paulo, enfrentam desde junho passado processo crescente de erosão, que já "engoliu" grande trecho de áreas comuns, incluindo playground e quadra, conforme denunciou reportagem veiculada pelo SP TV 1ª Edição, telejornal da Globo.

O Projeto de Lei nº 578/2015, apresentado pelo deputado estadual Max Russi (PSB), está na Comissão de Infraestrutura Urbana e de Transporte da Assembleia Legislativa do Mato Grosso, propondo a realização periódica obrigatória de autovistoria por parte dos condomínios, entre eles, prédios residenciais, comerciais e públicos.

Sexta-feira, dia 19 de agosto, foi dia do ciclista, figura cada vez mais comum no Recife (PE). Eles estão nas ruas, nos parques, no estacionamento do trabalho e também nos condomínios. Afinal, depois de usar a magrela para se locomover pela cidade, é preciso guardá-la com cuidado. E os prédios estão tendo que se reinventar para atender a esta crescente necessidade. Hoje, por exemplo, já quase não há lançamentos sem bicicletários. E os edifícios que ainda não têm, estão correndo atrás para instalar ou criar regras para o uso das bikes nas áreas comuns.

Não é preciso se mudar para um prédio novo para ter um espaço exclusivo para as magrelas. Nos prédios antigos, basta procurar um local adequado e instalar o bicicletário. Pelo menos é isso que a administradora de condomínios Daisy Machado Silva tem feito nos edifícios que coordena.

Quem chega à entrada do condomínio Anapurus, na rua homônima, em Moema, não encontra ninguém à portaria. Os moradores usam apenas o dedo indicador em um leitor biométrico para abrir o portão. Para visitantes, o acesso é liberado por um profissional que está a 3 quilômetros de distância, no Brooklin.

Informação é de laudo da Defesa Civil de Vitória, que teve acesso às imagens de videomonitoramento. Desabamento aconteceu no dia 19 de julho, na Enseada do Suá, em Vitória (ES).

A 3ª turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou recurso de condomínio que buscava impedir que moradora inadimplente utilizasse as áreas comuns de lazer do empreendimento. A decisão foi proferida na sessão de terça-feira, 9 de agosto, e foi unânime.