Quadras Poliesportivas

Os condomínios têm aproveitado o fechamento das áreas comuns nos períodos mais restritivos de controle da pandemia da Covid-19 para recuperarem as quadras e campos, caso do Family Santana, residencial de 400 unidades localizado na zona Norte de São Paulo.

Três quadras de diferentes tamanhos, além de um mini campo de futebol society, estão entre os principais atrativos de um condomínio-clube de Osasco, na Região Metropolitana de São Paulo, implantado em 2012.

Projetos equivocados, falhas na execução ou manutenção, além do mau uso, provocam a deterioração das quadras esportivas nos condomínios.

Fissuras, desgastes da pintura ou piso, poças d'água e acessórios deteriorados comprometem a segurança e o desempenho dos usuários nas quadras poliesportivas dos condomínios. O engenheiro civil Eduardo Araki preparou um roteiro ilustrado aos síndicos para orientar a manutenção, reforma ou construção de quadras poliesportivas.

A quadra é um dos espaços mais requisitados dos condomínios, aproveitada por várias idades, mas pode se transformar em uma cilada se não for bem projetada, executada e conservada, com acessórios adequados. Experiência do gênero foi vivida pelo síndico Paschoal Lombardi Jr., que contratou praticamente a reconstrução da quadra do Condomínio Iepe Golf, no Jardim Taquaral, zona Sul de São Paulo. Como resultado, ele viu a frequência aumentar bastante no local, para 100 pessoas ao dia, estima.

Pisos de quadras constituem uma das áreas que mais requer manutenção periódica nos condomínios, conforme mostra a experiência do síndico profissional Nilton Savieto. Em um dos residenciais em que atua, a pintura costuma ser feita anualmente, pela intensidade do uso e para que esteja sempre em ordem, com as trincas recuperadas e as cores e demarcações vivas.

As quadras poliesportivas também se encontram na mira dos síndicos que buscam a modernização dos condomínios, atendendo a novas práticas e, portanto, ampliando as possibilidades de uso. Para isso, equipamentos mais avançados podem dar um ar de renovação a esses espaços e harmonizá-los com as demais reformas das áreas comuns. Além das redes e aparatos que tornam o ambiente ora uma quadra de vôlei ou badminton, ora de basquete, handebol ou de futsal, entra em cena ainda a troca da iluminação (com refletores em LED), a instalação de redes flexíveis de proteção e a introdução de acessórios para exercícios físicos.

As quadras também entram como uma das áreas favoritas do lazer dos condomínios. Utilizadas por uma faixa etária mais elástica, como jovens e adultos, elas exigem programa meticuloso de controle de uso e manutenção. E este deve incluir, além do piso, outros de seus componentes, como a parte elétrica.

Um dos itens de lazer mais desejados pelos condôminos, as quadras podem ser construídas com diferentes revestimentos e para várias modalidades, adaptando-se com facilidade aos ambientes disponíveis.

Do piso aos alambrados, as quadras esportivas do condomínio merecem atenção constante. O piso deve ser repintado sempre que necessário, assim como a estrutura dos alambrados. A tela do alambrado pode ser esticada por empresa especializada quando for verificada a formação de abaulamentos. Mas, além dessas manutenções frequentes, há acessórios que também precisam de cuidados. Postes, redes e traves costumam sofrer os efeitos do tempo e do uso constante.

O concreto permanece como uma das soluções mais utilizadas no revestimento das quadras dos condomínios, mas novas opções de mercado, como a borracha em placas intertravadas, também vêm agradando aos síndicos. O importante é pensar em um revestimento conforme o uso que será dado ao local, se mais voltado para a prática esportiva focada no desempenho, se para atividades diversas, incluindo skates, ou, ainda, para recreação. No condomínio Stella Solaris, de Moema, bairro da zona Sul de São Paulo, o síndico e engenheiro Paulo Maccaferri optou pela superfície à base de concreto, polido e regularizado por resina acrílica antiderrapante e revestido com tinta também acrílica, resistente aos raios UV.

A arquiteta Mara Cabral, com grande experiência em pisos de áreas comuns de escolas e condomínios, desenvolveu o artigo a seguir com exclusividade para o Grupo Direcional quanto aos cuidados que devem ser tomados no tratamento das superfícies e revestimentos das quadras esportivas e também de recreação para as crianças.

Tamanho não costuma ser problema para as empresas que trabalham com a construção de quadras e instalação de acessórios esportivos. Elas conseguem aproveitar qualquer espaço vago ou subutilizado da área comum dos condomínios e implantar miniquadras ou quadras poliesportivas para a prática das modalidades mais comuns, como futsal, vôlei, basquete e handebol. Mas se houver terreno disponível, melhor ainda, porqueas empresas apresentam também expertise em campos society e na construção de quadras de tênis.

Projetos conciliam segurança, conforto, performancee economia


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