Condomínios que não têm gerador estão fadados a passar por apuros, especialmente no verão, quando acontecem mais quedas de energia. E mesmo prédios que contam com um gerador há muitos anos podem não suprir adequadamente o conforto dos condôminos. O cenário atual é outro: eventos climáticos extremos e a infraestrutura urbana vulnerável impactam nas interrupções da rede elétrica, ocasionando longa espera pelo restabelecimento do serviço.
A nova demanda ficou evidente em um condomínio no Pacaembu, na zona oeste da capital paulista, que data do final dos anos 1980 e investiu em gerador logo nos primeiros cinco anos. A síndica profissional Gisele Oliveira relata que o equipamento está subdimensionado, e sua troca foi aprovada. “Ele atende o elevador e a parte de segurança, mas, por exemplo, nunca alimentou a bomba d’água da caixa. Nos últimos dois anos, com maior demora na volta da energia, o condomínio passou a ter uma despesa recorrente com caminhão-pipa”, explica.
Em dezembro passado, a edificação passou sete dias sem o serviço da Enel — os moradores não puderam frequentar a academia, e a casa do zelador ficou às escuras. O novo equipamento será dimensionado para suprir toda a área comum e pode ir além, caso os condôminos optem por uma versão capaz de atender também a necessidades essenciais das unidades (iluminação, geladeira, um ponto de internet…). “O investimento é mais alto, mas, em se tratando de um bairro com quedas frequentes de energia, compensa”, afirma a síndica.

“Com apagões cada vez mais longos, o grupo gerador passou a ser um investimento essencial. Optar por marcas de renome, com fábrica no Brasil, garante vida útil acima de 20 anos, manutenção adequada e disponibilidade de peças.”
(Carlos Olinto, diretor-executivo, Essencial Energia)

Agradecimento à Entrevistada
Gisele Oliveira, síndica profissional
Matéria publicada na edição 319 fevereiro 2026 da Revista Direcional Condomínios
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