WhatsApp no condomínio: entre o “bom dia” e a reclamação
Grupos de WhatsApp aproximam moradores e agilizam avisos mas reclamações e conflitos exigem educação respeito e uso dos canais oficiais do condomínio.
Grupos de WhatsApp aproximam moradores e agilizam avisos mas reclamações e conflitos exigem educação respeito e uso dos canais oficiais do condomínio.
Síndicos, porteiros e vizinhos precisam saber reconhecer sinais de violência doméstica e acionar as autoridades sem expor ou colocar a vítima em risco.
Linguagem paternalista pode esconder etarismo e capacitismo. Gestão humanizada exige respeito à autonomia e inclusão de idosos e pessoas com TEA.
Síndicos e colaboradores podem ajudar na prevenção do suicídio com acolhimento, atenção a mudanças de comportamento, informação e protocolos de emergência.
Em casos extremos, a Justiça pode impedir a permanência de um morador antissocial no condomínio, sem retirar seu direito de propriedade sobre o imóvel.
Com sete gerações convivendo simultaneamente, os condomínios precisam adaptar comunicação, gestão e convivência para integrar diferentes perfis.
Aulas particulares nas áreas comuns podem restringir o uso coletivo e gerar custos e conflitos. Veja os cuidados que o condomínio deve considerar.
O julgamento do Tema 1.443 pelo STJ poderá redefinir as regras para locações de curta temporada em condomínios residenciais. Entenda por que a destinação residencial e a vontade coletiva tendem a prevalecer sobre a exploração econômica individual.
O combate ao etarismo e ao capacitismo começa pela linguagem e fortalece uma gestão condominial mais inclusiva, respeitosa e alinhada à legislação.
Saiba como o Aging in Place orienta condomínios mais acessíveis, seguros e preparados para garantir autonomia, inclusão e qualidade de vida aos idosos.